<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890</id><updated>2012-02-15T23:14:30.115-08:00</updated><category term='Como Desenvolver Uma Boa Aula'/><category term='A Essência do Ministério na visão paulina'/><category term='A Mensagem da cruz de Cristo'/><category term='A adoração'/><category term='Lição 2 - O Consolo de Deus em meio a Aflição'/><category term='A Imoralidade em Corinto'/><category term='O Ministério da Reconciliação - Lição 6 ebd'/><category term='Lição 10- A Defesa da Autoridade Apostólica de Paulo'/><category term='Valeu Pr Ciro Zibordi'/><category term='Lição 1 (1º Tri 2010) A Defesa do Apostolado de Paulo'/><category term='A sucessão de Lideranças'/><category term='O ministro e sua família'/><category term='O Amor Cristão'/><category term='Problemas inerentes a Igreja'/><category term='Partidarismo na Igreja'/><category term='O Pecado e suas Consequências'/><category term='A Expansão do Reino Davídico'/><category term='Aviso Importante'/><category term='Lição 11- Características de um verdadeiro líder'/><category term='Lição 3 - A Glória das duas Alianças'/><category term='Restauração Espiritual de Davi'/><category term='Considerações Acerca do Casamento'/><title type='text'>.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>24</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-5211033771042180923</id><published>2010-03-13T08:30:00.000-08:00</published><updated>2010-03-13T08:33:15.809-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lição 11- Características de um verdadeiro líder'/><title type='text'>Lição 11- Características de um verdadeiro líder</title><content type='html'>Lição 11 Trimestre 1 de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da lição 11, do trimestre 1, de 2010, da lição da Escola Bíblica Dominical, CPAD/CGADB 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentarista: Pb Cleber de Amorim.&lt;br /&gt;Contatos: 48 3433-9454; 8806-2526 - Criciúma SC.&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:Cleber.comjesus@hotmail.com"&gt;Cleber.comjesus@hotmail.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Preletorcleberdeamorim.blogspot.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título: Características de um Verdadeiro Líder&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste comentário iremos nos eximir de transcrever o texto bíblico da leitura bíblica em classe. O texto abaixo deverá ser observado pelo leitor em sua própria bíblia, cabendo a este comentarista apenas citar as idéias centrais dos versos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEXTO ÁUREO: II Cor 11.2.&lt;br /&gt;“Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, Cristo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 10. 12-16; 11.2,3,5,6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II Coríntios 10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 – Nas lições passadas abordamos a polêmica entre os coríntios acerca do apostolado paulino por judaizantes (de Jerusalém) inseridos entre a igreja, com cartas (portanto autorizados pelos líderes de Jerusalém, ou da circuncisão), que abrrogavam-se apóstolos, em detrimento a teologia paulina muito distante da mosaica. Segundo Paulo escreve, parece-nos que estes “tais apóstolos” eram vaidosos e presunçosos em si mesmo, o que percebemos pela descrição: “Louvam a si mesmos”.&lt;br /&gt;13 – Paulo aqui fala em se gloriar acima da medida. Afinal, podemos ou não nos gloriar? Podemos pautar o nosso ministério por resultados, pela manifestação de Deus em nossa vida etc. Porém jamais usar a graça de Deus em nossas vidas para humilhar, rebaixar ou nos exaltar perante os outros, como sinal de superioridade e altíssima santidade. Deus abaterá o soberbo! Portanto, dar testemunhos ou relatar as maravilhas de Deus, com um coração puro, jamais será pecado ou soberba.&lt;br /&gt;14 – Aqui claramente Paulo fala que sua aproximação aos coríntios se deveu a pregação do evangelho, jamais com interesses fortuitos, espúrios ou secundários.&lt;br /&gt;15 – Paulo deixa claro que a medida que os crentes coríntios fossem crescendo na graça de Cristo, a percepção de seu ministério por eles seria entendido, pois a base de seu ministério era a evangelização e tão somente a pregação do evangelho.&lt;br /&gt;16 – Aqui Paulo dá exemplo aos pastores divisicionistas de hoje, que fazem do evangelho um negócio, abrindo igrejas às milhares, sem preocupar-se com as almas verdadeiramente, apenas visando o bem particular. Verdadeiros papas, déspotas e micro reis. Observe Paulo quando diz aqui: “...anunciar o evangelho...não em campo de outrem...”. Hoje o pseudo pastor tem a visão, ou melhor a idéia de abrir seu “ministério particular” arrebanhando ou amealhando para si crentes neófitos e pobres espiritualmente, doentes na fé, murmuradores e desejosos de também serem “pastores”para participarem da nova organização (igreja? Seita?movimento?).&lt;br /&gt;Se o homem de Deus tiver um chamado autêntico, que o faça ao modo de Paulo, iniciando do zero seu trabalho, arrebanhando almas para o reino de Deus, na pura pregação do evangelho, com ética e respeito às leis do reino. Os opositores de Paulo, eram certamente ungidos pelo “espírito” de Core, Datã e Abirão; Os de hoje também!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II Coríntios 11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Usando a metáfora do casamento, Paula apresenta a igreja coríntia como noiva, a qual ele está preparando. E assim como Eva foi cobiçada pelo diabo, assim eles estavam sendo cobiçados pelos seus agentes disfarçados de apóstolos.&lt;br /&gt;3 – A sedução é uma arma diabólica fatal. Quando a bíblia manda fugir da aparência do mal, ou até mesmo resistir ao diabo, é porque seus argumentos sedutores são impressionantemente convencitivos a mente humana. Sua lógica é perfeita às vaidades de nosso coração, nossas vaidades são totalmente saciadas pela sua eloqüência e astúcia. Paulo aqui fala da simplicidade do evangelho perante estas propostas. Não que o evangelho verdadeiramente seja aquém de outras verdades menores, mas seu apelo não compara-se ao apelo do mundo no que diz respeito a satisfação de desejos e deleites da carne.&lt;br /&gt;5 – Paulo aqui não faz menção dos verdadeiros apóstolos (os doze), mas sim de maneira irônica refere-se aos “excelentes” apóstolos. Paulo usa seu currículo apostolar para comparar com o dos tais. Nossas obras servem para atestar nossa fé, afetar vidas positivamente, e corroborar em nossa defesa. Isto não é falta de humildade, até mesmo por que, quando alguém erra, seu erro lhe é imputado por justiça. Logo sua boa obra também lhe deve conferir crédito, seja espiritual, ou humanamente falando. Na hora certa o apóstolo dos gentios usa isso como instrumento de defesa.&lt;br /&gt;O fato de usar de ironia em suas palavras, pode denotar várias interpretações psicológicas, mas para nós que estudamos a palavra notaremos uma certa segurança em Paulo,não arrogância ou sentimento de vingança.&lt;br /&gt;6 – Palavra e ciência. O que falamos, ou dizemos como líderes fatalmente revelará nosso pensamento cristão (ou não). Paulo justifica sua por muitas vezes a aspereza de suas palavras, pelo seu pensar cristão, por sua personalidade forjada em Cristo. Pela experiência transformadora da estrada de Damasco, pelo conhecimento pessoal de Cristo, das revelações em meio as suas jornadas de fé. Esta marca indelével reflete-se em suas palavras, que são apenas consequência de seu amor, embora pareça que não. Podemos amar sendo duros, e não amar sendo aparentemente amáveis. Paulo, portanto deseja ter um  julgamento por suas ações e intenções, e não por suas palavras, que são consequências da prática e necessidades doutrinárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOSSOS OBJETIVOS NESTA AULA SERÃO:&lt;br /&gt;* Compreender que o autêntico líder cristão depende de Deus.&lt;br /&gt;* Distinguir as características de um verdadeiro líder cristão.&lt;br /&gt;* Descrever os tipos de lideranças encontradas na igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O título da lição deste domingo tem duas palavras chaves que são: Líder e autêntico.&lt;br /&gt;Logo percebe-se que a liderança é uma realidade no seio da igreja, e na compleição das pessoas, pois jamais faltará um líder em um grupo social, bem como nem todos serão líderes em, ou no grupo. A segunda afirmativa nos reporta a realidade do ilusório, do performático, da realidade da negação da realidade por aquele (s), que mesmo sem ter o carisma, a unção e a chamada se entrepõem entre Deus e sua igreja, afirmando serem chamados e exigindo reconhecimento. Penso que quando alguém exige seu reconhecimento, este não é chamado, ou ao modo de Davi, não compreendeu ainda como funciona a espiritualidade de uma chamada autêntica, sabendo esperar o cumprimento da promessa divina em sua vida.&lt;br /&gt;Na bíblia perceberemos que na maioria das chamadas, os chamados expuseram a Deus suas razões e motivos pelos quais desejaram declinar do chamado celestial. Porque disto? A chamada não é linda e gloriosa? Sim, é claro, porém ela claramente reporta o chamado ao ministério de Cristo a uma responsabilidade e renúncia tais, que o peso da obra os faz temer e tremer pela limitação de suas humanidades.&lt;br /&gt;Infelizmente, existem falsas chamadas e falsas lideranças. E é delas, que devemos nos cuidar e esquivar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como poderíamos definir classicamente o termo liderança? Genericamente, tanto humanamente como espiritualmente liderança é: “O ato de fazer com que pessoas trabalhem por um bem comum, que sigam idéias ou ideologias”. Logo o líder é a pessoa, seja ele homem ou mulher que atinge este conceito.&lt;br /&gt;Paulo era líder ou um ganhador de almas puramente? Diria que os dois, pois um ganhador de almas conduz as pessoas a Cristo, logo o seguem, pois ele segue a Cristo. Dá o seu exemplo, e este é aceito.&lt;br /&gt;O que diferiria então o falso do autêntico líder? As suas intenções. Paulo era totalmente desprendido das vaidades temporais da riqueza, hierarquia eclesiástica, dos títulos e encargos ministeriais. Era do mundo, dos gentios, escravo (doulos) de Cristo como servo, não um papa ou líder em um organograma descritivo de uma corporação globalizada chamada igreja cristã. Não tinha seu nome em contrato social de uma pessoa jurídica, nem almejava ser reconhecido como imperador de Cristo. Sua prática foi à missionária, vivenciando as demandas de seu ministério como fome, nudez, espada, açoites, prisões e cárceres, andanças, viagens, naufrágios e espancamentos! Quantos nos dias atuais suportariam isto?&lt;br /&gt;No entanto esta era a glória de Paulo, se é que na nossa ótica isso possa parecer motivo disto. Certamente os “excelentíssimos” apóstolos opositores de Paulo, não os doze, mas os que assim se intitularam em meio aos coríntios, suportariam este “peso de glória”? Os falsos, os pseudos e disfarçados líderes, buscam proveito próprio, esta é sua marca, e disto eles não conseguem fugir pois lhes é conferido intrínseca e naturalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características da Verdadeira liderança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – A oposição. A oposição existe por achar que pode fazer melhor. Politicamente, se fala que a reação perante as ações oposicionistas podem render resultados favoráveis a liderança, pois a crítica bem recebida proporciona uma ferramenta maravilhosa de percepção de erros invisíveis no campo de vista de quem está fazendo. A visão externa (de fora para dentro), mais a desincumbência da responsabilidade, que com suas demandas nos limitam às vezes de ver e perceber os erros pela agitação do fazer, fazem da oposição uma aliada em vez de tão somente inimiga e perseguidora. Existem lideranças que literalmente plantam opositores de idéias para fazer com que a organização se inquiete pela crítica e busque melhores resultados finais.&lt;br /&gt;Agora irmãos, quando nossa liderança e organização não vale nada, não terá ninguém que se habilite a lhe incomodar com oposição. Se tiveres oposição dê glória a Deus!&lt;br /&gt;2 – Humildade. É a antítese do orgulho, que é literalmente é a “síndrome de Lúcifer” na vida de muitos crentes ou líderes. Fuja deste sentimento, seja fiel a Deus e tenha em ti o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus! Nossa glória é no Senhor.&lt;br /&gt;3 – Renúncia pessoal. A vida de Paulo é uma libação a Deus, um sacrifício em prol da igreja. Seu compromisso maior era com o reino de Deus, tanto que seu fim foi na prisão romana, e não aliando-se ao império por sua influência como líder de um neo movimento global, capaz de abalar as estruturas do império governamental de Roma. Paulo poderia ser o cabeça de uma grande organização, estruturando-a de tal forma que ficasse entronizado em Corinto ou Éfeso, ou quem sabe em Roma mesmo, delegando suas estratégias a lideranças menores como Timóteo, Tito, Marcos e outros jovens obreiros como fazem os Pastores midiáticos de hoje em dia. Mas não, ele gastou-se e deixou-se gastar pelas almas. E isso o levou a decaptação.&lt;br /&gt;4 – O bem da Igreja (organização). Servir é o lema no reino de Deus. Em nenhum momento a instrumentalidade de Paulo foi limitada em favor de alguém, antes toda a sua potencialidade estava à disposição dos crentes. O líder no reino de Deus jamais busca ser servido, nem busca galardões terrenos. Presentes, agrados e mimos são atitudes alheias as demandas do reino.  É claro que a medida com que as estruturas crescem, as lideranças tomam formas burocrática e formal. É nesta hora que a igreja é confundida como empresa, como estrutura organizacional e a inversão dos valores acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder é aquela pessoa que naturalmente angaria seguidores e admiradores. A liderança vai estar indexada a um interesse, uma causa. Infelizmente existem causas ruins, que defendidas por líderes duvidosos que acabam levando milhares de pessoas ao erro. Como também há as causas legítimas, que por falta de líderes convictos perecem. Este mundo é mais voltado ao erro, aos sofismas, às liberações e fantasias da mente e da carne, por isso nem sempre onde há a multidão estará à verdade. Deixemos que o Espírito Santo nos mostre o caminho e nos chame.&lt;br /&gt;“Ninguém tome esta glória para si, se por Deus não for chamado, como foi Arão” Hebreus 5.4.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-5211033771042180923?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/5211033771042180923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=5211033771042180923' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/5211033771042180923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/5211033771042180923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2010/03/licao-11-caracteristicas-de-um.html' title='Lição 11- Características de um verdadeiro líder'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-5851357160181555218</id><published>2010-03-13T08:22:00.000-08:00</published><updated>2010-03-13T08:30:30.914-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lição 10- A Defesa da Autoridade Apostólica de Paulo'/><title type='text'>Lição 10- A Defesa da Autoridade Apostólica de Paulo</title><content type='html'>Lição 10 Trimestre 1 de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da lição 10, do trimestre 1, de 2010, da lição da Escola Bíblica Dominical, CPAD/CGADB 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentarista: Pb Cleber de Amorim.&lt;br /&gt;Contatos: 48 3433-9454; 8806-2526 - Criciúma SC.&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:Cleber.comjesus@hotmail.com"&gt;Cleber.comjesus@hotmail.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Preletorcleberdeamorim.blogspot.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título: A Defesa da Autoridade Apostólica de Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 10. 1-8,17,18.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sinceridade de Paulo&lt;br /&gt;II Coríntios 10&lt;br /&gt;1 – Além, disso, eu, Paulo, vos rogo, pela mansidão e benignidade de Cristo, eu que, na verdade, quando presente entre vós, sou humilde, mas ausente, ousado para convosco;&lt;br /&gt;2 – Rogo-vos, pois, que, quando estiver presente, não me veja obrigado a usar com confiança da ousadia que espero ter com alguns&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IDEIAS CENTRAIS DOS TEXTOS ACIMA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEXTO ÁUREO: II Cor 9.7.&lt;br /&gt;“Cada um contribua segundo propôs em seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama o que dá com alegria”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOSSOS OBJETIVOS NESTA AULA SERÃO:&lt;br /&gt;* Conscientizar nossos alunos de que a generosidade tem o princípio em dar, não receber.&lt;br /&gt;* Atender o pobre em sua “necessidade” é um preceito bíblico.&lt;br /&gt;* Poder contribuir é uma benção em nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIVISÃO TÓPICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – EXEMPLOS DE AÇÕES GENEROSAS (8. 1-6,9; 9. 1,2).&lt;br /&gt;1.1 – O exemplo dos macedônios (vs 8. 1-6).&lt;br /&gt;1.2 – O exemplo de Jesus Cristo (8.9).&lt;br /&gt;1.3 – O exemplo da igreja coríntia (9. 1,2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – EXORTAÇÃO AO ESPÍRITO GENEROSO PARA CONTRIBUIR (8. 7-15).&lt;br /&gt;2.1 – A igreja de corinto foi encorajada a repartir generosamente com os necessitados (8.11).&lt;br /&gt;2.2 – A responsabilidade social da igreja.&lt;br /&gt;2.3 – A generosidade cristã requer reciprocidade mútua dos recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – OS PRINCÍPIOS DA GENEROSIDADE (9. 6-15).&lt;br /&gt;3.1 – O valor da liberalidade na contribuição.&lt;br /&gt;3.2 – A igreja deve socorrer os necessitados obedecendo a três princípios que norteiam o serviço social. Título: A Defesa da Autoridade Apostólica de Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 10. 1-8,17,18.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sinceridade de Paulo&lt;br /&gt;II Coríntios 10&lt;br /&gt;1 – Além, disso, eu, Paulo, vos rogo, pela mansidão e benignidade de Cristo, eu que, na verdade, quando presente entre vós, sou humilde, mas ausente, ousado para convosco;&lt;br /&gt;2 – Rogo-vos, pois, que, quando estiver presente, não me veja obrigado a usar com confiança da ousadia que espero ter com alguns que nos julgam como se andássemos segundo a carne.&lt;br /&gt;3 – Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne.&lt;br /&gt;4 – Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim, poderosas em Deus para destruição das  fortalezas;&lt;br /&gt;5 – Destruindo os conselhos e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo,&lt;br /&gt;6 – E estando prontos para vingar toda desobediência, quando for cumprida a vossa obediência.&lt;br /&gt;7 – Olhais para as coisas segundo a aparência? Se alguém confia em si mesmo que é de Cristo, pense outra vez consigo: assim como ele é de Cristo, também nós de Cristo somos.&lt;br /&gt;8 – Porque, ainda que eu me glorie mais alguma coisa de nosso poder, o qual o Senhor nos deu para a edificação e não para a vossa destruição, não me envergonharei,&lt;br /&gt;17 – Aquele, porém que se gloria, glorie-se no Senhor.&lt;br /&gt;18 – Porque não é aprovado quem a si mesmo se gloria, mas sim, aquele a quem o Senhor louva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IDEIAS CENTRAIS DOS TEXTOS ACIMA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEXTO ÁUREO: II Cor 1.1.&lt;br /&gt;“Paulo, apóstolo de Jesus Cristo pela vontade de Deus...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOSSOS OBJETIVOS NESTA AULA SERÃO:&lt;br /&gt;* Conscientizar-se de que sem a ministerial que recebemos de nosso Senhor Jesus Cristo, jamais conseguiremos desempenhar  com eficácia o serviço cristão.&lt;br /&gt;* Compreender que temos de andar de acordo com as leis do Espírito, lutando sempre contra as armas espirituais.&lt;br /&gt;* Explicar o significado da palavra autoridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIVISÃO TÓPICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – PAULO RESPONDE AOS SEUS ADVERSÁRIOS.&lt;br /&gt;1.1  – A aspereza versus a delicadeza de Paulo (10. 1,2).&lt;br /&gt;1.2  – Paulo apela para a ternura e mansidão de Cristo (10. 1,2).&lt;br /&gt;1.3  Paulo diz que sua conduta não era segundo a carne (10. 2,3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste tópico devemos acordar para o seguinte pensamento: A verdade dói? Ela é bem aceita? Quando você vive na verdade, será aceito de todos?&lt;br /&gt;Paulo como ser humano tem a sua personalidade edificada sobre preceitos morais e espirituais que advém desde sua concepção tradicional e religiosa de formação mosaica, israelita e farisaica; até seu encontro com o Senhor Jesus e a nova visão espiritual cristã. Portanto sua cepa é trabalhada de forma que sua consciência  acusaria qualquer distorção da verdade teológica inspirada e revelada.&lt;br /&gt;Portanto não pense em um Paulo filosófico e relativista quanto a questões como pecado e comunhão com Deus. Seu ensino era direto e pretensioso, pois tinha como objetivo pontuar e marcar a vida dos cristãos pela comunhão real e espiritual com este Deus Santo, o Deus de Israel.&lt;br /&gt;Em suma, suas palavras embora parecessem duras, eram apenas exortações (ou ajuda) para a saúde espiritual dos coríntios. A analogia dos medicamentos amargos mas com alcance curativo pode ser muito bem subentendida neste contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – INIMIGOS E ARMAS EPIRITUAIS DO APOSTOLADO.&lt;br /&gt;2.1 – Os inimigos interiores (vss 4,5).&lt;br /&gt;2.2 – As armas espirituais (vss 4,5).&lt;br /&gt;Como já abordamos em outras lições, e está muito claro e bem delineado neste trimestre, Paulo tinha nos judaizantes “cristianizados”, os seus maiores opositores. Muito embora distantes da visão cristã paulina, mas declarados cristãos por circunstâncias secundárias, pois priorizavam Moisés ao invés de Cristo, estes tais apóstolos estigmatizaram  Paulo como revolucionário, extremamente rude em palavras e pseudo apóstolo. Não eram forasteiros, mas membros da igreja com visão muito antagônica a de Paulo.&lt;br /&gt;Infelizmente pela individualidade humana, pela extrema liberdade com que correm os pensamentos formando o que academicamente podemos chamar de correntes, os conceitos teológicos tendem a se difundir em variantes de um mesmo pensamento. De sorte que uma idéia central possa ter nuances múltiplas para uma mesma verdade, gerando cheques e até mesmo divisões e discórdias. Paulo por estes motivos adquiriu inimigos internos, que convivem em torno da mesma cruz, mas que possuem interesses distintos. Devemos ter muito cuidado com relação a esta realidade. Cristo afirma que um reino dividido não subsistirá.&lt;br /&gt;Porém Paulo afirma ter o evangelho a arma imperiosa para confirmar seu ministério. A destruição de fortalezas, ou do reino das trevas era a meta maior de Paulo, e a maneira máxima de externar sua condição apostólica. Este pensamento nos trás a idéia de que todo ministro de Cristo, necessariamente deve ser confirmado por Deus com demonstrações de poder e autoridades divinas. Sobre autoridade falaremos a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – A PERSPECTIVA DE PAULO SOBRE AUTORIDADE.&lt;br /&gt;3.1 – O significado de autoridade.&lt;br /&gt;3.2 – A perspectiva de Paulo quanto a autoridade espiritual.&lt;br /&gt;Irmãos, usemos aqui o exemplo dos militares para expor esta verdade. Quando você é militar de uma baixa patente, você é aparamentado dentro de um nível operacional, para enfrentar os mais variados tipos de situações de risco. Da mesma maneira um cristão, ao aceitar a Cristo é alistado nas fileiras espirituais do exército do Senhor. Desta forma ele recebe a indumentária, a farda (armadura, Ef  6), depois recebe as armas de guerra (no caso bíblico o poder At 1.8) para poder atacar.&lt;br /&gt;Porém um soldado, não pode sair a esmo atirando quando ou em quem bem entender. Antes em meio às situações próprias de guerra, na criticidade da adversidade proposta pelo adversário, mesmo assim ele só poderá usar deste poder se for autorizado pela patente superior, pois corre o risco de ser processado e responsabilizado por eventuais danos causados por sua ação autônoma pela justiça militar. Assim também é na vida espiritual, pois a autoridade vem do Senhor, e é Ele quem detém a capacidade de delegar positivamente ou não sobre as situações em que passarmos. Pois senão vejamos, quantas orações são feitas para que haja a cura e a cura não vem? Porque pedimos (ou decretamos, exigimos e determinamos) tanto, e não recebemos? Porque em determinadas situações em que deveríamos interceder, decretamos! Onde deveríamos pedir exigimos!&lt;br /&gt;Precisamos ouvir a assertiva divina nos autorizando a por o cajado no mar para que ele se abra, a ouvirmos a voz de Deus para depois profetizar e por aí vai. Senão corremos o risco de afetar a rocha para que dela saia a água das benção modernas exigidas por esta geração com o nosso dom (poder), e usar o dom em causa própria e depois sermos rejeitados pelo Senhor!&lt;br /&gt;O poder está em nós desde o pentecostes, porém a autoridade permanece com o Senhor e é delegada a quem Ele quiser. A igreja é autorizada a pregar, ensinar e batizar. A consequência desta obra é cura, milagres e libertação. Ademais, o próprio Senhor mostrará quem é dEle ou não, quem tem a autoridade ou não. Paulo usa seus resultados ministeriais como prova para quem quisesse e pudesse compreender pela livre posição ou por humildade mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;Deus abençoe a todos, e uma ótima aula a você caro professor.&lt;br /&gt;3.3 – A graça de contribuir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-5851357160181555218?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/5851357160181555218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=5851357160181555218' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/5851357160181555218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/5851357160181555218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2010/03/licao-10-defesa-da-autoridade.html' title='Lição 10- A Defesa da Autoridade Apostólica de Paulo'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-2824583172073099915</id><published>2010-02-18T18:02:00.000-08:00</published><updated>2010-02-18T18:14:03.776-08:00</updated><title type='text'>Lição 8 - Exortação a Santidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Lição 8 Trimestre 1 de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da lição 8, do trimestre 1, de 2010, da lição da Escola Bíblica Dominical, CPAD/CGADB 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentarista: Pb Cleber de Amorim.&lt;br /&gt;Contatos: 48 3433-9454; 8806-2527 - Criciúma SC.&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:Cleber.comjesus@hotmail.com"&gt;Cleber.comjesus@hotmail.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Preletorcleberdeamorim.blogspot.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Título: Exortação a Santificação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 6. 14-18; 7.1, 8-10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;II Coríntios 6&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;14 –Não vos prendais a um jugo desigual com infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Não vos prendais a um jugo desigual com infiéis”. Para a melhor compreensão do texto, vamos recorrer aos termos. O jugo categoricamente fala do que nós chamamos que canga, ou seja, aquele instrumento que junta dois bois e os faz uma parelha para puxar um carro ou a arado. Jugo fala expressamente de união. Em analisando o contexto cultural de corinto, logo concluímos ser muito difícil a aproximação de um cristão convicto com as pessoas pagãs em todos os sentidos. Surge então a pergunta: O cristão pode (ou deve?) ter comunhão (sociedade) com incrédulos?&lt;br /&gt;Este assunto deve ser analisado com muito cuidado, devido a complexidade e energia da afirmação. No mundo moderno e empresarial, as sociedades são normais e conseqüentes em praticamente todo e qualquer empreendimento econômico em que se irá investir talentos e capital. As empresas tem sócios, na bolsa de valores você adquire ações de uma empresa e acaba virando sócio destas. Nas juntas comerciais de todos os estados da federação praticamente não se abre empresas sem a união em contratos sociais. Estas conveniências porém não destacam e dão valor a princípios como fé e religiosidade, diferenças culturais dentre outras.&lt;br /&gt;Paulo também não diz “não tenhais”, e sim não vos prendeis! A uma diferença abissal em não dever e não poder. Mas partícipes do pensamento do apóstolo, podemos corroborar com sua afirmação dizendo que a sociedade entre um cristão e um incrédulo é muito complexa no que se tange a fé, porém pode ser muito produtiva quando observados os princípios básicos da administração moderna. Mas destacaremos aqui, algumas sociedades em que impreterivelmente os cristãos não deverão associar-se aos incrédulos:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1)       Matrimônio. Por ser uma relação íntima demais entre partes. O casamento na visão bíblica é uma união de corpo, alma e espírito. Os dois tornam-se um!&lt;br /&gt;2)       Na fé. Deus não aceitará divisão em nossa adoração. Lembremos de Salomão, e suas mulheres estrangeiras que o fizeram pecar contra o Senhor.&lt;br /&gt;3)       Certos eventos e festas. Cabe-nos salientar que em determinados eventos com conotação religiosa ou mística como batismos, festivais étnicos e “culturais” como o Carnaval, luais, dentre outros, bem como sociais onde as pessoas liberam-se em danças, glutonarias, piadas e outras manifestações da realidade sem Deus. Devemos ter cuidado com estas situações, pois elas nos afastam de Deus. Parece uma coisa normal, mas não o é. Jesus nos afirma que: “Nos dias de Noé as pessoas comiam, bebiam, davam-se em casamento. Daí veio o dilúvio e os levou a todos!” (Mt 24.38). Não que não se possa fazer nada disso, mas a intenção e o distanciamento que estas festividades levam as pessoas de Deus, é que são destacadas.&lt;br /&gt;Do mundo não devemos esperar nada de proveitoso para a nossa fé e comunhão com Deus. A associação, o jugo ou a comunhão como queiram, entre um cristão e um incrédulo é complexa sim, perigosa e altamente propícia para o enfraquecimento das convicções morais e espirituais em Deus o Pai. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;15 – E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Concórdia”. Em algumas traduções se transcreve este termo por harmonia, ligação ou concórdia. No original grego o termo é “Sunphonesis” que literalmente fala da harmonia de uma sinfonia, da união entre instrumento de uma “sinfonia”.&lt;br /&gt;Pela natureza prontamente antagônica entre Cristo e o fiel, em contraposição a Satanás e o infiel, Paulo usa a terminologia acima para descrever a impossibilidade de comunhão entre o santo e o profano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;16 – E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei e entre eles andarei; e Eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;17 – Porque saí do meio dele, a apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis em nada imundo, e eu vos receberei;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;18 – E Eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os textos acima continuam o pensamento apostólico da separação necessária entre os cristão e o mundo, para que a comunhão com Deus não se desfizesse, pelo entristecer do Espírito Santo devido a ações influenciadas pelo pensamento e viver mundanos. As afirmações acima são paráfrases de textos como Lv 26.12; Jr 32.38; Ez 37.27; Is 52.11; II Sm 7.14 e Is 43.6.&lt;br /&gt;Figuras como templo e ídolos, comparadas ao nosso corpo como templo são lógicas paulinas espetaculares, que nos possibilitam a compreensão pura e simples do pensamento apostólico. Não há como não compreender a mensagem, pois é clara e objetiva em seu escopo. Também o tocar o imundo! Pai e filhos são conotações extraordinárias da dimensão de comunhão que um crente tem com o seu Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;II Coríntios 7&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;1 – Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor a Deus.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aqui os termos purifiquemo-nos e santificação, denotam a ação cristã na busca pelo padrão de excelência moral e de integridade de fé em relação ao mundo caído que nos rodeia. Purificar-se é um ato da santificação.&lt;br /&gt;A santificação tem haver com a eliminação de toda a imundícia da “carne e do espírito”. O homem é constituído de corpo, alma e espírito. Portanto a santificação é o esforço por resguardar todas estas fronteiras da existência humana de tudo aqui que os pode macular. Imundícia e impureza são traduções para o termo grego “molusmo” que significa macular, sujar. Logo o pecado mancha a alma redimida do crente e o torna imperfeito para a comunhão com Deus, visto que este é o padrão da santidade em si mesmo (I Pe 1.15,16).&lt;br /&gt;A santidade é uma necessidade, uma assertiva, uma necessidade cristã. Além do que uma exigência de Deus (I Pe 1.15,16; Hb 12.14).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;8 – Porquanto, ainda que vos tenha contristado com a minha carta, não me arrependo, embora já me tivesse arrependido por ver que aquela carta vos contristou, ainda que por pouco tempo;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;9 – Agora, folgo, não porque fostes contristados para o arrependimento; pois fostes contristados segundo Deus; de maneira de por nós não padecestes dano em coisa alguma.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;10 – Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende, mas a tristeza do mundo opera a morte.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Existem algumas possibilidades especulativas sobre qual seria esta carta de que Paulo fala no verso 8:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1)       A própria primeira epístola aos coríntios.&lt;br /&gt;2)       A epístola perdida (I Co 5.9).&lt;br /&gt;3)       A epístola severa contida nos capítulos 10 a 13 de segunda coríntios, que dizem alguns, foi indexada ao texto primário desta. Dizem alguns que esta, havia sido enviada aos coríntios antes da segunda epístola canônica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na realidade a maioria dos comentaristas, reconhecem haver pelo menos quatro epístolas paulinas aos coríntios. Quem sabe cinco, pois para muitos os textos de II Coríntios 6.14 a 7.1 constituem outra epístola. Seja como for, a necessidade de escritos por parte do apóstolo a igreja coríntia, deu-se pelo fato de sua missão evangelizadora, pela sua proximidade com a fé destes e pela necessidade gerada pela imoralidade reinante em corinto que constantemente influenciava os crentes daquela cidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Embora procurasse a aproximação afetiva com estes crentes, Paulo não se desviava da missão pastoral e corretiva em relação aos maus hábitos dos habitantes de corinto. Paulo fala que a tristeza da correção poderia causar a salvação destes. Pois a tristeza do arrependimento não se compararia a tristeza pela prática do pecado no mundo, o que leva às pessoas a morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TEXTO ÁUREO: II Cor 6.1.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;em&gt;“Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor a Deus”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;NOSSOS OBJETIVOS NESTA AULA SERÃO:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;* Conscientizar nossos alunos de Paulo buscou a reconciliação com os coríntios.&lt;br /&gt;* De que devemos viver uma vida santa.&lt;br /&gt;* Explicar o porquê de Paulo reiterar seu amor aos coríntios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DIVISÃO TÓPICA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 – PAULO APELA À RECONCILIAÇÃO E COMUNHÃO (6. 11-13).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1.1  – Paulo apela ao sentimento fraterno dos coríntios (vs 1).&lt;br /&gt;1.2  – Paulo dá exemplo de reconciliação.&lt;br /&gt;1.3  – Paulo demonstra seu afeto e espera ser compreendido (vs 12,13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunhão entre e dos santos, é um desejo expresso por Deus. Jesus falou que um reino dividido não subsiste, dando-nos a entender que esta, a união, é uma característica da plenitude do amor de Deus em nossas vidas, uma realidade visível que demonstra a verdade invisível e ideal estando em nossos corações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As predileções, as empatias ou sentimentos humanos de aceitação de outrem por aparência, fala gestos e outros, são opções puramente intuitivas da realidade humana, e consequências de uma existência social, o que pode ocorrer ao inverso sem descaracterizar a ação como normal a nossa existência e forma de ser. Porém o amor de Deus ultrapassa conveniências e padrões estabelecidos ou intuitivos da natureza humana. Ele nos constrange a amar, e não somente simpatizar com alguém, seja ele amigo ou até mesmo inimigo. Amar inimigos, orar pelos que nos perseguem... Eis aí uma prova suprema de cristianismo, de amor de Deus.&lt;br /&gt;O problema da rigidez do coração com relação ao amor pelo outrem está na consequência lógica e clássica desta ação. Se amo aproximo-me, se não, busco distância. Lembremos de que cristianismo é convivência, união, parceria, ajuntamento de coração, é alegria, gozo e paz no Espírito Santo. Esta é uma boa hora para pedirmos de Deus o altruísmo necessário para compreender o mais fraco, o necessitado, o carente. Buscar aquele irmão que a tempos não vem na igreja, que não foi lembrado por nossa simpatia, mas que existe, e por outro lado talvez simpatize conosco, e na hora má seja no leito de dor, na angústia profunda, na tragédia, esteja esperando justamente por nós que nos antipatizamos dele. Busquemos com zelo os melhores dons, e certamente acharemos o amor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 – PAULO EXORTA OS CORÍNTIOS A UMA VIDA SANTIFICADA (6.14-7.1).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;2.1 – Uma abrupta interrupção de exortação (vs 14-18).&lt;br /&gt;2.2 – O perigo que ameaça a fé: O jugo desigual.&lt;br /&gt;2.3 – O correto relacionamento do cristão com os não-crentes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando Deus fala a Israel, principalmente no livro de Levítico, onde a adoração está recebendo o entorno da vontade divida, em uma formatação cúltica, ritualista e cerimonial, onde exigências de formas e modelos são expressos por Jeová para que o culto fosse aceito por Ele, uma exigência fica bem delineada e expressa – a santidade. A santidade é um atributo divido que reporta o senhor Deus a uma atitude necessária e temerária em relação à criação caída e maculada - a separação. A separação por mais antagônica e complexa que possa parecer, é a forma de evitar um encontro entre a pecaminosidade humana e a pureza divina e a consequente necessidade desta de destruir o pecado e garantir a permanência da pureza moral de Deus. Deus é fogo consumidor! Sua santidade o compele a destruir tudo e qualquer coisa impura. Logo esta separação nos preserva, e nos permite em Cristo buscar a solução para este problema.&lt;br /&gt;Então a separação do erro, do mal, do pecado, é uma ordenança moral que nos levará para mais perto do senhor, e nos caracterizará pela diferença em relação a quem não optar por este caminho. Quanto mais separados do mundo, ficamos diferentes, puros e incontamináveis. No conceito divino, a adoração dividida não será aceita, pois ou você adora a Ele ou a mundo. Logo santificado, mais aceito por Ele seremos.&lt;br /&gt;Cabe-nos reiterar que como somos uma tricotomia formada por corpo, alma e espírito, nossa santidade deve abranger estas áreas, e como tal devemos nos afastar de tudo aquilo que possa alcançar estas esferas de nossa existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 – PAULO REGOZIJA-SE COM AS NOTÍCIAS DA IGREJA EM CORINTO (7.2-16).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;3.1 – Paulo reitera seu amor para com os coríntios (vs 2-4).&lt;br /&gt;3.2 – Paulo alegra-se pelas notícias trazidas por Tito (vs 5-7).&lt;br /&gt;3.3 – A tristeza segundo Deus (vs 8-16).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com relação à visita de Timóteo não muito bem sucedida junto aquela igreja, a ida de Tito parece ter surtido um efeito benéfico e conciliador entre Paulo e seus filhos na fé em corinto. Isto parece ter chegado a Paulo em forma de relatório e causado um alívio no apóstolo. A ida de Tito parece-nos ter ocorrido por conta da leva da carta severa, e segundo o que se vê os destinatários, longe da presença do apóstolo, se rendem a seus argumentos pertinentemente carregados de zelo e amor. Isso confortou e muito a consciência de Paulo.&lt;br /&gt;Num daqueles momentos inspirativos do apóstolo, a pena paulina descreve um paradoxo extremamente complexo e revelador da fé. A pena do sofrimento, ajuizado na consciência do crente penitente pelo contexto de pecados a sua volta, confrontando-se com a ação do Espírito Santo, o que gera a contrição, um sofrimento de peso na alma pelo erro. É o espectro da justiça divina trazendo a consciência do erro, e a necessidade do perdão. Paulo chama isso de tristeza segundo Deus, ou seja, uma provisão para nossa salvação.&lt;br /&gt;Que Deus tenha misericórdia, se enganados pela avareza da alma, nossas consciências estiverem cauterizadas de forma que não mais reconheçamos o pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deus abençoe a todos, e uma ótima aula a você caro professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-2824583172073099915?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/2824583172073099915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=2824583172073099915' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/2824583172073099915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/2824583172073099915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2010/02/licao-8-exortacao-santidade.html' title='Lição 8 - Exortação a Santidade'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-3917907575791602392</id><published>2010-02-08T17:15:00.000-08:00</published><updated>2010-02-08T17:42:40.134-08:00</updated><title type='text'>Paulo, Um exemplo de Líder-Servidor - Liçã0 7 EBD trimestre 1 de 2010</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Lição 7 Trimestre 1 de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da lição 7, do trimestre 1, de 2010, da lição da Escola Bíblica Dominical, CPAD/CGADB 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentarista: Pb Cleber de Amorim.&lt;br /&gt;Contatos: 48 3433-9454; 8806-2526 - Criciúma SC.&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:Cleber.comjesus@hotmail.com"&gt;Cleber.comjesus@hotmail.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Preletorcleberdeamorim.blogspot.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Título: Paulo, um Modelo de líder-Servidor&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 6. 1-10.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;II Coríntios 6&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;1 – E nós, cooperando também com ele, vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Continuando o pensamento do capítulo seis sobre a reconciliação, Paulo se declara cooperador de Cristo neste ministério. O verso 1 e 2 desta capítulo, são de certa forma uma transição de pensamentos de um mesmo conceito. Paulo fala do compromisso dos crentes no ministério reconciliador de Cristo, pregando e ensinando, o que propagaria o evangelho. Agora corroborando o tema desta lição (Paulo, um modelo de líder servidor), ele fala de cooperação, exortação (Parakaloumen em grego, ou seja, ajuda consoladora, motivadora, inspiradora), na esperança de levar às pessoas a salvação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;2 – (Porque diz: Ouvi-te em tempo aceitável e socorri-te no dia da salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o tempo da salvação);&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Referência direta a Isaías 49.8. Qual a identificação de Paulo e Isaías? Total. Tanto um como outro, anunciavam a salvação, Isaías pelo Messias que viria, Paulo pelo Messias já vindo, desprezado, morto e ressurreto. Um tem a visão futurística, revelacional, porém com certeza de efeitos da mensagem do Ungido. Outro tem a incumbência de continuar, representar e doutrinar o povo do Senhor em seu ministério. Porém, tanto um, como outro, anunciavam a salvação tanto a gentios como judeus. E cada um em seu tempo é rechaçado, resistido e desprezado em sua mensagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Nossa mensagem deve ser eminentemente evangelística. No verso dois isso fica evidente, pois:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;1)       Deus ouve, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Ouvi-te”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2)       Há um tempo aceitável segundo Deus, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Em tempo aceitável”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Que tempo é esse? A graça. Ela se manifesta quando o pecador se arrepende.&lt;br /&gt;3)       Deus socorre (Salmo 121.1,2) Aleluia! &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Socorri-te”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;4)       Dia da Salvação. Seria este um dia especial? Um dia marcado? Entendemos ser o dia da decisão por Cristo, por parte do pecador. Não cremos em destino ou dia marcado para Deus salvar. Todo dia é dia, toda hora é hora. Porém quando isto acontece, então é o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“dia da salvação”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;5)       &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Tempo aceitável, tempo de salvação”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; É a graça (João 1.17), trazida por Cristo, e agora anunciada pelos líderes servidores, os salvos, que evangelizam e prosseguem com a missão apostólica e profética (Apocalipse 19.10).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Como podemos ver, não falta argumentação para nossa missão, para nosso ministério. Bastam de invencionices, modismos e atalhos (estratégias) para realizarmos nossa missão. O evangelho é simples, objetivo e direto. É a grande arma da Igreja em sua luta contra as trevas.&lt;br /&gt;Aqui termina o pensamento da reconciliação, e retorna o apóstolo a ministração de sua missão como servo, cooperador e ministro de Cristo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;3 – Não dando nós escândalo em coisa alguma, para que o nosso ministério não seja censurado&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Proskomma” em grego significa tropeço, e aqui traduzido por escândalo.&lt;br /&gt;Escândalo. 1 Fato ou prática imoral, condenável, revoltante; 2 Desordem, tumulto. Ximenes, Sérgio. Mini dicionário da língua Portuguesa. Ediouro, 2ª Ed. 2000.&lt;br /&gt;Escândalo. 1 O que é causa ou resultado de erro, ou pecado. 2 Indignação provocada por mau exemplo. 3 Tumulto, escarcéu. 4 Fato imoral, revoltante. Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda. Mini Aurélio, Ed Positivo, 7ª Ed. 2008.&lt;br /&gt;Neste verso se usa este termo como alusão a queda que um mal ou falso testemunho pode gerar tanto a uma pessoa, bem como a uma sociedade inteira. Isto alude à responsabilidade que paira sobre nossos ministérios.&lt;br /&gt;Hoje é um tanto comum vermos nos meios de comunicação, nas mídias, nas próprias teologias, os abusos por parte de “ministérios” e “ministros” ditos evangélicos, causando tristeza, angústia e sofrimentos aos verdadeiros santos de Cristo, que continuam pregando mesmo assim o genuíno evangelho, e enfrentando dificuldades por isto.&lt;br /&gt;Há uma conotação negativa no gênero, e um conselho do apóstolo em Romanos 16.17, para que nos afastássemos dos escandalosos e do próprio escândalo. Porém Cristo também foi feito escândalo (Rm 9.33; I Co 1.23), porém no sentido inverso, pois a verdade perturba o mundo, e para os mundanos o viver segundo a vontade de Deus é sim motivo de zombaria, de escárnio.  Isto sim, obra demoníaca, para desvirtuar a obra de Deus, e confundir os incrédulos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;4 – Antes, como ministros de Deus, tornando-nos recomendáveis em tudo; na muita paciência, nas aflições, nas necessidades, nas angústias,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;“Ministros”.&lt;/strong&gt; Quero trazer aqui o comentário sobre este termo, da lição 4 do 2º trimestre de 2009, quando Paulo fala também aos coríntios sobre este mesmo tema.&lt;br /&gt;Paulo fala aos Coríntios que os crentes têm um papel importantíssimo no reino de Deus: Servir. Sim, Paulo usa a figura do ministério para nos ensinar o proceder como obreiros de Jesus Cristo. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (I Co 4.1).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt; Em primeiro lugar analisemos os termos gregos que envolvem a temática:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;a)       &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Huperetas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Remador de barco (Galela), que remava no andar de baixo das embarcações, sempre regido pelo ritmo dado por um supervisor.&lt;br /&gt;b)       &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Diaconéu.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Serviçal tanto de tarefas civis como religiosos. Biblicamente tem haver com servir mesas. Tem haver com o diaconato.&lt;br /&gt;c)       &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Doulos.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Literalmente escravo. Douleu, serviço de escravo.&lt;br /&gt;d)       &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Leiturgo.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Serviço civil e religioso pago pelo estado. Praticamente servidor público. Ou trabalhador assalariado. Geralmente indicando o serviço sacerdotal, o culto, o ritual, o levirato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a palavra despenseiro, o grego fornece o termo oikomonos, que remete direto a administrador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Bem como podemos ver tomando como ponto de partida dos termos originais das escrituras, perceberemos que em nenhuma terminologia encontraremos o obreiro, o ministro como alguém com suprema autoridade, revestido de uma aura imperial inatingível e inacessível. Pelo contrário as Escrituras nos mostram o ministro (servo, obreiro, escravo, mordomo, servidor de mesas, administrador etc.) como alguém que trabalha em função de outrem. Imbuído na tarefa de resguardar o bem alheio, e dar até mesmo sua vida pela causa do seu Mestre/Senhor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Vejam bem, as atitudes do ministro devem ser altruístas, desapegadas e desinteressadas. Em Lucas 12.37 há um grande exemplo disso: “Bem aventurados os servos (Doulos do grego = Escravo) a quem o Senhor, quando vier, os encontre vigilantes; em verdade vos afirmo que ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa, e aproximando-se, os servirá (Diaconei)” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O próprio Senhor nos afirma ser ele mesmo servidor de mesas, nos dando exemplo de como proceder no Reino de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Igualmente, devemos notar que os servos devem ser chamados por Deus (Jo 15.16). A chamada é um tema muito sugestivo dentro deste contexto, pois dela advém o sucesso no ministério Cristão, afinal renunciar a si mesmo e tomar a cruz de cada dia, é a atitude exigida por Cristo a todos os que querem a salvação, mas poucos se dignam a fazer assim. Dou aqui alguns exemplos de homens chamados como Moisés nos capítulos 3 e 4 de Êxodo, Abraão em Gênesis 12, Samuel em I Sm 3, e no caso da lição em apreço o próprio Saulo de Tarso no momento de seu encontro com o Cristo da igreja em seu pleno poder (Atos 9).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A chamada deve ser confirmada por Deus! Como no caso do Espírito Santo enviar missionários na Igreja de Antioquia (Atos 13). Com milagres e obras divinas e dons ministeriais e de maravilhas. Hoje em um mundo fortemente evoluído, ciências humanas como Psicologia, Medicina, Engenharia, Administração etc, já provém métodos para gerenciamento de qualquer atividade humana e social. Devemos fugir destes preceitos puramente técnicos, e não olhar a Igreja e sua missão com olhos estatístico, administrativo e técnicos! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A Igreja de Jesus não é uma empresa, e por conseqüência não deve ser administrada como tal. O ministro não é um profissional, sua formação secular o capacita, o condiciona a ser melhor, e neste caso o Senhor também tem mais condições de usá-lo. Moisés foi educado por certo nas melhores Universidades do Egito, e teve condições de escrever sobre a Gênese do mundo, das espécies, dos astros etc. Paulo era versado, catedrático, tinha uma mente brilhante, e isso o capacitou a falar de Cristo perante autoridades, filósofos, ricos etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Poderemos abordar também hierarquia eclesiástica. No caso neotestamentário, se observa claramente duas classes ou posições: Os Bispos (Presbíteros ou Anciãos) e os Diáconos (Servidores de mesa), consagrados posteriormente devido às grandes demandas dos necessitados, pobres e principalmente viúvas, para liberar os Bispos à oração e a Palavra de Deus (Atos 6).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Dons ministeriais são ministrados sobre os ministros (Servos), vide Efésios 4.11. Ali Paulo relata que o Cristo dá dons aos homens (no genérico) e a uns Ele faz Apóstolos, outros Profetas, Evangelistas, Pastores e Mestres. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Percebemos claramente estes não como títulos ou graus hierárquicos e sim capacitações de Deus para uso no cotidiano Eclesiástico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Em suma, ministério fala de serviço! Muito trabalho na obra de Deus. O escritor aos Hebreus diz: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Ninguém tome essa honra para si, se por Deus não for chamado como Arão!”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Hb 5.4). Porém vimos com preocupação, a inversão de valores de hoje em dia quando muitos são consagrados ao ministério por conveniências, acordos, hereditariedade etc. A Igreja não é um Reino, ela faz parte do reino de Deus. Portanto não é uma empresa ou uma Dinastia com direitos vitalícios. Onde está o chamado de Deus? As provas da chamada? Os milagres, a cooperação Divina nos ministérios?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Agora o ministro deve ter em mente que, mesmo trabalhando de forma altruísta, e renunciosa ele jamais fugirá do julgamento de seu serviço, seja aqui na terra pelos homens, pela Igreja e por Deus. Como também deverá prestar contas de seu trabalho ali na glória. Porém lá, o julgamento não será de aprovação, e sim de recompensa, com a entrega de galardões e da coroa (II Tm 4.8).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Os despenseiros ou ministros Cristãos devem ser prioritariamente pessoas abnegadas e dedicadas ao Reino de Deus, e não as suas conveniências. Deus nos tem chamado para sermos servos! Perceba, Deus chama, e isto deixa claro que antes de desejarmos ser o Senhor precisa nos permitir ser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Ele é o dono da obra, e no caso de seu serviço Ele tem a primazia de escolha. A Timóteo, Paulo declara que Deus conhece os que são seus (II Tm 2.19). Outro ponto importante é que homens podem interferir nos planos divinos, tomando para si a honra que não lhes é devida, pois Hebreus 5.4 diz claramente que ninguém deve tomar para si a honra de ser um obreiro se Deus não o chamar! Que tristeza, a Bíblia é tão clara, mas ainda vemos pessoas não muito humildes tentando ser aquilo que de fato todos vêem, menos ele, de que Deus não está no negócio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O ministério é árduo, espinhoso, difícil. Só mesmo os chamados resistem. Dois vocábulos são usados por Paulo: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Uperetas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;oikonomos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; significando remador e administrador respectivamente. Todos os dois no sentido de serviço laborioso, organizado e sistemático. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Os ministros deverão ter chamada específica e caracterizar-se por Fidelidade, piedade, responsabilidade, integridade e ter familiaridade com a palavra de Deus. Hoje em dia é muito fácil encontrarmos obreiros administradores, construtores e sistemáticos dentro de padrões humanos. Porém a obra carece de obreiros que distribuam os mistérios, as revelações, as dádivas, diretamente de Deus aos corações, e isto será feito a partir da utilização de dons que destacam o lado espiritual da obra de Deus, em contraste com as obras meramente humanas como construções, aquisições e conceitos baseados na lógica e ciência puramente humanas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O verdadeiro obreiro também será aquele que sabe conviver com responsabilidade de seu chamado, as críticas que advirão desta chamada. Somos vitrine, expostos a juízos: de Deus, da Igreja, de nós mesmos e da sociedade como um todo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Façamos das palavras de Paulo a Timóteo nosso lema: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Procura apresentar-te a Deus aprovado!”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (II Tm 2.15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Recomendáveis em tudo”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; O obreiro como ministro de Cristo, deverá acima de tudo ter a habilidade de abrir portas, caminhos (construir pontes), unir distâncias, pessoas e vidas. Em suma não haverão portas fechadas aos servos de Deus, no que depender do seu testemunho.&lt;br /&gt;“Na muita paciência”. Do grego “Upomone”. Além de falar de espera também fala de constância, firmeza. Paulo precisou muito desta característica, tanto que fala que teve (tinha) muita paciência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Nas aflições”. “Thlipsis”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; é um termo grego e genérico que aponta para várias formas de aflição derivadas de várias formas de oposição, contra algo ou alguém. Logo nossas aflições derivam de vontade externa a nossa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Nas necessidades”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Necessidade, calamidade ou privação, são palavras correlatas em suas significações, pois procedem do mesmo termo grego &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Anagke”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. As situações da vida ministerial, as vezes, pode ser comparada a falta de recursos gerada por uma catástrofe, uma calamidade como um terremoto, uma enchente etc. Isso entendido por citações do apóstolo como nudez, fome ou enfermidades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Nas angústias”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; A etimologia do texto grego &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“stenochoria”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; denota um estreitamento ou confinamento. Angústia é o sentimento derivado disso, desta situação extrema.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Todos estes termos usados neste verso dão a idéia das condições extremas enfrentadas pelo apóstolo para o cumprimento de sua missão evangelística. A análise das terminologias no original dará expansão ao pensamento exegético, contextual e circunstancial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;5 – Nos açoites, nas prisões, nos tumultos, nos trabalhos, nas vigílias, nos jejuns,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Ao contrário do verso quatro onde o apóstolo descreve genericamente as situações e conseqüências delas, neste há a descrição de fatos que colocados lado a lado formam um conjunto de fatos observados em toda a narrativa de Atos, quando narrando o ministério de Paulo. Açoites, prisões, tumultos, trabalhos, vigílias e jejuns, dão a idéia da intensidade e dificuldades do ministério paulino&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;6 – Na pureza, na ciência, na longanimidade, na benignidade, no Espírito Santo, no amor não fingido,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Seguindo no pensamento da boa recomendação, do bom testemunho, Paulo exalta a pureza de coração (mente) quando fala de pureza e ciência (conhecimento). Longanimidade e benignidade são características que demonstram o caráter positivo do ministério de qualquer obreiro; É praticamente uma exaltação do caráter cristão. A comunhão com o Espírito Santo é um dever, e o amor não uma demonstração hipócrita, usado como ferramenta da falsa modéstia e humildade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;7 – Na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça, à direita e à esquerda,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Palavra da verdade”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Na palavra de Deus como vontade e revelação. Aqui não se refere a bíblia como tal é formatada nos dias atuais, até mesmo porque esta não existia ainda neste tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Poder de Deus”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; O &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“dunamis”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; ou poder em grego, fala de energia. A explosão da dinamite é a mais clara sugestão para a compreensão da linguagem do texto. Paulo declara que &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“o evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crer”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Romanos 1.16).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;As armas da justiça podem aludir aqui ao escudo e a espada. Cada arma usada em cada braço em tempo simultâneo em uma mesma batalha. Um para defesa, outro para ataque. Duas armas, dois braços. A posição das armas será consequência da habilidade ou da característica de cada soldado, se destro ou canhoto. A posição não importa, mas sim o resultado final. O crente deve saber a hora exata para atacar e também para se defender.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;8 – Por honra e por desonra, por infâmia e por boa fama, como enganadores e sendo verdadeiros;&lt;br /&gt;9 - Como desconhecidos, mas sendo bem conhecidos, mas sendo bem conhecidos; como morrendo e eis que vivemos; como castigados e não mortos;&lt;br /&gt;10 – Como contristados, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo e possuindo tudo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Nestes três versos há um paralelo paradoxal tipicamente hebraísta chamado de sinonismo antitético, que constrói com intensidade ímpar o pensamento que se quer passar. Ou seja, o da realidade ideal contrastada com a sugestão ou situação atravessada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O contraste aqui impacta, contrasta e abre o entendimento para situações ambíguas dentro do mesmo pensamento. Este vai e vem, não deixa de ser claro e lógico, pois permite que se veja uma verdade por ângulos opostos e ao mesmo tempo complementares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Destacamos aqui também a humildade do apóstolo em relação às situações enfrentadas em seu ministério. Resignação e aceitação são demonstrações claras de humildade diante de Deus por parte de Paulo. Pois passar por tudo que ele passou, não é uma tarefa das mais fáceis. Porém em todas estas coisas ele foi mais que vencedor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;TEXTO ÁUREO: II Cor 6.1.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;“E nós, cooperando também com ele, vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;NOSSOS OBJETIVOS NESTA AULA SERÃO:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;* Conscientizar nossos alunos de o egoísmo não deve ter vez no ministério do líder cristão; e que servir é o lema. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;* O ministro deve estar pronto a enfrentar problemas inerentes a obra de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;* Identificar as armas de ataque e defesa do líder-servidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DIVISÃO TÓPICA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 – PAULO SE IDENTIFICA COMO SERVIDOR DE CRISTO (6. 1,2).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1.1  – Paulo Se descreve como cooperador de Deus no ministério da reconciliação (vs 1).&lt;br /&gt;1.2  – Paulo um modelo de líder-servidor.&lt;br /&gt;1.3  – Paulo desperta os coríntios para a chegada do “tempo aceitável” (vs 2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Paulo se identifica muito com o ministério de Jesus e seus sofrimentos. Para ele não era motivo de vergonha e derrota o sofrimento gerado pela oposição ao evangelho, mas uma honra, pois esta era pela ótica do apóstolo, uma prova de sua aprovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Servir ao seu Senhor era um orgulho, um prazer. E que ele era o representante do Senhor neste tempo aceitável o da graça era uma tarefa outorgada pelo próprio Senhor Jesus, e não sua vontade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 – A ABNEGAÇÃO DE UM LÍDER SERVIDOR (6. 1-10).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;2.1 – O cuidado de um líder-servidor.&lt;br /&gt;2.2 – Experiências de um líder-servidor (vs 4-6).&lt;br /&gt;2.3 – Os elementos da graça que o sustentaram nestas experiências (vs 7-10).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Na visão paulina, as lutas e provas oriundas da pregação fortaleciam suas convicções. As experiências causadas por dores e aflições marcam a alma, formam o caráter do obreiro, e o preparam para enfrentar com mais capacidade as situações adversas em seu ministério. Parece antagônico, mas é uma realidade espiritual, aceita por muita abnegação e amor ao Senhor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Alguém pode perguntar: Mas que amor é este? O mesmo amor que Cristo teve por nós. Quando Jesus perguntou a Pedro se este o amava, este respondeu sempre com o amor “Fhileu”, nunca com o &lt;strong&gt;“Ágape”.&lt;/strong&gt; Talvez o apóstolo quisesse demonstrar a mesma intensidade de amor recebida, mas não vemos aqui qualquer indício de auto indulgência, religiosismo ou sentimento religioso e humano.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 – ARMAS DE ATAQUE E DEFESA DE UM LÍDER-SERVIDOR&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;3.1 – Armas da Justiça numa guerra espiritual ((vs 7).&lt;br /&gt;3.2 – Os contrastes na vida cristã na experiência de um líder servidor (vs 8-10).&lt;br /&gt;3.3 – Paulo dá uma resposta aos adeptos da teologia da prosperidade (vs 10).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Em Efésios 6, Paulo relaciona várias armas, umas de defesa, outras de ataque, vejamos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Indumentária.&lt;/strong&gt; Couraça da Justiça (vs 14), calçado com o evangelho da paz (vs 15).  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Armas de defesa.&lt;/strong&gt; Destacamos primeiramente as de defesa, pois os invictos são aqueles que não perdem. Logo defesa é fundamental, exigindo muita cautela, estratégia e sabedoria. O defensor não pode errar, pois corre o risco de não ter uma segunda oportunidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Então vejamos: escudo da fé (vs 16), capacete da salvação (vs 17).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Armas de ataque.&lt;/strong&gt; A palavra de Deus (vs 17), oração (vs 18).  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Depois de estar firme na defesa da fé, poderemos atacar. No ataque se erramos, podemos ter outras oportunidades de acerto. Por isto, só atacamos depois de saber nos defender. Aprendendo a arte da defesa, aprendermos as artes do ataque, conheceremos melhor nossos inimigos, suas táticas e poderes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Se Paulo vivesse hoje em dia, não sei como ele compararia esta luta, usando a metáfora da guerra com os padrões atuais em falando de armamentos bélicos existentes hoje. Porém comparando com o que conhecemos hoje em termos de armamento, percebemos que nossas armas embora simples &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“são poderosas em Deus para a destruição de fortalezas”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; I Co 10.4.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Não precisamos da altivez da modernidade para enfrentar Satanás. Ele é o mesmo, e se Paulo e a Igreja o venceram sem as modernidades atuais, é lógico pensar que devemos nos adaptar a oração, ao jejum, a santificação muito antiquados nos tempos atuais, onde reina a teologia, os sofismas, as analogias, as paráfrases intermináveis e as demonstrações retóricas de nossos púlpitos em catedrais. Satanás e seu reino estão aí, nos ares, dominando o mundo com a mídia, com a moda, o consumo, a carnalidade etc. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Escravizando os homens na prostituição, no espiritualismo, nas crendices e pobreza espiritual.&lt;br /&gt;Devemos então como igreja atacar as bases deste império invisível mais real, nos opondo a tudo o que é contra a Deus, sua palavra, a bons princípios e sua igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Deus abençoe a todos, e uma ótima aula a você caro professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-3917907575791602392?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/3917907575791602392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=3917907575791602392' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/3917907575791602392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/3917907575791602392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2010/02/paulo-um-exemplo-de-lider-servidor.html' title='Paulo, Um exemplo de Líder-Servidor - Liçã0 7 EBD trimestre 1 de 2010'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-2585992758797792714</id><published>2010-02-03T11:19:00.000-08:00</published><updated>2010-02-08T16:45:08.760-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Ministério da Reconciliação - Lição 6 ebd'/><title type='text'>O Ministério da Reconciliação - Lição 6 EBD</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Lição 6 Trimestre 1 de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Comentário da lição 6, do trimestre 1, de 2010, da lição da Escola Bíblica Dominical, CPAD/CGADB 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentarista: Pb Cleber de Amorim.&lt;br /&gt;Contatos: 48 3433-9454; 8806-2526 - Criciúma SC.&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:cleber.comjesus@hotmail.com"&gt;cleber.comjesus@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Preletorcleberdeamorim.blogspot.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título: O Ministério da Reconciliação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 5. 14,15, 17-21.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II Coríntios 5&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;14 – Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo, todos morreram.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“O amor de Cristo nos constrange”.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Anteriormente, o apóstolo havia feito menção do tribunal de Cristo (vss 10,11), o que de certa forma constrange o crente a servir ao Senhor com diligência e compromisso. Porém agora o amor (grego= agapó tou Cristou) de Cristo também nos demove de uma posição estática e insensível, para uma vida constrangida (grego= sunecho) voluntariamente para a adoração viva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Termos gregos:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Amor, grego - Ágape.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Amor que vem de Deus; o amor divino. Cristo é o próprio ágape, e manifestou isso por nós. Aqui não fala de nosso amor à Cristo, e sim de seu amor por nós.&lt;br /&gt;Constranger, grego - Sunecho. Fechar dentro de; impelir a um sentimento. Quando analisamos então o constrangimento citado por Paulo, perceberemos aqui uma exortação a um compromisso de reconhecimento deste amor. Por isso percebemos que os salvos têm este envolvimento e reconhecimento da obra reconciliadora de Cristo, e vivem de forma a respeitá-lo por isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;15 – E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuando o pensamento do verso anterior, o verso 15 corrobora com a idéia de reconhecimento extremo por Cristo e sua morte. A mensagem clara aqui fala de renúncia de seu “Eu” por parte do salvo, pois Cristo morreu e ressuscitou por isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;17 – Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Está em Cristo, nova criatura é”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Como já frisamos em comentários anteriores, a teologia paulina é extremamente voltada a experiência metafísica (não mística no sentido exotérico), na realidade de uma vida espiritual (Rm 89-11), na comunhão com o Espírito Santo e na transformação “real e literal” do crente a imagem de Cristo (Rm 8.29), e não de uma forma subjetiva ou teórico-teológica. Este verso expõe suprimidamente o pensamento do apóstolo, que expõe a mudança de natureza do salvo, e uma distância abissal entre a antiga e a nova criatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;18 – E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo e nos deu o ministério da reconciliação. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Cristo é o único caminho e instrumento para a aproximação do velho e surrado pecador a seu criador. Cristo é o agente direto desta obra divina, com ações dirigidas e não autônomas. Em Cl 1.18-20, veremos Paulo expor a reconciliação por Cristo a todos os planos da criação, ou seja, material e espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Ministério da reconciliação”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Ministério da reconciliação, ou em grego (diaconia da Katallage) fala do serviço de câmbio, ou seja da conversão de moedas, de bens a valores monetários. Seja como for, a reconciliação transforma a posição do homem perante Deus. Antes pecador e condenado, agora redimido e justificado! (Rm 8.33,34).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Termos gregos :&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Diaconia em grego&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; = Serviço, servir as mesas. Trabalho dos diáconos. Cooperadores dos bispos (sentido religioso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Katallage em grego&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; = Câmbio. Transformação completa. Modificação. No sentido eclesiástico, reconciliar, mudar a posição, valorizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;19 – Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Deus estava em Cristo”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Cristo é o agente ativo da reconciliação. O instrumento divino capaz de cumprir uma tarefa perfeita, uma missão impossível a homens, mesmo os sacerdotes dotados do ministério da intercessão e adoração. Impossível de ser realizada completa,mente pelo sangue de sacrifícios cruentos de animais, que apenas expiavam (cobriam) os pecados, dando assim um caráter imperfeito, precário e provisório ao perdão dos pecados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A missão da reconciliação é de Deus Pai e Deus filho, com a confirmação do Espírito Santo na vida do crente. Portanto uma missão da trindade! A colaboração do Pai, estando com Cristo, fala da união pericorética Triúna, da indissossiabilidade da trindade, seja no céu e na terra. Pai, filho e Espírito Santo têm atuações diferentes, porém unidas na salvação da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;20 – De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamos-vos, pois da parte de Cristo que vos reconcilieis com Deus. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Embaixadores de Cristo”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Em grego, embaixador é o presboumai. Essa designação tem origem na palavra presbítero ou ancião. Na realidade um embaixador deve ser um ancião na sabedoria e não somente na idade. Ele representa um estado, um governo, e defende suas práticas e modelo. Na realidade sua maior tarefa é abrir caminhos e fazer pontes, entre extremos ideológicos, culturais e comercias.&lt;br /&gt;Logo nosso ministério e representar a reconciliação, seu modelo e “modus operandis”, ou seja, Deus em Cristo fazendo a obra no ser humano.&lt;br /&gt;O verso também expõe claramente a possibilidade do homem de aproximar-se de Deus, e procurar a salvação para a sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;21 – Àquele que não reconheceu pecado, o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Aquele que não reconheceu pecado”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Jesus como Deus jamais poderia pecar! Pois seu sacrifício seria imperfeito. Ver Atos 3.14; João 8.46; Hebreus 4.15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“O fez pecado por nós”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Esta citação de maneira nenhuma fere a anterior do mesmo verso. O fazer pecado aqui fala de uma identificação com a situação da humanidade caída. Foi a partir desta aproximação com os homens que Jesus pode cumprir seu ministério. Esta semelhança também pode ter conotação com sua humanidade. Seu sofrimento foi literal, na carne e com muita dor, sofrimento e angústia!&lt;br /&gt;Por ser o cordeiro imaculado, é que a oferta de Cristo foi aceita pelo Pai, de forma eterna, perene e contínua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TEXTO ÁUREO: II Cor 5.18. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo e nos deu o ministério da reconciliação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOSSOS OBJETIVOS NESTA AULA SERÃO: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;* Conscientizar nossos alunos de que o ministério da reconciliação existe devido a obra expiatória de Jesus no calvário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* A base do ministério de Paulo era o amor de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* o amor de Cristo nos constrange e nos transforma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DIVISÃO TÓPICA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 – A VIDA PRESENTE E A FUTURA (5. 1-10). &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1 – A confiança doutrinária de Paulo (vs 1).&lt;br /&gt;1.2 – O anelo de Paulo pela vida além túmulo (vs 1-5).&lt;br /&gt;1.3 – O tribunal de Cristo para todos os crentes (7-10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;O cristianismo através de Paulo trabalha fortemente a teologia de uma dedicação espiritual a Cristo, tanto nesta vida, como na futura. A esperança de todo cristão, não se amolda a visão judaica do reino terrestre implantado pelo messias (que para eles virá).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes tem sua visão focada para o eterno, o porvir. Paulo declara que se esperarmos em Cristo apenas nesta vida seremos os mais miseráveis dos homens! (I Co 15.19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então se Cristo não vem, e a morte chegar, cabe-nos a esperança da ressurreição do corpo! Uma idéia intrínseca do cristianismo. E ao deixar esta vida, estar nos cuidados e perante o Senhor Jesus (VS 8). Paulo também deixa claro que no corpo estamos ausentes desta presença (vs 6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao tribunal de Cristo, Paulo diz que na presença (fora do corpo e na presença dEle), ou fora dela (neste corpo e nesta vida), devemos ser agradáveis ao Senhor. O que em outras palavras fala de nossa vida reta perante Ele. O tribunal de Cristo, fala claramente de juízo. Não o juízo final, dos ímpios no trono branco (Ap 20). Mas ao que tudo indica um julgamento das obras dos salvos, e consequente galardoamento, relativo às obras. Na realidade, o grande juízo dos crentes dar-se-á no dia do arrebatamento, pois tanto os salvos que dormem tanto os que estiverem vivos serão transformados. E aqueles que morreram em falta, como aqueles que viverem em falta não subirão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É justo pensar que todos os que serão levados no arrebatamento foram julgados aptos a isto, e como no céu não entra pecado, tantos os que forem como os que ficarem automaticamente foram julgados para isto. Logo na glória o tribunal de Cristo seria o tribunal dos redimidos, agora transformados da corrupção e gemidos da alma, para a glorificação do corpo (Rm 8.22,23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto o salvo não deve temer a morte, muito menos o que virá depois dela na eternidade. Mas este desejo deve estar dentro do salvo, o de estar pertinho de Deus!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 – O AMOR DE CRISTO CONSTRANGE E TRANSFORMA (5. 11-17). &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 – A força da persuasão à fé em Cristo (vs 11).&lt;br /&gt;2.2 – A grande motivação do ministério de Paulo: o amor de Cristo (vs 12,13).&lt;br /&gt;2.3 – Um amor que nos constrange a viver integralmente para Cristo (vs 14-17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Os comentários dos versos na leitura bíblica em classe abrirão nossos horizontes a uma exegese clara e abrangente, acerca da mensagem expressa pelo apóstolo aqui.&lt;br /&gt;Na realidade, não só a realidade de uma vida além desta e suas conseqüências para a eternidade devem motivar ou constranger o cristão a servir a Deus. Isto poderia ter um caráter pretensioso, religioso, litúrgico etc. O peso da mente, a obscuridade dos sacrifícios, a limitação espiritual seriam uma tragédia para a comunhão com Deus. Este não é o caminho, visto que Cristo nos abriu um caminho para a liberdade, para a alegria, para a vida plena. Ele não nos obriga a o servir, ele nos convida com amor!&lt;br /&gt;Seu amor é que deve nos convencer nos demover da escravidão do pecado. Se acreditarmos desta forma, e confiarmos neste amor, será salvos e reconciliados a Deus. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 – O MINISTÉRIO DA RECONCILIAÇÃO (5. 18-21). &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1 – Reconciliação, palavra chave da nova criação (vs 18,19).&lt;br /&gt;3.2 – O ministério da reconciliação.&lt;br /&gt;3.3 – Embaixadores de Deus (vs 20,21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;A reconciliação em caráter expressamente teológico significa uma mudança de posição por parte do homem perante Deus. Antes de Cristo uma situação, depois dEle uma nova, completamente diferente.&lt;br /&gt;O ministério (serviço) da reconciliação (do câmbio) é realizado por Cristo com a presença de Deus. E nós como embaixadores (anciãos representantes) abrimos oportunidades para que o mundo conheça o rênio de Deus e a sua justiça.&lt;br /&gt;Somos construtores de pontes e estradas. De contatos entre este mundo e o de Deus, convidando os pecadores a se arrependerem e reconhecer a superioridade de Cristo e sua obra! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Deus abençoe a todos, e uma ótima aula a você caro professor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-2585992758797792714?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/2585992758797792714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=2585992758797792714' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/2585992758797792714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/2585992758797792714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2010/02/o-ministerio-da-reconciliacao-licao-6.html' title='O Ministério da Reconciliação - Lição 6 EBD'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-5670521047443706069</id><published>2010-01-08T04:31:00.000-08:00</published><updated>2010-01-08T04:41:05.703-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lição 3 - A Glória das duas Alianças'/><title type='text'>Lição 3 - A Glória das duas Alianças</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Lição 3 Trimestre 1 de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da lição 3, do trimestre 1, de 2010, da lição da Escola Bíblica Dominical, CPAD/CGADB 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentarista: Pb Cleber de Amorim.&lt;br /&gt;Contatos: 48 3433-9454; 8806-2526 - Criciúma SC.&lt;br /&gt;Cleber.comjesus@hotmail.com.&lt;br /&gt;Preletorcleberdeamorim.blogspot.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Título: A Glória das duas alianças&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 1.12-14, 21,22; 2.4, 14-17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sinceridade de Paulo&lt;br /&gt;II Coríntios 1&lt;br /&gt;12 – Porque a nossa glória é esta: O testemunho de nossa consciência, de que, com simplicidade e sinceridade diante de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo e maiormente convosco.&lt;br /&gt;13 – Porque nenhumas outras coisas vos escrevemos, senão as que já sabeis ou reconheceis; e espero que também até o fim a reconhecereis,&lt;br /&gt;14 – Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo está explicando a sua demora em ir a Corinto&lt;br /&gt;21 – Mas o que nos confirma convosco em Cristo e o que nos ungiu é Deus,&lt;br /&gt;22 – O qual também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nossos corações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II Coríntios 2&lt;br /&gt;4 – Porque, em muita tribulação e angústia de coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que vos entristecêsseis, mas para que conhecêsseis o amor que abundantemente vos tenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vitória de Cristo no ministério apostólico&lt;br /&gt;14 – E graças a Deus que sempre nos faz triunfar em Cristo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar o cheiro de seu conhecimento.&lt;br /&gt;15 – porque para Deus somos o bom cheiro de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem.&lt;br /&gt;16 – Para estes, certamente, cheiro de morte para a morte; mas, para aqueles, cheiro de vida para a vida. E para estas coisas, quem é idôneo?&lt;br /&gt;17 – Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus; antes, falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEXTO ÁUREO: II Cor 2.14.&lt;br /&gt;“E graças a Deus que sempre nos faz triunfar em Cristo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar o cheiro de seu conhecimento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IDEIAS CENTRAIS DOS TEXTOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II Coríntios 1&lt;br /&gt;12 – A nossa glória... O testemunho de nossa consciência... na graça de Deus.&lt;br /&gt;A glória de Paulo aqui expressa o sentimento de alegria (orgulho?) de possuía diante de Deus uma consciência pura em relação ao seu ministério.&lt;br /&gt;“Consciência é a voz secreta da alma, que aprova ou reprova nossos atos”, Boyer. As lembranças são difíceis de desaparecer dela, porém Deus um dia fará desaparecer de nossas mentes as lembranças das obras mortas (pecado), Hb 9.15. Em I Pe 2.19, fala-se que a consciência nos faz sofrer. A consciência pura, revela atos puros e a satisfação de andar em meio aos homens sem medo de condenações. E mesmo se elas vierem, serão injustas.&lt;br /&gt;Quanto à graça (Xáris), Paulo descreve como o favor de Deus se revela a pessoas fracas, desprezíveis e de valor contestável, I Co 1.17-31. A graça confunde, surpreende e valoriza o salvo, em sua nova situação espiritual em Cristo. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;13 – Outras coisas vos escrevemos.&lt;br /&gt;A teologia mística e espiritual de Paulo. Sua visão radical sobre a superioridade do sacrifício de Cristo sob a lei de Moisés. Sua mente brilhante e altamente capacitada, ávida por revelações divinas, e capacitada para recebê-las, como no caso de seu arrebatamento, quando recebe revelações tão altas que os homens não poderiam compreendê-las (II Co 12), talvez fossem o motivo de críticas de alguns (II Co 10.10), ou até mesmo de um misto de admiração e complexidade por parte de outros como Pedro (II Pe 3.16). &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;O certo é que o centro da mensagem paulina é Cristo, e este como fundamento, base alicerce e esperança. Mas não somente como teólogo e teórico, mas como pastor e apóstolo, aplicando as verdades deste evangelho à prática de vida dos crentes. Com implicações às vezes de juízo e disciplina corretiva e preventiva e até mesmo preditiva.&lt;br /&gt;De certa forma, Paulo está dizendo que embora de forma erudita, ele apenas falou da simplicidade de evangelho. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;14 – Somos a vossa glória... vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus.&lt;br /&gt;A reciprocidade aqui é descrita como um desejo do apóstolo. Paulo desejava ser reconhecido como ele reconhecia a igreja de corinto como à glória de seu ministério, dada a importância daquela cidade como capital de província e entreposto comercial de muita importância geopolítica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Mesmo se houvesse a negativa da igreja coríntia, isto seria provado no dia do juízo no tribunal de Cristo. Paulo apela para esta linguagem não alegórica, mas real. Pois o tribunal de Cristo é real e acontecerá, onde se revelará o caráter de seu ministério, e intenções com aquela igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo está explicando a sua demora em ir a Corinto&lt;br /&gt;21 – Nos confirma... e o que nos ungiu é Deus,&lt;br /&gt;A unção tem um caráter sacerdotal, profético e real. Sua idéia é a de iniciação para um ministério confirmado e aceito por todos, inclusive Deus. O óleo é a marca da unção, e também símbolo do Espírito Santo, revelando o caráter literal e simbológico transcendente desta verdade. Jesus mesmo fala desta natureza unciológica em Lucas 4.16, quando declara estar apto (ungido) pelo espírito para realizar a sua obra messiânica. O termo grego Crios, é da mesma raiz que Cristo, que fala do messias – o enviado. Portanto a unção tem haver com missão e, ministério.&lt;br /&gt;A confirmação aqui é descrita pelo termo grego Bebaios, que alude a uma raiz ou âncora, dando sentido de segurança, firmeza e convicção. O obreiro de Deus jamais deveria duvidar de sua chamada, pois ela é coisa séria. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;22 – Nos selou... e nos deu o penhor do Espírito. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;O selo fala de genuinidade, autenticidade e procedência de documentos na antiguidade, sejam eles reais, pessoais, profissionais etc. Um anel, um sinete um cunho eram ferramentas contendo o brasão oficial da realeza, família ou autarquia, que quando molhado em tinta espessa lacrava o documento conferindo-lhe crédito, ver Daniel 6.17. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;O selo de Deus é o Espírito Santo que embora divino impregna-se no crente, conferindo-lhe posse divina e confirmação da salvação (II Tm 2.19). Deus prova que as manifestações de sua bondade são autênticas, Ap 7.2.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Porém o selo poderia ser usado de forma errada como o fez Jezabel contra Nabote, I Rs 21.8.&lt;br /&gt;Já o penhor é uma linguagem puramente comercial. O vocábulo grego Arrabon, literalmente significa a primeira prestação de uma transação comercial, conferindo-lhe garantia. Assim na aplicação paulina, o Espírito Santo é a garantia de que a eternidade, a salvação e o céu são verdadeiros e confiáveis, e que o Senhor cumprirá a sua parte no trato, pois o Espírito é o próprio penhor, a primeira parcela do contrato chamado salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II Coríntios 2&lt;br /&gt;4 – Em muita tribulação e angústia de coração, vos escrevi,&lt;br /&gt;“Tlifeus kardias egrafei”. Paulo usa termos gregos que falam de escrever com dores que paravam o seu coração, devido a sentimentos profundamente grandes que lhe enfermaram. Em outras palavras, a minha tristeza doía como um ataque cardíaco. Parece exagero, mas a linguagem descreve o estado emocional do apóstolo. Embora parecesse muito seguro de suas convicções, as lágrimas sempre estiveram presentes no ministério paulino (At 20.19,31). Em sua conversão deus declarara que este seria um ministério de sofrimentos (At 9.16). Ministério paradoxal este o de Paulo, grandioso e ao mesmo tempo sofrível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vitória de Cristo no ministério apostólico&lt;br /&gt;14 – Nos faz triunfar em Cristo... o cheiro de seu conhecimento.&lt;br /&gt;Triunfo é uma palavra linda, Triambeonti no grego. Os vencedores triunfam, despojam, dominam. A linguagem é bélica e militar. Paulo faz alusão da marcha triunfal dos generais romanos que voltavam em cortejo para Roma, trazendo despojos e prisioneiros de suas batalhas. Uns para morte e outros para a escravidão. Lembra de Jesus na entrada “triunfal” em Jerusalém? Ali ele foi recebido por muitos como o libertador de Israel! Ou seja, como um militar.&lt;br /&gt;Havia cortesãos que iam a frente dos cortejos triunfais dos generais romanos, espargindo perfumes e essências aromáticas no ar, em saudação aos heróis. Alegria para o vencedor, e para os escravos que viverão. Tristeza para os que serão condenados a morte, em público, como escárnio e opróbrio.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Espiritualmente então quem está vencendo? Cristo ou nós? Paulo está dizendo aqui que quando somos vencidos por Cristo, na realidade estamos sendo vencedores, pois somos expostos como seus prisioneiros (Gr Doulos=escravos) literalmente. O triunfo é de Cristo, e paradoxalmente nossa prisão é a nossa salvação, Aleluia! Por isso a nossa derrota é exemplo para aqueles que querem vencer nesta vida. Nossa renúncia do pecado e suas delícias, a renúncia de nosso próprio querer para vivermos para Deus, é o perfume que impactará o olfato do mundo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Esta verdade se difere em muito do triunfalismo propagado pelos modernos pregadores, que incitam as pessoas a pensarem que poderão vencer em todos os aspectos da vida. Pois nascemos para vencer, este é o nosso destino, a nossa saga dizem eles. Transferem os méritos de cristo para atitudes humanas. Devemos lembrar que na teologia paulina, nada no homem serve para a salvação. Os méritos são todos de Cristo e sua graça. Venceremos “com”, e “por” Cristo!&lt;br /&gt;Em Cl 2,15, Paulo fala da vitória de Cristo sobre o reino das trevas, e seu completo domínio das coisas e situações atuais, sejam elas terrenas ou espirituais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 – O bom cheiro de Cristo,&lt;br /&gt;Nossos sofrimentos, nossa renúncia, trazem a presença de Deus em nós. E isto é, o que chama a atenção do mundo, trazendo confusão, conflito e decisões para vida ou para morte. Isto fala que não ganharemos a todos neste mundo, mas deveremos influenciar a todos os que se depararem conosco! &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;17 – Falsificadores da palavra de Deus;&lt;br /&gt;Paulo aqui não está sendo genérico ou teórico nestas palavras. Ele está afirmando a real existência de pessoas (obreiros?) com estas credenciais. Precisamos deduzir quem são? Como atuam? Onde estão? Quem são? São pessoas descompromissadas, convenientes e com aparência de piedade e humildade (santidade?). Geralmente exigem para si reconhecimento de autoridade espiritual, expõem-se como espirituais, místicos e cheios de dons de Deus.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Como atuam? Tem uma mensagem conveniente. Tal qual o camaleão, se comportam adaptando-se a lugares e situações de modo que não ofendam, causem atritos ou problemas pela dureza da verdade da palavra de Deus. Geralmente visam o bem próprio, o lucro e tem interesses espúrios.&lt;br /&gt;Antagonismo, superficialidade e ocultismo são marcas de suas idéias e pensamentos. Filosofia, psicologia, neurolinguística e pensamento positivo também fazem parte do Show.Suas práticas e idéias são inócuas, não trazendo efeito positivo para o reino (salvação e regeneração da alma). São mais performáticos, retóricos e comunicadores que os genuínos homens de Deus.&lt;br /&gt;“Quem fala uma mentira com coragem, terá mais sucesso do que um medroso falando a verdade” Sathiro Loureiro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Onde estão? Nas casas, nas igrejas, nos púlpitos. Escrevendo, Comercializando suas visões, suas revelações e teologias. Quem sabe em nosso meio, na nossa estante ou na cabeçeira de nossas camas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOSSOS OBJETIVOS NESTA AULA SERÃO:&lt;br /&gt;* A glória do evangelho é a simplicidade e sinceridade da pregação.&lt;br /&gt;* O porque Paulo demorou-se a ir a Corinto.&lt;br /&gt;* Os obreiros devem ser testemunhas (ter o cheiro) sinceras de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIVISÃO TÓPICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DE PAULO. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;1.1 – Confiabilidade e garantia do ministério (1.12-14).&lt;br /&gt;Por mais que os comentários acerca do apóstolo fossem negativos neste período, na realidade até o crítico mais ácido do apóstolo, sucumbiria ao apelo de sua consciência. Pois em estando junto àquela Igreja, ninguém jamais teve motivos para duvidar da credibilidade paulina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.2 A força de sua consciência (1.12).&lt;br /&gt;O obreiro que tem a consciência pura diante de Deus, suporta com facilidade acusações infundadas e maldosas. Pois com Deus tem um bom relacionamento, e tem em seu interior liberdade para o adorar. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;1.3 – A autenticidade ministerial.&lt;br /&gt;A unção do espírito Santo, e a marca dEle, ou seja, o selo, eram a prova de que ele Paulo e seus companheiros Timóteo e Tito dentre outros de seus cooperadores, eram autênticos ministros de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – A ATITUDE CONFIANTE DE PAULO EM RELAÇÃO À IGREJA (1.23-2.13) &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;2.1 – Razões das mudanças de planos da ida de Paulo a Corinto (1.23-2.4).&lt;br /&gt;Paulo havia manifestado anteriormente o desejo de rever os coríntios (1.15). Porém a dúvida sobre como seria recebido em face da oposição de um transgressor, que incitando a muitos, havia causado uma grande mazela a congregação ali existente. Naquele momento, o apóstolo julga não ser a melhor coisa a fazer. E ainda diz que o faz assim para poupar (os ânimos) os coríntios de algum tipo de constrangimento com sua presença. Mesmo longe deles, Paulo revela o quão constrangido estava seu coração (2.4). &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;2.2 – O perdão ao ofensor arrependido e a disciplina eclesiástica (2.5-11).&lt;br /&gt;O perdão para membros inconstantes, ou causadores de males, deve ser liberado pela igreja. A disciplina por sua vez é uma ferramenta pedagógica, com caráter corretivo, jamais vingativo, também fazendo parte do amor cristão, liberada pela maioria dos santos (2.6). &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;2.3 - A confiança de Paulo no triunfo da Igreja (2.13,14).&lt;br /&gt;Mesmo em demasiada tristeza pelos assuntos envolvendo os coríntios, pela demora da chegada de Tito para lhe auxiliar em Trôade que está na Ásia, a porta que se lhe abre está na Macedônia, o que constrangeu o apóstolo, pois com urgência deveria ele atender a providência divina que lhe abrira a referida oportunidade. Sentimentos antagônicos tomam conta de Paulo. O obreiro de Deus é assim, entristecido pelos homens e consolado por Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – PAULO SE PREOCUPA COM OS FALSIFICADORES DA PALAVRA DE DEUS (2.14-17) &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;3.1 – A visão do triunfo do evangelho no mundo (2.14).&lt;br /&gt;Sobre triunfo comentamos acima. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;3.2 – Somos o bom cheiro de Cristo (vs 15).&lt;br /&gt;Como os cortesãos que emanavam o perfume nos cortejos militares, assim são os obreiros, que auxiliam a Cristo com seus ministérios e dons. Perfumando o mundo quando anunciam a presença de Cristo em seu evangelho. Uns percebem este cheiro e se agradam (salvam), outros não o fazem assim, e este cheiro lhes serve de condenação. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;3.3 – A ameaça dos falsificadores da palavra de Deus (2.17).&lt;br /&gt;Na realidade os falsificadores (Gr Kapeleuein) são meros mercadores. Visam o bem pessoal, e fazem do ministério apenas um negócio. São convenientes, dão valor a aparência e a posições. Para estes o evangelho se amolda a várias situações, dependendo do tempo, pessoas e lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;A glória do ministério cristão está em sua autenticidade, realidade e confirmação por parte de Deus. Que nos capacita, dirige e provê em tudo, para que seu objetivo maior se realize em nossa vida e ministério. Fujamos da aparência, das posições e fiquemos no lugar onde fomos chamados, para que as bênçãos do Senhor nos acompanhem em sinais prodígios e maravilhas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Deus abençoe a todos, e uma ótima aula a você caro professor. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-5670521047443706069?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/5670521047443706069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=5670521047443706069' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/5670521047443706069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/5670521047443706069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2010/01/licao-3-gloria-das-duas-aliancas.html' title='Lição 3 - A Glória das duas Alianças'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-8869005316698681600</id><published>2010-01-08T04:28:00.000-08:00</published><updated>2010-01-08T04:30:42.146-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lição 2 - O Consolo de Deus em meio a Aflição'/><title type='text'>Lição 2 - O Consolo de Deus em meio a Aflição</title><content type='html'>Lição 2 Trimestre 1 de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da lição 2, do trimestre 1, de 2010, da lição da Escola Bíblica Dominical, CPAD/CGADB 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentarista: Pb Cleber de Amorim. &lt;br /&gt;Contatos: 48 3433-9454; 8806-2526 - Criciúma SC.&lt;br /&gt;Cleber.comjesus@hotmail.com.&lt;br /&gt;Preletorcleberdeamorim.blogspot.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título: O Consolo de Deus em meio a Aflição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 1.1-7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudação&lt;br /&gt;1 – Paulo, apóstolo de Jesus Cristo pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.&lt;br /&gt;2 – Graça a vós e paz, da parte de Deus, nosso pai, e da do Senhor Jesus Cristo.&lt;br /&gt;Ação de Graça&lt;br /&gt;3 – Bendito seja o deus e pai de nosso senhor e salvador Jesus Cristo, o pai das misericórdias e o deus de toda a consolação.&lt;br /&gt;4 – Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação que nós mesmos somos consolados por Deus.&lt;br /&gt;5 – Porque, como as aflições (sofrimentos) de Cristo são abundantes em nós, assim também a nossa consolação   sobeja por meio de Cristo.&lt;br /&gt;6 – Mas, se somos atribulados, é para nossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, o qual se opera, suportando com paciência as mesmas aflições  (sofrimentos) que nós também padecemos.&lt;br /&gt;7 – E a nossa esperança acerca e vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições (sofrimentos), assim o sereis na consolação.&lt;br /&gt;Obs.: Palavras em negrito e sublinhadas são as chaves para este estudo.&lt;br /&gt;Cabe aqui uma observação. O versículo 8 do mesmo capítulo, é a chave da compreensão do pensamento central desta doxologia (VS 3-7), quando diz: “Porque não queremos, irmãos que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima de nossas forças, a ponto de desesperarmos até pela própria vida”. &lt;br /&gt;O apóstolo não está falando da tribulação como um tema, mas sim de um fato específico. Não sabemos qual a natureza desta tribulação acontecida na Ásia, mas ela deve ter sido severa, pois quase lhe custara à vida. Enfermidade? Perseguição? Tortura? Prisão? Ao certo não sabemos, mas o verso nos dá uma visão do suplício a que passara o servo de Deus. Também fica claro que esta tribulação, sobreveio de suas atividades evangelísticas, e não sem propósitos. O certo é que o apóstolo usa este tormento como combustível de sua adoração. Somos assim  também? Adoramos, e ministramos sob as mais adversas situações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PALAVRAS CHAVES DOS VERSÍCULOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vs 1 – Apóstolo, Santos.&lt;br /&gt;Vs 2 – Graça.&lt;br /&gt;Vs 3 – Misericórdia, Consolação.&lt;br /&gt;Vs 4 – Tribulação, Consolação, Angústia.&lt;br /&gt;Vs 5 – Sofrimentos de Cristo.&lt;br /&gt;Vs 6 – Tribulação, Salvação, Conforto, Paciência, sofrimentos (aflição).&lt;br /&gt;Vs 7 – Esperança, Sofrimentos (aflição), Consolação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apóstolo. Gr Apóstolos= Embaixador, Mensageiro, Enviado Extraordinário, Representante. Os doze apóstolos, Mt 10.1-4; Lc 6.12-16. Paulo e Barnabé eram apóstolos, At 14.14. Os apóstolos tinham doutrina, At 2.42. O fundamento desta doutrina é Jesus Cristo, Ef 2.20; 3.5. São dados a igreja pelo próprio Senhor Jesus, Ef 4.11.&lt;br /&gt;Paulo em II Cor 1.1 se declara: Apóstolo de Cristo e pela vontade de  Deus!  Em I Cor 9.1,2 ele diz que a maior prova de seu apostolado é a igreja de Corinto. E que se  ele não o fosse de fato, pelo menos o seja aos corintos, por tê-los ganhado para Cristo.&lt;br /&gt;Apóstolos necessariamente têm: Autoridade de Deus, Mt 10.16,18; 18.18. Mc 16.15 etc. Operam milagres, At  2,43. Testemunham,  Lc 24.48. Sofrem (ao), Jo 15.20.&lt;br /&gt;Santos. Gr Hagios= Separados. Paulo declara que os crentes de Corinto, mesmo em sua maioria terem problemas graves de conduta moral e espiritual, ainda assim formam a Eclésia de Deus, e por terem sido tirados das trevas para a luz, estão separados do mundo pelo conhecimento do evangelho. Esta separação os confere a serem santos, ou separados do mundo.&lt;br /&gt;Graça. Gr Xáris=  Favor. No caso da salvação, um favor imerecido. Ela se revela aos homens por intermédio de Jesus Cristo, em sua obra redentora, trazendo salvação ä todos os homens” Tito 2.11.&lt;br /&gt;Misericórdia. Gr Oiktirmos= Compaixão, pena, dó. Sentimento de respeito ao sofrimento alheio. Assim deus nos vê em nossas necessidades e situação espiritual, mental, social, física, profissional etc. Ele como pai das misericórdias provê o necessário para que passemos a provação. Heb Hessed= Compaixão, fidelidade, companheirismo. É a presença constante e fiel “junto” ao sofrimento alheio. Deus sempre esteve com Israel no deserto, provendo sombra, luz, calor , maná, carne e água. Por isso se declarava o Deus fiel, da aliança e da misericórdia, Dt 7.9.&lt;br /&gt;Consolação. Gr Paraklesis= Encorajamento, Exortação, Consolo. Esta é a obra do Espírito Santo o paracleto divino, Jo 14.16; At 2.1-8. Da mesma natureza que ele (Outro=Airos do grego, que significa outro da mesma natureza , Jo 14.16) enviado por Cristo, para ajudar a Igreja a cumprir o seu ministério. Portanto a Consolação é uma obra divina sobre a vida do crente fiel, que sofre por causa do evangelho de cristo Jesus. Isto não quer dizer que ele não nos console em outras ocasiões, como por exemplo, nas fraquezas, Rom 8.26. Consolação também pode ser entendida como conforto.&lt;br /&gt;Tribulação. Gr Telifei. Aflição, Adversidade moral. As tribulações em nossa vida são providas pelo mundo dominado por Satanás, que não nos quer ver vivendo bem na presença de Deus, muito menos fazendo a sua obra com êxito.&lt;br /&gt;No verso quatro, Paulo nos ensina que o verdadeiro crente, deverá saber consolar não apenas de forma teórica e subjetiva, mas sim com a prática de seus próprios infortúnios e dissabores. Com a experiência da vivência, de passar a prova, a tribulação e receber o consolo do Espírito Santo em nossas vidas, poderemos falar de cátedra, e causar  ímpactos profundos nos corações daqueles que por nós forem assistidos.  Lembre-se que todo bom exortador (Parakelan), é também um bom consolador (Paraklesin), visto que ambos os termos  têm a mesma origem, ou seja, no Espírito Santo, o Consolador ( Parakletos).&lt;br /&gt;Angústia. É o efeito da tribulação na vida do crente. Modernamente falando seria a base de todo o stress, depressão ou declínios do ânimo da alma.  Devemos entregar estes sentimentos ao conhecimento de Cristo, e confiar em seu poderoso Consolador, e ter a experiência sublime da Consolação em nossas almas.&lt;br /&gt;Sofrimentos de Cristo. Paulo fala dos sofrimentos messiânicos de Cristo, como exemplo maior de tribulação. Serve-nos estes sofrimentos como motivação para  persistir, pois estes  já haviam sido profetizados como intrinsecamente ligados aos salvos, pelo próprio Senhor Jesus, Jo 15.18-21. Porém também acompanhados de incontáveis vitórias, Rm 8.31-39. Paulo parece ver uma necessidade deste detalhe na vida do crente, Rm 8.17.&lt;br /&gt;Salvação. É o resultado da morte de Cristo na Cruz. Parece-nos pertinente, considerar que a tribulação na vida do crente produzirá uma forma de confirmação de nossa salvação, segundo o que Paulo nos sugere no verso 6. Cristo fez a sua parte, pagando um alto preço. Nós não precisamos beber este cálice, nem pagar este preço, pois a salvação é pela graça e é dom de Deus, Ef  2.8. Porém as provações nos capacitará a sermos dignos desta salvação.&lt;br /&gt;Paciência. A atitude de todo crente fiel a Deus.  .&lt;br /&gt;Sofrimentos. Por mais incrível que pareça, na visão paulina os sofrimentos parecem existir para nos capacitar e sermos parecidos com Cristo e dignos de sua glória futura, Rm 8.17. Aos corintos, parece claro que o apóstolo não condiciona, mas sugere que os sofrimentos são  bons meios de conhecermos a graça de Deus, ou a profundidade desta graça, que não termina no momento do novo nascimento, mas continua durante a vida cristã terrena.&lt;br /&gt;Esperança. Gr Eidotes. Confiança extrema. No versículo 7, esta esperança “está firme”, ou “Bebaios”  no original grego. Designando assim uma raiz ou uma âncora. Em Rm 8.18, Paulo nos deixa seguro sua firmeza de fé (esperança), em participar do futuro glorioso da Igreja com o Senhor no céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEXTO ÁUREO: II Cor 1.3&lt;br /&gt;“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIVISÃO TÓPICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – UMA SAUDAÇÃO ESPECIAL E INSPIRADORA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1 - Sua identificação pessoal e os destinatários.&lt;br /&gt;Paulo refere-se a si mesmo como apóstolo, e os crentes como santos e igreja de Deus. Nunca devemos esquecer-nos destes pontos. A igreja é um conjunto, um corpo, uma unidade, que independendo das atitudes individuais de “alguns”, jamais deixará de ser a igreja de Deus.&lt;br /&gt;E as provas de seu apostolado (ministério), nos servem por base para a aceitação de nosso próprio ministério, bem como o do dos que estão a nossa volta também sendo  chamados por Deus. (ver comentário sobre apóstolos acima, e sobre apostolado na lição anterior).&lt;br /&gt;1.2 - O apostolado paulino e a vontade de Deus.&lt;br /&gt;Paulo deixa bem claro aos coríntios, que sua vocação e chamada vierem do próprio Senhor. Atos dos apóstolos deixam  isto muito claro. Talvez alguns destes fatos, poderão nos ajudar a compreender de onde vem este desprezo ao ministério do apóstolo: &lt;br /&gt;a) Sua teologia mística, afastada de ritos e liturgias (salvação pela graça, a justificação pela fé, a adoção e a transformação do crente a imagem de Cristo). Tudo muito diferente do ritualismo mosaico e sua liturgia cerimonialista.&lt;br /&gt;b) Sua fraca oratória e aparência (II Cor 10.10).&lt;br /&gt;c) O fato de não ter feito parte dos doze apóstolos originais.&lt;br /&gt;d) Sua personalidade marcante, firme e forte.&lt;br /&gt;e) Sua oposição a graves desvios morais por parte de muitos crentes (II Cor 12.21), o que poderia lhe render represálias e oposição.&lt;br /&gt;Poderíamos descrever muito mais coisas, mas para não excedermos em tempo e espaço ficaremos por aqui neste ponto.&lt;br /&gt;1.3 - Sua saudação especial.&lt;br /&gt;O verdadeiro obreiro de Deus é pacificador, e semeador de boas sementes. Lembre-se de que sempre estamos semeando. Não existe semente neutra no reino de Deus. Ou semeamos boas sementes, ou más. Seja você também um verdadeiro obreiro de Deus. Paulo tinha motivos sobejos para desprezar os coríntios, mas por amor, insistia com estes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – AFLIÇÃO E CONSOLO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 - Paulo, sua fé e gratidão.&lt;br /&gt;Paulo agradecia a Deus pelo perdão dos pecados tantos dos coríntios bem como os seus. A este Deus, Paulo chama de Pai das misericórdias.&lt;br /&gt;2.2 - O consolo divino e o comunitário.&lt;br /&gt;Paulo retrata a consolação como dom de Deus para cada crente, mas que por fim, e por intermédio de seus servos é espalhada para toda aIigreja, pessoas e nas mais variadas tribulações pelas quais passamos ou passaremos.&lt;br /&gt;2.3 - A aflição na experiência cristã.&lt;br /&gt;Aflição, tribulação e angústia, são eventos que acompanham a fidelidade da fé dos filhos de Deus. Por isso Pedro fala de bem aventuranças para os crentes que mesmo fazendo o certo, ainda assim são atribulados, I Pedro 2.20,21. Infelizmente a teologia neo pentecostal da prosperidade e a confissão positiva, ensinam erroneamente que o crente “abençoado” realmente ,não ficam enfermos, não  passam por lutas etc. Para os momentos difíceis em nossa vida, existe o consolo do Espírito, bem como o da Igreja provada, porém experimentada nos “trabalhos”, ou seja, sofrimentos de Cristo. Por isto revestida com o dom da misericórdia e consolação, para cumprimento de sua chamada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – AMARGURA E LIBERTAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1 - Paulo enfrenta uma terrível tribulação.&lt;br /&gt;Demonstrando uma intimidade maior com os coríntios, do que com outra igreja, Paulo revela detalhes surpreendentes de seu ministério, mais do que em qualquer outra epístola. Aqui ele fala desta tribulação que não sabemos ao certo, mas que foi de grande intensidade, visto o desespero pela sua própria vida (Vs 8).&lt;br /&gt;3.2 - Paulo confia em Deus para a sua libertação.&lt;br /&gt;A confiança em Deus expressa no Vs 10, mostra que as tribulações servem para acréscimo de fé, para nossos ministérios.&lt;br /&gt;3.3 - Paulo confiou em Deus e foi liberto.&lt;br /&gt;Todo crente deve confiar acima de tudo, no poder consolador e sempre presente de Deus em nossa chamada. Aquele que nos chama, nos confirma, nos provê, e dá provas de sua providência em nossas chamadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As lutas e provações não são promessas para nossas vidas. Porem também  não é prometido aos crentes um paraíso na terra, sem lutas, enfermidades ou dissabores terrenos. Preparemo-nos para o dia mau (Ef 6.13), confiando sempre no poder consolador (graça) do Senhor Jesus Cristo, no amor de Deus Pai e na comunhão do Espírito Santo (II Cor 13.13). &lt;br /&gt;Deus abençoe a todos, e uma ótima aula a você caro professor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-8869005316698681600?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/8869005316698681600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=8869005316698681600' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/8869005316698681600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/8869005316698681600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2010/01/licao-2-o-consolo-de-deus-em-meio.html' title='Lição 2 - O Consolo de Deus em meio a Aflição'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-4740461889217647698</id><published>2009-12-31T16:09:00.000-08:00</published><updated>2010-01-01T02:36:31.085-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lição 1 (1º Tri 2010) A Defesa do Apostolado de Paulo'/><title type='text'>Lição 01- A  Defesa do Apostolado de Paulo</title><content type='html'>Lição 1 – A Defesa do Apostolado de Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 03 de Janeiro de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário: Pb Cleber de Amorim / Criciúma SC&lt;br /&gt;E-MAIL: &lt;a href="mailto:cleberpalavra@yahoo.com.br"&gt;cleberpalavra@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;MSN: &lt;a href="mailto:cleber.comjesus@hotmail.com"&gt;cleber.comjesus@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;BLOG: preletorcleberdeamorim.blogspot.com&lt;br /&gt;Contato: 048 3433-9454 – 8806-2527&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da Lição nº 1 da Revista da Escola Bíblica Dominical, das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB) Ed. CPAD, RJ, 4º Trimestre de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Caros professores chegou 2010!&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mais um ano começa onde novos votos, projetos e propósitos se formam em nossos corações. Porém devemos sempre ter em mente que o magistério de Cristo na Terra é preponderante e crucial. O obreiro precisa antes de ser polido, político, carismático ou qualquer outra coisa humanamente falando, conscientizar-se que o ensino faz parte da grande comissão de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pregar com eloqüência, e oratória rebuscada e polida é sem dúvida uma arte, e um dom maravilhoso. Porém o ensino é quem leva a igreja, os “novos” conversos, as crianças, enfim todos, ao maravilhoso conhecimento de Deus e seu plano maravilhoso para conosco, através de sua disciplina e sistemática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não desanime, continue trabalhando, pois o ensino trabalha com realidades e não emoções, com verdades e não ficção, com doutrina, com didática e pedagogia, enfrentando todo tipo de desprezo e hostilidades nestes tempos modernos onde os modismos, os ritos e apelos às emoções, ao ego, ao antropocentrismo, ao ufanismo, triunfalismo e tantos ismos nos desafiam. Acusando-nos de ortodoxos, sistemáticos, desmotivantes, quadrados, sem graça, sem isso e mais aquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas fique firme, continue sua luta e cumpra seu ministério, pois vale a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o ano novo, também chega um trimestre novo de nossas lições. II Coríntios é o tema para este trimestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lição 1 - A Defesa do Apostolado de Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subsídio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tópico 1 – A Cidade de Corinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A subdivisão do tópico traz a seguinte constituição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1 – Uma metrópole estratégica do século I D.C.&lt;br /&gt;1.2 – Uma cidade histórica e libertina.&lt;br /&gt;1.3 – Local da Carta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre Coríntios podemos relembrar fatos explanados em 2009, nas lições do 2º Trimestre, quando tratamos de I Coríntios. Porém vale relembrar alguns detalhes sobre a cidade, que talvez pelo tempo, não conseguimos explanar da primeira vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cenário Geográfico e Cultural de Corinto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corinto era a capital da Acaia, na península do Peloponeso no sul da Grécia, neste tempo uma província do Império Romano. Corinto era uma cidade portuária, cosmopolita, de forte comércio e com uma população estimada em 600.000 habitantes dos quais quase 400.000 sendo escravos. Nos tempos de Paulo, Gálio era o governador desta província (Atos 18.12 – 18). Corinto era também, muito conhecida por seu modo de vida exageradamente libertino, costume talvez adquirido pelo fato de haver o culto a Afrodite, com sua prostituição institucionalizada como culto sagrado à fertilidade. Diz-se que eram em torno de 1000 sacerdotisas que prestavam estes serviços de prostituição no próprio templo, como adoração a divindade. Por isso o modo de vida dos Coríntios era tão admirado, e gerava expressões como “corintianzar” (se deixar levar pelo modo de vida corintiano), “a donzela de Corinto” (iniciante) e a “enfermidade de Corinto” (doenças venéreas). Foi neste cenário que Paulo morou provavelmente um ano entre o ano 50 e 51 da era Cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tópico 2 – Objetivo da Carta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A subdivisão do tópico é esta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 – Autoria e características da carta.&lt;br /&gt;2.2 – A carta tem um caráter especial.&lt;br /&gt;2.3 – A exposição do ministério e apostolado paulinos e a coleta para os necessitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo e seu relacionamento com a igreja de Corinto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo chega a corinto provavelmente durante os anos 50 D.C. Em sua segunda viagem missionária. Segundo Atos 18. 1 -18, ele permanece ali por “um ano e seis meses”, pregando e ensinando. Deste esforço nasce a Igreja naquela cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I Coríntios é escrita em Éfeso entre 54 e 57 D.C. A carta tem o propósito de responder a questões dos crentes de lá, sobre diversos temas, bem como tratar de assuntos doutrinários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II Coríntios é escrita, com o propósito de apaziguar as possíveis desavenças que poderiam existir devido a uma segunda viagem do apóstolo a Corinto, durante a sua estadia de 3 anos em Éfeso (II Cor 12.14; 13.1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A também há a possibilidade de Paulo ter escrito uma terceira carta, entre o período de tempo entre I e II Coríntios. Trata-se de uma carta propriamente chamada de “carta com lágrimas” (II Coríntios 2.3,4) e enviada por Tito (II Coríntios 8.23; 12.14), que alguns comentaristas consideram irremediavelmente perdida, embora outros a crêem descobri-la na seção de 10.1 – 13.1 de II Coríntios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo é o pai na fé dos coríntios, e mesmo que desprezado, continua a amá-los e ensiná-los. Você que é pai sabe como isto funciona, a gente nunca esquece um filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O esboço da Epístola&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prólogo – 1. 1 – 11.&lt;br /&gt;O apóstolo defende seu ministério – 1.12 – 7. 16.&lt;br /&gt;Oferta para os santos de Jerusalém – 8.1 – 9.15.&lt;br /&gt;Nova defesa do ministério apostólico – 10.1 – 12.13.&lt;br /&gt;Epílogo – 13. 11 – 13.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data e lugar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados que atualmente se dispõe, não nos permitem afirmar nem a data nem o lugar. Ma propõe-se que a data seria de 54 a 57 D.C. e a cidade pude-se ser da macedônia, talvez Filipos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste esboço percebemos bem o propósito da epístola, que tem um caráter muito pessoal, bem identificado dada a pujante apologia ao seu apostolado, e a quantidade de afirmações pessoais feitas em grande número, e não referidas em outras cartas como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua fuga para Damasco em um cesto (11. 32,33).&lt;br /&gt;A experiência de seu arrebatamento até o terceiro céu (12. 1 - 4).&lt;br /&gt;O espinho na carne (12. 7).&lt;br /&gt;Seu padecimento fora do comum (11. 23 – 27).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em II Coríntios, Paulo se depara com a presença de judaizantes vindos de Jerusalém, os quais traziam carta da Igreja de Jerusalém. Estes mesmos, lançavam dúvidas sobre as atitudes de Paulo quando a esta prática, que segundo eles lhe davam autoridade, que Paulo não fizera parte dos doze, e por mais ridículo que possa parecer, pelo fato de Paulo não receber salário da igreja como faziam os apóstolos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo em sua carta afirma que os corintos eram sua carta, ou seja, a prova de seu trabalho! Para eles o apóstolo não era estranho. Que não queria ser pesado aos irmãos de lá, mesmo sabendo que mereceria um salário destes. E que as maravilhas de Deus, realizadas em sua estadia naquela cidade, os milagres, e a própria fundação da igreja, seriam motivos para ele se considerar maior que estes “tais apóstolos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez por isso em II Coríntios, o apóstolo fala por 32 vezes em “gloriar-se”, não que quisera isto, mas porque lhe era forçoso fazê-lo, como defesa pessoal. Leia II Coríontios 12. 11.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tópico 3 – As lições que aprendemos com Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subdivisões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1 – Amar sem ser conveniente com o erro.&lt;br /&gt;3.2 – Ser obreiro é estar disposto a sofrer perseguições internas.&lt;br /&gt;3.3 – Paulo não tomou todos por alguns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente quem ama de verdade, ama as virtudes e também sofre com os defeitos de quem se ama. Porém o verdadeiro amor não é aquele que acoberta o erro, e sim quem tem a paciência e a sabedoria, também a coragem de enfrentar o mal, com o objetivo de curar, sarar, consertar etc. por ter um objetivo maior, superior e excelente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verdadeiro obreiro com certeza não será muito propenso a pesquisas de opinião, rejeição ou aceitação não suas metas. Infelizmente a verdade não será aceita da maioria e pelas massas. No ministério então, a situação é mais complexa, pois valerá a política para não deparar-se com interesses, posições etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O princípio da equidade, que trata todos de forma igual deve ser a excelência do ministério ungido por Deus. A bíblia diz que “todos” pecaram, que “todos” carecem da misericórdia de Deus! (Romanos 3. 23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Alguns membros acusavam Paulo de covardia. Diziam que eram ousados em suas cartas, mas fraco em pessoa. O Novo Testamento não nos dá nenhuma idéia sobre a aparência de Paulo. Imaginar que este homem, capaz de revolucionar cidade após cidade, era fraco, seria absurdo. Ele deveria possuir uma personalidade forte e dominante. Tinha dons extraordinários e sua mente era aguçada e pesquisadora. Além disto, Cristo habitava nele e operava através dele.” Henrieta C. Mears.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperamos que você tenha uma boa aula. Prepare esta aula com mapas, muitas referências bíblicas, e deixe a classe expressar seus pensamentos. Peça ao Espírito de Deus a orientação, e a agilidade da pedagogia divina, para que você possa ser útil a sua classe. II Coríntios é uma epístola corajosa, densa e atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus o abençoe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-4740461889217647698?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/4740461889217647698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=4740461889217647698' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/4740461889217647698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/4740461889217647698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/12/licao-01-defesa-do-apostolado-d-paulo.html' title='Lição 01- A  Defesa do Apostolado de Paulo'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-934394568498083146</id><published>2009-12-18T14:12:00.000-08:00</published><updated>2009-12-18T14:14:45.476-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aviso Importante'/><title type='text'>Aviso Importante</title><content type='html'>Queridos educadores cristãos que acompanharam este Blog durante este ano- OBRIGADA!!&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416690294137881202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 255px; CURSOR: hand; HEIGHT: 159px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nF3r8xfrbvc/SyvzH6hlAnI/AAAAAAAAXcc/iCUTxgNHZMA/s400/2149197777_9857f79827.jpg" border="0" /&gt; Desejo-lhes as bênçãos do Mestre em mais um ano que se inicia. Espero ter colaborado no seu fazer pedagógico e na extensão do Magistério de Cristo na Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos professores de Criciúma deixo já o Calendário Anual das nossas reuniões de Departamento da Escola Dominical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peço a todos que se organizem, não marquem eventos nestas datas, pois serão apenas 5 encontros, obrigada a todos que juntos fizemos um 2009 de bençãos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416689781554917378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 280px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nF3r8xfrbvc/SyvyqFARsAI/AAAAAAAAXcU/5NifGnn8fRY/s400/calendario+ebd+2010.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Presbítero Cleber de Amorim&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-934394568498083146?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/934394568498083146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=934394568498083146' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/934394568498083146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/934394568498083146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/12/aviso-importante.html' title='Aviso Importante'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nF3r8xfrbvc/SyvzH6hlAnI/AAAAAAAAXcc/iCUTxgNHZMA/s72-c/2149197777_9857f79827.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-6697264606883519052</id><published>2009-12-18T14:04:00.000-08:00</published><updated>2010-01-01T02:39:50.245-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A sucessão de Lideranças'/><title type='text'>Comentário da Lição nº 12</title><content type='html'>De 20 de Dezembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário: Pb Cleber de Amorim / Criciúma SC&lt;br /&gt;E-MAIL: &lt;a href="mailto:cleberpalavra@yahoo.com.br"&gt;cleberpalavra@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;MSN: &lt;a href="mailto:cleber.comjesus@hotmail.com"&gt;cleber.comjesus@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;BLOG: preletorcleberdeamorim.blogspot.com&lt;br /&gt;Contato: 048 34339454 – 8806 2527&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da Lição nº 12 da Revista da Escola Bíblica Dominical, das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB) Ed. CPAD, RJ, 4º Trimestre de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura Bíblica em Classe: I Crônicas 28. 4-8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divisão Tópica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – UM SUCESSOR INDICADO POR DAVI, MAS ESCOLHIDO POR DEUS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – As insubmissas escolhas humanas.&lt;br /&gt;2 – A escolha divina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II – UM SUCESSOR DE POUCA EXPERIÊNCIA, MAS QUE HERDOU UM GRANDE LEGADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – O legado político institucional.&lt;br /&gt;2 – O legado religioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III – UM SUCESSOR JOVEM, MAS DE GRANDE PIEDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Na vida privada.&lt;br /&gt;2 – Na vida pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subsídio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz do Senhor aos amados professores (as) da EBD. A lição deste domingo aborda o momento transitivo institucional de um governo, ou seja, a sucessão de lideranças. Neste caso específico a sucessão política.&lt;br /&gt;Precisaremos abordar com sabedoria esta lição, pois ela toca em temas complexos e abrangentes. Teremos de ter habilidade cirúrgica para explaná-la, pois passaremos por temas que envolvem interesses, vaidade e poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, para que nossa abordagem não seja parcial, ou pareça ser, vamos analisar a lição pelo prisma do poder. Politicamente falando analisemos os vários tipos de poderes e de governos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definindo Política&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Política é um tema que muitos vêem com olhar dantesco. Ogeriza, náusea e uma grande dose de preconceito envolvem este tema. Porém a política como a arte de governar pessoas, é uma questão intrínseca da humanidade, não importando o sistema, sempre existiu e sempre existirá, enquanto este sistema de coisas não for mudado pela revelação de Jesus Cristo em sua segunda vinda, para levar a igreja, remir a Israel e instaurar seu governo milenar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistemas de Governo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde os tempos mais remotos, a humanidade em decorrência de seu crescimento demográfico, desenvolveu quase que de forma intuitiva, sistemas de governança objetivando a ordem e as condições de convivência entre seus membros. E também as condições para a posteridade da espécie. Destacamos a falibilidade do gênero humano, e as mais variadas formas de violência, sujeição e dominação por parte daqueles que por suas condições superiores, desenvolveram este domínio sujeitando debaixo de seu poder pessoas e sociedades inteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São comuns manifestações déspotas e intolerantes por parte dos dominadores, que na maioria dos casos visavam mais o seu prazer do que o bem comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também nos cabe salientar, que na antiguidade, os líderes de grupos tribais, castas, feudos e reis, tinham praticamente o status de deuses, pelo que tinham o domínio quase que absoluto de seus súditos, podendo destes exigir tudo inclusive à vida. Estando suas decisões, acima de qualquer padrão ou estrutura ética e social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento dos sistemas de Governo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos descrever os sistemas de governo mais ou menos assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Família&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No princípio, no desenvolvimento dos povos surgiram as famílias, aqui surge a figura do pai como líder e protetor da prole.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clãs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o desenvolvimento das famílias surge a união em graus de parentesco. Muitas famílias próximas por grau de parentesco, como a família do irmão juntando-se a do outro irmão e assim por diante, que herdam do patriarca terras e espaços geográficos. Neste desenvolvimento surge à necessidade de segurança, alimentação e posteridade de usos e costumes e legados éticos, morais e religiosos que vão permeando o grupo, e o caracterizando perante os outros grupos que também se formam a margem de seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cidades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fatores geográficos, climáticos e recursos naturais como água, terra cultivável e campos para criação de gado e rebanhos, vão unificando famílias e clãs em torno da necessidade de convívio equilibrado entre estes, gerando assim as cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reinos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fato, que dentre os povos antigos, a monarquia parece ser o gênero de governo mais usado pelas sociedades. Veja o relato bíblico de Moisés, que precede dos anos 1440 A.C. E perceba que bem antes disso, quando ele narra as histórias de Abraão e dos patriarcas, que passam por diversas regiões em suas peregrinações, sempre relacionando-se com reis, sejam eles de maior ou menor importância, mas na maioria dos casos, reis. Os reinos são conseqüentes da união de famílias, clãs, cidades e vilas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impérios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A unificação de vários reinos formava os impérios. Cabe lembrar que esta unificação jamais foi pacífica, e era fruto da obstinação e orgulho de reis visionários e ávidos pela manutenção de seu poder terreno. Quanto menos ameaças, mais certo seria que seu reinado se perpetuaria ao máximo dos dias de sua existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As nações dos tempos modernos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As nações como as conhecem hoje, são fruto de muitas guerras e conflitos armados, que por incrível que pareça, proporcionaram o quadro político mundial agora vigente. Um exemplo, depois da 1ª grande guerra, a Inglaterra dominou a Palestina, depois da derrocada do Império Otomano (vide Turquia), que até então dominava aquela região. Devido aos princípios cristãos dos Anglos Saxões, e a grande influência israelita sobre aquela nação, em 1948 pode-se por intermédio da Inglaterra, ser a terra em partes devolvida a Israel. Formando o mapa geográfico como o conhecemos hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os gregos o mundo conhece a democracia, ou seja, a forma de governo onde a sociedade tem importância e tem a capacidade de tomada de grandes decisões, e escolhe seus governantes. Na democracia prima-se pela liberdade, seja de expressões, pensamentos e atitudes. Com os Romanos, a república que é a forma de governo pelo povo e para o povo, onde se cria o Senado. Também com estes, o sistema Judiciário toma forma e corpo, tanto que influencia o mundo Jurídico até aos dias atuais e em várias nações, com seus conceitos e preceitos em Latim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E na sucessão de governos pelos tempos, a humanidade conheceu no “novo mundo”, a América do Norte, a mais perfeita e duradoura democracia da história, com sua Constituição única desde os tempos de sua criação. E sua sucessão executiva (Presidente e Prefeitos) e legislativa (Deputados) por meio de eleições diretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basicamente no mundo atual existem como formas de governo a:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monarquia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema onde existe a figura do Rei ou Rainha, que representam a família real e a guarda da pureza e da linha racial do povo em questão. Estes são guardiões das heranças e interesses do povo, e por isso são tão admirados e em muitos casos reverenciados pelos súditos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parlamentarismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema onde os deputados (parlamento), elegem o primeiro ministro que representa o povo e seus interesses, perante os poderes da nação. Ele é o administrador e principal figura do governo, que também tem o presidente, mas com poder menor do que o conhecemos no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presidencialismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente é o representante máximo do Executivo Nacional. Ele pode ser eleito pelo povo (eleições diretas), ou pelos deputados (eleições indiretas). Ele tem a prerrogativa de liderar, administrar, criar projetos nacionais e propor projetos e reflexões nacionais. Pode apresentar leis perante o Legislativo, sancioná-las ou rejeitá-las, indicar ministros para o Judiciário (STF), tribunais de contas etc. Enfim no regime presidencialista, o presidente é a maior autoridade do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda hoje existem ditadores pelo mundo, que por golpes ou revoluções (na maioria sempre armadas), se utilizam de um destes sistemas vistos acima para governar de forma perpétua em seus países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação a Igreja, que forma de governo você acha que mais se parece com o atual? Ou pelo menos a sua denominação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja é o reino de Deus na terra? Ou é a representante deste Reino? Ou nenhuma nem outra? São questões como esta que podem ser abordadas nesta manhã, porém com muito cuidado, para não ferir consciências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A necessidade de Sucessão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser humano tem por característica o dinamismo e a necessidade pelo novo. Daí vem à mola propulsora de seu desenvolvimento e perpetuação como espécie. O mundo de hoje não é o mesmo de ontem, e também caminha para não ser o mesmo de amanhã. A necessidade por mudanças é fator inato do homem. Sua existência é marcada por mudanças. Ele nasce de uma forma, e cresce, transforma-se biológica, física e mentalmente. Enfim faz parte de si este processo. Também há a prospecção do mundo exterior, as descobertas científicas e tecnológicas, e o anseio pelo saber que muitas vezes o leva aos mistérios do infinito do espaço e da filosofia, quando busca a solução de problemas como: De onde vim? Quem sou? E para onde vou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também há a questão etária e de geração. Então destacamos aqui algumas razões para a sucessão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Etária. O homem não vive para sempre, não é eterno. Logo deve estar cônscio disto e preparar-se para o fim de seu mandato ou governo, e até mesmo de sua vida, pois isto é inevitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Contextual. O governante deve estar atento as mudanças filosóficas e tecnológicas de seu tempo. Não estando atento a isto, tende a se tornar obsoleto e ultrapassado em suas idéias e práticas, podendo causar danos ao ambiente comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Projetos. Bons governos, são aqueles que tem projetos e idéias centrais bem definidas. A que veio este governante? O que ele fez? Que legado nos deixa? São perguntas a que jamais fugirá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – Ética e Moral. Todo governante ou líder deve ter em mente que sua moralidade e honestidade sempre estarão dando norte a seu governo. Poderá ele ser trabalhador, construtor e idealizador, porém se faltar nestes quesitos certamente será rejeitado pelo povo ou liderados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sucessão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda sucessão deve ser preparada e desenvolvida. Todo grande líder pensa em algum momento de sua gestão neste momento. O grande líder tem este evento em pauta porque sabe que o que realmente tem valor, é o bem comum, e não seus interesses pessoais e familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se esqueça, quando um líder visa sua família na sucessão, ele na realidade está criando uma dinastia, ou seja, uma família real, e se apoderando daquilo que não é dele! Os Reis eram levantados dentre o povo, e era a essência do melhor de sua gente. Veja o caso de Saul na Bíblia, que simbolizava o melhor de Israel naquele momento. E como é destacada sua aparência física exuberante quando se diz que ele excedia a todo judeu, de seus ombros para cima. Era o melhor da expressão judaica, por isto poderia ser Rei sobre o povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda sucessão deve ter um sucessor. E o provável sucessor é fatalmente reconhecido e indicado por fatores alheios a sua vontade. A liderança inata, as qualidades indicadas para o cargo, o espírito agregador, a segurança exteriorizada, a inteligência o carisma etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sucessor jamais deve ser empurrado de goela abaixo de seus liderados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus e a sucessão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém melhor que Jeová para nos ensinar os princípios de uma sucessão. Nas páginas da Bíblia Sagrada ele demonstra nas pessoas de Davi e Salomão como isto deve acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Eles não eram os mais velhos. Nem sempre a idade demonstra maturidade, ou capacidade de governo. Nem Davi, nem Salomão eram os mais velhos de suas famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Os sucessores jamais serão perfeitos. Não foi pelo caso de Deus os escolher, que Davi e Salomão não pecaram. Deus é perfeito, porém os homens não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – O sucessor tem de ter a visão do serviço, não do ser servido. Tanto Davi como Salomão, via Israel como possessão divina. Atuaram como servos de Jeová, ou seja, como mordomos d’Ele. O verdadeiro líder vela pelos seus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – Deus via neles qualidades interiores. O líder não luta sozinho. Por isto não precisa ser o maior, o mais belo o mais forte. Estes atributos são secundários na liderança. Tanto Davi como Salomão tinham a capacidade de agregar, de unir forças em torno de si. Quem tem estes atributos, forma um exército e ganha muitas batalhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que estamos falando de temas atuais não? Isto mesmo. A liderança eficaz se utiliza de verdades eternas, que mesmo que vestidas de roupagens (descrições) diferentes, surtem efeitos positivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sucessão na obra de Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente a Igreja do Senhor tem sido tomada por pessoas que apenas visam o bem de sua família e membros. Não podemos afirmar ao certo se são a maioria, mas existem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja não deve ser governada por déspotas ou dinastias. Ela muito menos deve ser administrada por princípios administrativos, econômicos, financeiros ou contábeis. A excelência da administração (mordomia no sentido bíblico) eclesiástica tem no princípio do amor a sua direção divina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus é o dono do ouro e da prata. Ele jamais deixará que sua igreja fique sem estes fatores. Quando o justo governa o povo se alegra. Daí não há falta de pão e vinho, cereais, leite, mel e pastas... Enfim, abundância na casa de Deus. Deus é tão justo que dá a seus Levitas a fartura. De sorte que quando o levita se farta, é Deus se alegrando pela alegria de seu povo, que foi abençoado e ofertou a sua casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem que tem medo da Sucessão, não conhece os preceitos divinos, e muito menos o amor de Deus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Davi honrou ao Senhor enquanto viveu, mesmo sendo um pecador, homem violento e derramador de sangue. Sempre teve a figura de Jeová como sendo o possuidor de Israel, e ele mesmo sendo Rei, sendo o servo de Jeová.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suas orações, Davi agradecia a Jeová, por ter sido agraciado com o pacto divino, de que jamais lhe faltaria sucessor em sua casa, daí seu reino ser eterno, sem que fosse merecedor disto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem de Deus deve confiar em Deus, e permitir que Ele dirija em tudo a sua vida, inclusive no futuro de seus filhos e membros de sua parentela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembremos que neste mundo moderno, quando se fortalecem as instituições, não se admite mais a prática do nepotismo. O que seria o Nepotismo? A inclusão de parentes em cargos de confiança, onde não haja sido feito concurso público para a inclusão destes no quadro de funcionários do governo. Conferindo a esta prática a injustiça e oneração do erário público. Porque isto? Por que o governo não é dos governantes, e sim do povo, onde todos são iguais perante a lei e aptos para exercerem as mesmas funções. Porém os concursos existem para peneirar os mais aptos dos menos aptos, não sendo forma de segregação e sim aperfeiçoamento do serviço público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então nos cabem as perguntas: A Igreja é de quem? Não seria o Espírito Santo quem deveria assim como Paulo e Barnabé, indicar os ministros (servidores) de Deus? Estes não têm responsabilidades?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes são tempos difíceis, onde o ego humano tem suplantado a direção divina e o impulso e a tentação pelo poder tem feito grandes estragos à obra de Deus. Oremos ao Senhor, para que levante homens e mulheres imbuídos e determinados em servir ao Senhor de todo coração, imunizados contra a praga do orgulho e sedução das riquezas e posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus abençoa a todos, e um Feliz Natal!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-6697264606883519052?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/6697264606883519052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=6697264606883519052' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/6697264606883519052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/6697264606883519052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/12/comentario-da-licao-n-12.html' title='Comentário da Lição nº 12'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-6748141452265267957</id><published>2009-12-08T12:39:00.000-08:00</published><updated>2010-01-01T02:40:37.088-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A adoração'/><title type='text'></title><content type='html'>Lição 11– Davi e a Restauração ao Culto a Jeová&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 13 de Dezembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário: Pb Cleber de Amorim / Criciúma SC&lt;br /&gt;E-MAIL: &lt;a href="mailto:cleberpalavra@yahoo.com.br"&gt;cleberpalavra@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;MSN: &lt;a href="mailto:cleber.comjesus@hotmail.com"&gt;cleber.comjesus@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;BLOG: preletorcleberdeamorim.blogspot.com&lt;br /&gt;Contato: 048 34339454 – 8806 2527&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da Lição nº 11 da Revista da Escola Bíblica Dominical, das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB) Ed. CPAD, RJ, 4º Trimestre de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura Bíblica em Classe: I Crônicas 16. 7 - 14.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divisão Tópica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – O CULTO E SEU PROPÓSITO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – O altar do holocausto e do incenso.&lt;br /&gt;2 – A arca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II – O CULTO E SUA LITURGIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – A liturgia na velha aliança.&lt;br /&gt;2 – A liturgia na nova aliança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subsídio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz do Senhor aos amados professores (as) da EBD. Nesta lição teremos a oportunidade de meditarmos sobre este tema tão lindo – a Adoração. Em tempos onde se fala tanto em adorar, exaltar e magnificar o Senhor. Onde se produz músicas em toque de caixa, num frenético ritmo materialista. Onde se faz muita coreografia, quando se dança muito e se tira os pés do chão. Percebemos a falta da exata compreensão do tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como educadores cristãos e membros do magistério de Cristo, não podemos perder a oportunidade de ministrar de forma clara e bíblica, sem preconceitos, porém pautados pelo equilíbrio e baseados na palavra de Deus, sobre tão auspicioso tema, que vem sendo desvirtuado e causando tantos problemas a obra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definindo Adoração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há um termo específico dentro dos idiomas bíblicos, que defina propriamente adoração como ela é exposta no idioma português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para nós de fala latina, a adoração tem um caráter estritamente religioso e eclesiástico. Ad à Oris,“Adorare” em Latim, quer dizer levar a mão a boca. Ou ainda Ad Orare, literalmente falar, expressar pela boca. Veja que Oris em Latim que significa boca é a palavra raiz. Na realidade com a boca o adorador pode Falar, cantar, orar ou até mesmo beijar, como no caso da mulher que levou a boca os pés de Jesus, os beijando e lavando-os com suas lágrimas e enxugando-os com seus cabelos (Lucas 7. 36 – 38). Para este comentarista, a mais linda e extrema atitude adoradora em toda a escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o grego e o hebraico nos trazem terminologias ricas em detalhes e ações, que nos levarão a uma maior compreensão e abrangência desta atitude. Quanto mais conhecermos acerca do tema, mais sentiremos e perceberemos a distância que nossos “levitas artistas de hoje” nos estão levando quando falam em adoração. É perigoso o terreno onde eles pisam. Às vezes penso que esta adoração parece com as dos samaritanos (João 4. 20 – 22), que até aos dias atuais ainda sacrificam no monte Gerizim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminologias básicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sãhãh (Hb) e Gonú (Gr) Ajoelhar-se. A atitude é a mesma seja diante de reis, autoridades e claro a Deus (Jeová para os Judeus) ou a outra divindade. O relato bíblico só no Antigo Testamento faz em mais de 170 vezes referência a este termo de forma genérica. Porém como a concepção hebraica monoteísta e sua influência sobre a igreja, no que diz respeito a culto e a Jesus Cristo, nos remetem a adoração apenas ao Deus de Israel. A concepção Triúna de Deus, percebida pela igreja neste caso, não incorre em idolatria, pois não adoramos a “deuses” e sim a um Deus manifesto em três pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proskuném (Gr). Prostrar-se diante de. Há uma diferença entre ajoelhar-se e prostrar-se. Quando se ajoelha, apenas se flexiona um ou os dois joelhos. Rabinos judeus reconheciam a parcialidade da genuflexão. Porém, o prostrar-se fala-se das mãos, pés e rosto estendidos em terra. Ou seja, ato de total rendição, humilhação e entrega. Ato praticado por escravos, servos e afins. Demonstração de reverência e respeito. Ex.: Prostração a reis (I Cr 29.20), ao homem de Deus (II Rs 1.13), e a Deus (I Rs 8.54 e Dn 6.10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Latreia (Gr). Termo introduzido as escrituras pela septuaginta. O tremo tem haver com salário por serviço prestado. Também tem a ver com esforço físico, trabalho. No sentido religioso confere o sentido de servir com trabalho e esforço. Porém servir é a chave da compreensão do termo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto todo adorador deve esforçar-se e trabalhar por seu Deus e sua fé. Tem este termo muito haver com o levirato, seu serviço nos rituais do culto hebraico, e com o fato de os levitas não trabalharem secularmente para si, mas para Deus e Dele receberem a recompensa. Alguns exemplos de sua aplicação poderemos ver em Atos 7. 42; 24.14; Filipenses 3.3 etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leiturgeia (Gr). Este termo tem haver com o serviço dos funcionários públicos. Esta compreensão é muito antiga, datando desde os tempos do império egípcio. Este serviço tem seus procedimentos e atitudes burocráticas e práticas, dando certo “formato” a ações provenientes do serviço. Ex: Um policial tem um procedimento de trabalho, o professor outro. Mesmos sendo os dois funcionários do mesmo governo, porém suas ações são pautadas pela necessidade da função. Por isso confundimos os rituais e sequências de ações de um culto a liturgia. Sem contar com a concepção romana da missa e sua intransigente formalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lc 1.23; Atos 13.27; Rm 15.27; II Co 9.12; Fp 2.17,30; Hb 8.6; 9.21;10.11; são os textos onde se encontram alusões ao termo. A de se frisar aqui que este não é um termo de relevada importância na teologia Neotestamentária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homologia (Gr).  De homo – igual, e logia – palavra/ciência. Tem haver com confissão ou testemunho da igreja no que rege sua crença. Não podemos ser separados como igreja, tendo cada um a sua teologia, fé e prática cristãs. Tem haver com a confissão de pecados também. A confissão por Cristo é o maior exemplo de homologia (Rm 10. 9,10), ou adoração a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sebomai (Gr). Literalmente venerar, temor e devoção (Mt 15.7; Mc 7.7; At 16.14; 18.7,13). Neste sentido o adorador é um devoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmãos, cabe a cada um nós, depois de analisarmos estas terminologias, concluir que a adoração biblicamente falando, nos remete a ações e atitudes que envolvem um conhecimento do nosso Deus, e a disponibilidade de todo o nosso ser, ao seu serviço, ministério e culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formas e local de adoração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Antigo Testamento a adoração de Israel tem um caráter mais formal e ritualista. O culto levita tem cerimoniais lindíssimos e cheios de detalhes que figurada e profeticamente apontam ao messias. Estes rituais como queima de holocaustos e sacrifícios cruentos, incensos, buzinas e outros, não necessariamente se fazem partes integrantes do culto da igreja Neotestamentária, ou dogmas para nossas reuniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culto israelita tinha rituais, lugar (Jerusalém) e o templo com seus cerimoniais. Os levitas, sacerdotes e seu ministério sacerdotal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Novo Testamento o cerimonialismo, ritualismo e sacerdócio levita deixam de ter importância cúltica na vida da igreja cosmopolita, abrangente e heterogenia etnicamente falando. Nela o culto não está preso a templo, figuras e ritos. Mas sim no interior do salvo, que é agora templo do Espírito Santo. Nela, onde ouver um adorador Deus estará ali. Isto, porém não despreza o caráter do templo, do formato de um culto onde a maior expressão de louvor, respeito e ordem estejam inseridos na prática da adoração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gritos, assovios, danças e outras manifestações animáticas e humanas devem ser vigiadas, podadas e analisadas. Pois a adoração tem um fim produtivo espiritualmente falando, e não libertino. As manifestações de alegria de Davi e Mirian não são base para justificar danças, saltos e outras manifestações do tipo. Eles procederam assim em situações inusitadas, não de forma premeditada e ensaiada, e sim de forma individual (pois nem todos dançaram, pularam e compuseram hinos). Agora, manifestações do Espírito jamais devem ser tolhidas. Portanto gente, vamos ter equilíbrio e vamos manter a ordem no culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Paulo o culto deve ter ordem (I Co 14.40). Não há base bíblica para danças e outras manifestações performáticas no culto cristão. Nas exortações paulinas acerca do culto cristão (I Co 12.1 – 14.40) não vemos falar-se de danças, coreografias, saltos, gritos, pulos e outras manifestações semelhantes. Senão vejamos os componentes do culto segundo a visão Neotestamentária, e que deve reger a igreja:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1)   Oração&lt;br /&gt;2)   Louvor – hinos, salmos e cânticos espirituais&lt;br /&gt;3)   Confissão de pecados&lt;br /&gt;4)   Confissão de fé (batismo)&lt;br /&gt;5)   Leitura da Bíblia (Palavra de Deus)&lt;br /&gt;6)   Pregação – Kerugma (anúncio do evangelho com fim salvífico)&lt;br /&gt;7)   Ensino – Didátika/Docere (exortação, edificação e consolação)&lt;br /&gt;8)   Ceia do Senhor&lt;br /&gt;9)   Coletas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmãos, não devemos ser dogmáticos e intransigentes com as manifestações culturais de povos e culturas alcançadas pelo evangelho. Afinal Deus salvará povos e tribos de todas as nações da terra. Porém devemos analisar a origem destas manifestações. O Brasil é um imenso exemplo disso. A convergência de vários povos, raças e crenças, na formação de nosso povo, formaram esta imensa colcha de retalhos. Porém ao analisarmos a cultura indígena, a africana, oriental etc, observaremos desvios doutrinários e teológicos, filosóficos e espirituais. Estas práticas devem ser substituídas pelo ensino (doutrina) cristão e conduzir estes povos a verdadeira adoração ao Senhor Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como devemos fugir dos modismos, dos shows performáticos e dos devaneios hebraístas, com seus ritos lindíssimos, porém ultrapassados no quesito salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vimos com preocupação os cultos neopentecostais e carismáticos. Muito abertos a multidões e apelos psicológicos, humanistas e de marketing. Com certeza o culto a Deus deve ser dinâmico (não psicodélico), mas não nas ações humanas, e sim no “dunamis” (poder do Espírito), que move dinâmica e profeticamente o povo de Deus, na evangelização e testemunho salvador de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por fim, a adoração deve renovar-se no poder do Espírito, e não depender de ritmos modernos e atuais (esta discussão tem causado discórdia entre jovens e “antigos” na igreja), estratégias e outras formas de modificar-se o culto através dos tempos. O que muda é o ser humano irmãos, e suas exigências, Deus porém não muda e seus gostos também. A pergunta é: O que oferecerei ao Senhor por tudo que Ele me tem feito? Um rock, um hip hop, um pagode etc, por que eu gosto e é atual. Quem recebe o culto é Deus, então é pertinente perguntar a Ele, se meu sacrifício é aceito ou não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ponto Abel e Caim dão um bom exemplo disso, Deus aceitou a adoração de um, e de outro não. Por quê? O próprio texto responde: “Se procederes bem, não é certo que serás aceito? (Gn 4.7). Não tem nada haver com Abel oferecendo oferta de sangue, e Caim não. Nem que Abel era geração santa e Caim do diabo (como dizem os doutores da seita do Tabernáculo), pois era fruto de uma relação de Eva com a Serpente! Pode? Mas a rejeição de Deus a adoração de Caim, se deu pelo fato de ele não agradar a Deus naquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para finalizar este ponto, deixamos um recado aos carismáticos católicos. Não há diferença entre adorar e venerar. Quem adora venera, e quem venera adora. E também, a adoração deve ser dirigida estritamente a Deus. A salvação veio dos judeus (João 4.10) - Jesus era judeu, e Deus os ensinou a adorá-lo somente. Jamais em toda Bíblia, Deus tolerou imagens de escultura seja de quem for. E jamais permitirá devoção e veneração à imagem e lembrança de ninguém. Este não é o culto cristão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aos crentes evangélicos e protestantes de hoje, deixamos claro de que se você é movido a ir aos cultos porque A, B ou C, seja ele quem for, estará no culto, você já pecou e caiu em idolatria. Pois quem me motiva a ir às reuniões de culto deve ser o Senhor Jesus Cristo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação ao rei Davi, o que mais o destaca em relação aos outros reis de Israel é esta diligência em servir ao Senhor com o melhor, o mais caro, a primazia, a primícia. Que este seja o sentimento no coração principalmente dos obreiros, dos nossos ministros, que devem reger a obra de Deus e seus ministérios não por impulsos comerciais, e sim espirituais. E que seus serviços sejam para o engrandecimento da obra de Deus na terra, e para honra, glória e louvor daquele que era que é, e há de vir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adoração é atitude, serviço, entrega, humildade, reverência, devoção, veneração a Deus. Mais do que palavras, adoração é atitude. O adorador não necessariamente será famoso, cantor, dançarino ou outra coisa qualquer. Muito menos receberá valores para isto. Mas sim aquele que prioriza o Senhor em sua existência, e a Ele entrega o melhor – a sua vida. Que seus projetos, sonhos e realizações sirvam para louvarem a este Deus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que este Deus lhe abençoe muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor, Deus te abençoe e boa aula amado. Não se esqueça de acessar o blog preletorcleberdeamorim.blogspot.com, e pôr ali seus comentários e perguntas. Atenderemos os amados com o maior prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo deixamos uma relação de utensílios do culto hebreu, para o seu enlevo espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.jesusnet.org.br/tabernaculo/acampamento.htm"&gt;O Acampamento dos Filhos de Israel&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.jesusnet.org.br/tabernaculo/marcha.htm"&gt;Os Filhos de Israel em Marcha&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O altar de &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;bronze&lt;/a&gt; era de 5 cúbitos quadrados x 3 cúbitos de altura. Foi feito de madeira de cetim revestido de bronze com &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;chifres&lt;/a&gt; em cada canto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'O Altar de Bronze' (Êx 27:1-5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o Israelita se aproximava do &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;tabernáculo&lt;/a&gt; com o seu sacrifício e atravessava aquele portão de entrada ele encontrava entre ele e o tabernáculo um altar com um sacerdote ao lado. O altar de forma quadrada. Sua largura e comprimento era exatamente igual à altura da cerca de linho branco ao redor do átrio com 5 cúbitos (2,25 metros). Sua altura era de 3 cúbitos (1,35 metros) e foi feito de &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;madeira de acácia&lt;/a&gt; revestida com bronze com chifres em cada canto. Ex 27:1-5 " FARÁS também o altar de madeira de acácia; cinco côvados será o comprimento, e cinco côvados a largura (será quadrado o altar), e três côvados a sua altura. E farás as suas pontas nos seus &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;quatro&lt;/a&gt; cantos; as suas pontas serão do mesmo, e o cobrirás de cobre. Far-lhe-ás também os seus recipientes, para recolher a sua &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;cinza&lt;/a&gt;, e as suas &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;pás&lt;/a&gt;, e as suas &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;bacias&lt;/a&gt;, e os seus &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;garfos&lt;/a&gt; e os seus braseiros; todos os seus utensílios farás de cobre. Far-lhe-ás também um crivo de cobre em forma de rede, e farás a esta rede quatro argolas de metal nos seus quatro cantos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as porás dentro da borda do altar para baixo, de maneira que a rede chegue até ao meio do altar."Este era o altar no qual os sacrifícios eram feitos conforme descreve Lv.1:9, como um doce sabor para o Senhor. Era onde o sangue era derramado e o pecador era perdoado. Não importa quão boa pessoa fosse, sem o derramamento de sangue não havia nenhum perdão. Lv 17:11 " Porque a vida da carne está no sangue; pelo que vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pelas vossas almas; porquanto é o sangue que fará expiação pela alma."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora do &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;altar de bronze&lt;/a&gt; não havia outro modo de se aproximar de Deus. A &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;aliança&lt;/a&gt; com Yahweh, era uma aliança de sangue e então o animal inocente representava o pecador, e tomava o lugar dele no altar. É por isso que se colocava &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;as mãos&lt;/a&gt; na vítima inocente, a seguir o violento corte na garganta. Uma imagem que faria sua pele se arrepiar, que trazia uma incrível consciência do pecado, e do seu salário que é a morte. Só então ele seria aceito e declarado limpo. O sangue do animal cobriria até o próprio Deus (O Cordeiro de Deus) que levaria o pecado de uma vez por todas. O sacerdote então pegaria o sangue em uma bacia, e despejava o sangue ao pé do altar, e fazia o sacrifício, e o pecador iria para casa perdoado até o próximo pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram feitos sacrifícios ao longo do ano, mas o sacrifício anual era feito pelo &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;sumo sacerdote&lt;/a&gt; no Dia da Expiação (Yom Kippur), uma vez por ano .para expiar os pecados da nação. Seus Sete Nomes Êx 27:1 " Farás também o altar de madeira de acácia..."Êx 38:30 " E dele fez as &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;bases&lt;/a&gt; da &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;porta&lt;/a&gt; da tenda da congregação e o altar de bronze, e o &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;crivo de bronze&lt;/a&gt; e todos os utensílios do altar."Êx 35:16 "O altar do &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;holocausto (ofertas queimadas)&lt;/a&gt;, e o crivo de bronze, os seus &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;varais&lt;/a&gt;, e todos os seus pertences, a &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;pia&lt;/a&gt; e a sua base," Êx 29:12 " Depois tomarás do sangue do &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;novilho&lt;/a&gt;, e o porás com o teu dedo sobre as pontas do altar, e todo o sangue restante derramarás à base do altar." Lv 1:5 " Depois degolará o bezerro perante o SENHOR; e os filhos de Arão, &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;os sacerdotes&lt;/a&gt; , oferecerão o sangue, e espargirão o sangue em redor sobre o altar que está diante da porta da tenda da congregação."Ml 1:7 " Ofereceis sobre o meu altar pão imundo, e dizeis: Em que te havemos profanado? Nisto que dizeis: A mesa do SENHOR é desprezível." (compare com Lv 21:6,22) Mal 2:13 " Ainda fazeis isto outra vez, cobrindo o altar do SENHOR de lágrimas, com choro e com gemidos; de sorte que ele não olha mais para a oferta, nem a aceitará com prazer da vossa mão."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Altar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um antigo altar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, enquanto a palavra portuguesa 'altar', em nossa tradução foi formado do adjetivo latino que significa 'alto' esta é uma derivação eclesiástica recente, e não tem qualquer ligação com o significado hebraico. Em hebraico a palavra está baseada em um verbo que significa 'sacrificar' e 'altar' significa 'um lugar onde o sacrifício é feito'. O que significa 'levantado'. O sacrifício era levantado, e então descia na grade de bronze pelo sacerdote onde permanecia levantado acima da terra. Também significa o sacrifício que é levantado para cima, na forma de fumaça para o Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes do tabernáculo esses que quisessem agradar a Deus construíam um altar e invocavam o nome do SENHOR: Gn 4:4 " E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta." Gen 4:25-26 "E tornou Adão a conhecer a sua mulher; e ela deu à luz um filho, e chamou o seu nome Sete; porque, disse ela, Deus me deu outro filho em lugar de Abel; porquanto Caim o matou. E a Sete também nasceu um filho; e chamou o seu nome Enos; então se começou a invocar o nome do SENHOR."Gn 8:20 " E edificou Noé um altar ao SENHOR; e tomou de todo o animal limpo e de toda a ave limpa, e ofereceu holocausto sobre o altar." Gn 12:7 " E apareceu o SENHOR a Abrão, e disse: À tua descendência darei esta terra. E edificou ali um altar ao SENHOR, que lhe aparecera."Gn 12:8 "E moveu-se dali para a montanha do lado oriental de Betel, e armou a sua &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;tenda&lt;/a&gt;, tendo Betel ao ocidente, e Ai ao oriente; e edificou ali um altar ao SENHOR, e invocou o nome do SENHOR."Gn 26:25 " Então edificou ali um altar, e invocou o nome do SENHOR, e armou ali a sua tenda; e os servos de Isaque cavaram ali um poço." Gen 33:20 " E levantou ali um altar, e chamou-lhe: Deus, o Deus de Israel."Gn 35:2-3 Então disse Jacó à sua família, e a todos os que com ele estavam: Tirai os deuses estranhos, que há no meio de vós, e purificai-vos, e mudai as vossas vestes. E levantemo-nos, e subamos a Betel; e ali farei um altar ao Deus que me respondeu no dia da minha angústia, e que foi comigo no caminho que tenho andado. "&lt;br /&gt;Seu Tamanho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Êx 27:1 "Farás também o altar de madeira de acácia; cinco côvados será o comprimento, e cinco côvados a largura " Não é possível reproduzir o desenho do Altar de Holocausto ou altar de bronze exatamente (como era conhecido) mas uma idéia geral pode ser tirada das descrições no texto. - Era quadrado (ilimitado) - Era de 5 cúbitos quadrados (incapacidade humana) - Era de 3 cúbitos de alto (Completa e total Provisão de Deus) (Veja A Escritura e os Números) - Observe que era o maior vaso. (o sacrifício torna o resto possível) O altar era grande bastante para conter o resto. Sua Natureza - Foi feito de madeira de acácia (indestrutível) - Era coberto de bronze (juízo) - Era da terra (não artificial) Êx 20:24 " Um altar de terra me farás, e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos, e as tuas ofertas pacíficas, as tuas &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;ovelhas&lt;/a&gt;, e as tuas vacas; em todo o lugar, onde eu fizer celebrar a memória do meu nome, virei a ti e te abençoarei." - Não tinha degraus (A nudez humana seria exposta) feitos pelo homem.Ex: 20:26 " Também não subirás ao meu altar por degraus, para que a tua nudez não seja descoberta diante deles."Seus 4 Chifres (O Poder ilimitado) (universal) Ex 27:2 "E farás as suas pontas nos seus quatro cantos; as suas pontas serão do mesmo, e o cobrirás de cobre."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;O Chifre&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chifre simbolizava poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chifre sempre foi simbolizado como a força de um animal. Ou o poder de uma pessoa ou nação. Sl 89:17 "Pois tu és a glória da sua força; e no teu favor será exaltado o nosso poder." Lm 2:3 "No furor da sua ira cortou toda a força de Israel; retirou para trás a sua destra de diante do inimigo; e ardeu contra Jacó, como labareda de fogo que consome em redor."&lt;br /&gt;Examinando o verso vemos nós que o altar e seus chifres eram um. Da mesma maneira o Senhor e o seu poder são inseparavelmente ligados .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há limites para o poder de Deus quando um sacrifício é feito. Note o que também é ensinado em relação aos chifres: Ex 29:12 "Depois tomarás do sangue do novilho, e o porás com o teu dedo sobre as pontas do altar, e todo o sangue restante derramarás à base do altar."Havia poder ilimitado no sangue aspergido nos chifres. Também porque o sangue representa vida, e o sacrifício era um substituto, a vida de pecadores redimidos se tornaria uma com Deus. Havia uma união de sangue entre o altar, os chifres, e o pecador. Também é vista a misericórdia de Deus aqui. É importante notar que sendo um lugar de sacrifício onde foram usados os quatro chifres para amarrar o animal para o sacrifício, também era um lugar de refúgio. Um homem que foi acusado falsamente de assassinato poderia correr lá para segurança e agarrar-se nos chifres. Se ele fosse inocente eles o protegeriam. Êx 21:12-14 "Quem ferir alguém, de modo que este morra, certamente será morto. Porém se lhe não armou cilada, mas Deus lho entregou nas mãos, ordenar-te-ei um lugar para onde fugirá. Mas se alguém agir premeditadamente contra o seu próximo, matando-o à traição, tirá-lo-ás do meu altar, para que morra."Um exemplo é Adonias. Temendo a ira do jovem Rei Salomão, Adonias, seu irmão mais velho, foi e agarrou-se nas pontas do altar para refugiar-se. I Rs 1:50 "Porém Adonias temeu a Salomão; e levantou-se, e foi, e apegou-se às pontas do altar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro exemplo é Joabe, por toda a sua vida, chefe de exército de Davi,: I Rs2:28 " E chegou a notícia até Joabe (porque Joabe tinha se desviado seguindo a Adonias, ainda que não tinha se desviado seguindo a Absalão), e Joabe fugiu para o tabernáculo do SENHOR, e apegou-se às pontas do altar. " Os sacrifícios também foram amarrados com &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;cordas&lt;/a&gt; aos chifres: Sl 118:27 " Deus é o SENHOR que nos mostrou a luz; atai o sacrifício da festa com cordas, até às pontas do altar. " Os Utensílios Êx 27:3-5 " Far-lhe-ás também os seus recipientes, para recolher a sua cinza, e as suas pás, e as suas bacias, e os seus garfos e os seus braseiros; todos os seus utensílios farás de cobre. Far-lhe-ás também um crivo de cobre em forma de rede, e farás a esta rede quatro argolas de metal nos seus quatro cantos. E as porás dentro da borda do altar para baixo, de maneira que a rede chegue até ao meio do altar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) as Bacias para receber as Cinzas - Era tomado grande cuidado com as cinzas. - Elas não eram levadas para fora do acampamento e lançadas em qualquer lugar. Mas só em um lugar limpo. - Elas eram preciosas porque elas falavam da aceitação de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinzas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Cinzas também eram um símbolo da completa destruição, e por causa disso, as pessoas sentavam-se em cinzas e lançavam cinzas em suas cabeças, ou vestiam-se a si mesmos de saco e cinzas como um sinal de pesar e lamentação, dizendo "Deus, eu não sou nada, socorra-me, por favor!". As Cinzas também serviam para a limpeza e purificação:Num 19:17 "Para um imundo, pois, tomarão da cinza da queima da expiação, e sobre ela colocarão água corrente num vaso."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) pás - Eram usadas para tirar as cinzas do altar e colocá-las na bacia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(3) as Bacias - O sacerdote colocava o sangue em uma bacia e o usava isto para aspergir, e despejar no fundo do altar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(4) Garfos - O garfo era um instrumento com três pontas e usado para colocar os pedaços da oferta noaltar. 1Sm 2:13 " Porquanto o costume daqueles sacerdotes com o povo era que, oferecendo alguém algum sacrifício, estando-se cozendo a carne, vinha o moço do sacerdote, com um garfo de três dentes em sua mão;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(5) &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;Braseiros&lt;/a&gt;- levavam o fogo (brasas) do altar no Lugar Santo para o serviço no &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;altar de incenso&lt;/a&gt;. O altar de bronze sustenta o altar de incenso. Lv 16:12 "Tomará também o incensário cheio de brasas de fogo do altar, de diante do SENHOR, e os seus punhos cheios de incenso aromático moído, e o levará para dentro do &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;véu&lt;/a&gt;- Não havia nenhuma dúvida que os braseiros eram usados para levar o fogo na caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(6) A Grade de Bronze- Havia uma grade de bronze que parecia estar sobre uma borda interna do altar onde os animais sacrificados eram colocados amarrado a argolas e então consumidos. Permitia que a gordura gotejasse abaixo e as cinzas caíssem abaixo. - O sacrifício portanto estava então no altar e não nisto.- A grade era da altura do solo como o &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;propiciatório&lt;/a&gt;. (A misericóridia e juízo são iguais): Sl 101:1 "Cantarei a misericórdia e o juízo; a ti, SENHOR, cantarei."Rm 11:22 " Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira também tu serás cortado." Seu Fogo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fogo no altar foi aceso originalmente por Deus e nunca poderia ser apagado: Lv 9:24 " Porque o fogo saiu de diante do SENHOR, e consumiu o holocausto e a gordura, sobre o altar; o que vendo todo o povo, jubilaram e caíram sobre as suas faces." Lv 6:12-13 " O fogo que está sobre o altar arderá nele, não se apagará; mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto e sobre ele queimará a gordura das ofertas pacíficas. O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fogo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) O fogo era o símbolo da presença do Senhor, e o instrumento do Seu poder, ou o seu modo de aprovação ou de destruição: Êx 14:24 " E aconteceu que, na vigília daquela manhã, o SENHOR, na coluna do fogo e da nuvem, viu o campo dos egípcios; e alvoroçou o campo dos egípcios. "Num 11:1 " E ACONTECEU que, queixou-se o povo falando o que era mal aos ouvidos do SENHOR; e ouvindo o SENHOR a sua ira se acendeu; e o fogo do SENHOR ardeu entre eles e consumiu os que estavam na última parte do arraial. "O Senhor apareceu na sarça ardente no Monte Sinai: Êx 3:2 "E apareceu-lhe o anjo do SENHOR em uma chama de fogo do meio duma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia." Êx 19:18 " E todo o &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;monte Sinai&lt;/a&gt; fumegava, porque o SENHOR descera sobre ele em fogo; e a sua fumaça subiu como fumaça de uma fornalha, e todo o monte tremia grandemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" O Senhor também se revelou no meio do fogo para muitos, como Isaías, Ezequiel, e João. Note como Ele virá em sua segunda vinda: 2 Ts 1:7-9 " E a vós, que sois atribulados, descanso conosco, quando se manifestar o Senhor Jesus desde o céu com os anjos do seu poder, como labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo; os quais, por castigo, padecerão eterna perdição, ante a face do Senhor e a glória do seu poder, " Deus castiga o pecado com o fogo de Sua ira: Ez 21:31 " E derramarei sobre ti a minha indignação, assoprarei contra ti o fogo do meu furor, entregar-te-ei nas mãos dos homens brutais, inventores de destruição. " Hb 12:29 "Porque o nosso Deus é um fogo consumidor."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) O fogo também é figura de outras coisas na Bíblia: - A Palavra de Deus Jr 5:14 " Portanto assim diz o SENHOR Deus dos Exércitos: Porquanto disseste tal palavra, eis que converterei as minhas palavras na tua boca em fogo, e a este povo em lenha, eles serão consumidos. "Jr 23:29 " Porventura a minha palavra não é como o fogo, diz o SENHOR, e como um martelo que esmiúça a pedra?" - O Espírito Santo Is 4:4 " Quando o Senhor lavar a imundícia das filhas de Sião, e limpar o sangue de Jerusalém, do meio dela, com o espírito de justiça, e com o espírito de ardor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Atos 2:3-4 " E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. "- Anjos Sl 104:4 " Faz dos seus anjos espíritos, dos seus ministros um fogo abrasador."- Luxúria Pv 6:27-28 " Porventura tomará alguém fogo no seu seio, sem que suas vestes se queimem? Ou andará alguém sobre brasas, sem que se queimem os seus pés?"- Maldade Is 9:18 " Porque a impiedade lavra como um fogo, ela devora as sarças e os espinheiros; e ela se ateará no emaranhado da floresta; e subirão em espessas nuvens de fumaça. " - A Língua Pv 16:27 " O homem ímpio cava o mal, e nos seus lábios há como que uma fogueira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tg 3:6 " A língua também é um fogo; como mundo de iniqüidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno."- Os hipócritas Is 50:11 " Eis que todos vós, que acendeis fogo, e vos cingis com faíscas, andai entre as labaredas do vosso fogo, e entre as faíscas, que acendestes. Isto vos sobrevirá da minha mão, e em tormentos jazereis."- Perseguição Lc 12:49-53 " Vim lançar fogo na terra; e que mais quero, se já está aceso? Importa, porém, que seja batizado com um certo batismo; e como me angustio até que venha a cumprir-se! Cuidais vós que vim trazer paz à terra? Não, vos digo, mas antes dissensão; Porque daqui em diante estarão cinco divididos numa casa: três contra dois, e dois contra três. O pai estará dividido contra o filho, e o filho contra o pai; a mãe contra a filha, e a filha contra a mãe; a sogra contra sua nora, e a nora contra sua sogra."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juízos Ez 39:6 " E enviarei um fogo sobre Magogue e entre os que habitam seguros nas ilhas; e saberão que eu sou o SENHOR." Gn 19:24 " Então o SENHOR fez chover enxofre e fogo, do SENHOR desde os céus, sobre Sodoma e Gomorra; " Is 66:24 " E sairão, e verão os cadáveres dos homens que prevaricaram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e serão um horror a toda a carne." - Purificações 1 Co 3:12-15 .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;ouro&lt;/a&gt;, &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;prata&lt;/a&gt;, pedras preciosas, madeira, feno, palha, a obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não poderia haver NENHUM fogo estranho no altar Lv 10:1-3 " E os filhos de &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;Arão&lt;/a&gt;, Nadabe e Abiú, tomaram cada um o seu incensário e puseram neles fogo, e colocaram incenso sobre ele, e ofereceram fogo estranho perante o SENHOR, o que não lhes ordenara. Então saiu fogo de diante do SENHOR e os consumiu; e morreram perante o SENHOR. E disse &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;Moisés&lt;/a&gt; a Arão: Isto é o que o SENHOR falou, dizendo: Serei santificado naqueles que se chegarem a mim, e serei glorificado diante de todo o povo. Porém Arão calou-se."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suas &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;varas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As varas eram longas barras feitas de de madeira de Acácia cobertas com bronze. Foram usadas para transportar o altar sempre que o acampamento se movia. Quando o acampamento se movia, foi coberto com pele de texugo e com um tecido &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;púrpura&lt;/a&gt;, e levado pelos sacerdotes (Coatitas). O altar sempre estava com eles, não importa para onde viajassem ou estivessem na terra prometida. Eles eram estranhos e peregrinos no deserto, mas a provisão pelo sangue sempre estava disponível. No templo de Ezequiel que é um quadro da reino milenar em Israel, o altar não tem nenhuma vara ou argolas (Ez 43). Seu Caráter Santo - O Altar foi consagrado (santísssimo) Êx 29:44 " E santificarei a tenda da congregação e o altar; também santificarei a Arão e seus filhos, para que me administrem o sacerdócio."Êx 40:10 " Ungirás também o altar do holocausto, e todos os seus utensílios; e santificarás o altar; e o altar será santíssimo." - O Altar foi ungido com óleo Lv 8:10-11 " Então Moisés tomou o azeite da unção, e ungiu o tabernáculo, e tudo o que havia nele, e o santificou; E dele espargiu sete vezes sobre o altar, e ungiu o altar e todos os seus utensílios, como também a pia e a sua base, para santificá-las."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Altar santificava o pecador Lv 20:7 " Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu sou o SENHOR vosso Deus."Nm 4:15 " Havendo, pois, Arão e seus filhos, ao partir do arraial, acabado de cobrir o santuário, e todos os instrumentos do santuário, então os filhos de Coate virão para levá-lo; mas no santuário não tocarão para que não morram; este é o cargo dos filhos de Coate na tenda da congregação." - No Altar só serviam os sacerdotes (os filhos de Arão) Nm 18:2-3 " E também farás chegar contigo a teus irmãos, a tribo de Levi, a tribo de teu pai, para que se ajuntem a ti, e te sirvam; mas tu e teus filhos contigo estareis perante a tenda do testemunho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eles cumprirão as tuas ordens e terão o encargo de toda a tenda; mas não se chegarão aos utensílios do santuário, nem ao altar, para que não morram, tanto eles como vós." - O povo trazia as suas ofertas ao Altar Mt 5:23-24 " Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta." - O Altar santificava todas as ofertasMt 23:18-19 " E aquele que jurar pelo altar isso nada é; mas aquele que jurar pela oferta que está sobre o altar, esse é devedor. Insensatos e cegos! Pois qual é maior: a oferta, ou o altar, que santifica a oferta?" - Nada profano ou impuro seria colocado no Altar Lev 22:22 " O cego, ou quebrado, ou aleijado, o verrugoso, ou sarnoso, ou cheio de impigens, estes não oferecereis ao SENHOR, e deles não poreis oferta queimada ao SENHOR sobre o altar. "Sem o altar nenhum pecador poderia ser reconciliado, nem poderia estar lá para oferecer a sua adoração a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as manhãs um cordeiro era oferecido no altar. Em dias de festas especiais e rituais anuais o Altar de Holocausto era o ponto central para as várias cerimônias. Quais os animais utilizados para o sacrifício? Podemos olhar na seção As Cinco Ofertas Levíticas, mas basta dizer que os animais a serem sacrificados poderiam variar de um touro jovem para o pecado do sacerdote ou da congregação, um bode para o pecado de um príncipe, uma cabra ou cordeiro para o povo. Isto significa que o altar poderia ser usado em nome de toda a congregação de Israel ou simplesmente para suprir a necessidade do pecador que tinha achado o seu caminho pelo portão de entrada ,e tinha se aproximado com o cordeiro do sacrifício, para buscar o perdão de Deus. Ele colocava as suas mãos na cabeça da vítima inocente, para que se identificasse com ela, que estava prestes a morrer. Então ele matava o cordeiro inocente. A morte do cordeiro acontecia em lugar da morte do pecador. Era a morte de um substituto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele que não tinha pecado teve que morrer pelo pecador. O sangue do inocente teve que ser derramado para que a alma do pecador pudesse ser preservada: Ez 18:20-22 A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniqüidade do pai, nem o pai levará a iniqüidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele e a impiedade do ímpio cairá sobre ele. Mas se o ímpio se converter de todos os pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e proceder com retidão e justiça, certamente viverá; não morrerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todas as transgressões que cometeu não haverá lembrança contra ele; pela justiça que praticou viverá." Hb 9:22 "E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão."Naquele momento o sacerdote levava com o dedo o sangue da &lt;a href="javascript:opnWindow("&gt;oferta pelo pecado&lt;/a&gt; até às pontas do altar de holocausto e despejava o resto do sangue à base do altar.Lv 4:34 " Depois o sacerdote com o seu dedo tomará do sangue da expiação do pecado, e o porá sobre as pontas do altar do holocausto; então todo o restante do seu sangue derramará na base do altar." A gordura do animal era removida e queimada no altar. A Expiação tinha sido realizada, e o pecado do homem fôra perdoado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pecado tinha causado separação entre o homem e Deus. Este homem então, saía de sua tenda, e caminhava pelo arraial, rumo ao tabernáculo, entrava pela cortina multi-colorida e pelo átrio, levando a vítima expiatória e se apresentado ao sacerdote, como um homem que precisa de perdão, e então confessou o seu pecado. O próximo passo, era que ele tinha que se identificar com o seu sacrifício, pondo as mãos na cabeça do cordeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele também soube que o seu pecado não seria perdoado a menos que o sangue fosse derramado. Deus tinha sido muito claro sobre isso. Lev 17:11 " Porque a vida da carne está no sangue; pelo que vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pelas vossas almas; porquanto é o sangue que fará expiação pela alma."Como o sangue do cordeiro foi derramado e a sua vida se esvaiu do seu corpo, o Israelita teve o entendimento do fato que: A alma que pecar, esta morrerá. Deus tinha permitido a morte de um cordeiro substituto para que o pecador não fosse morto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vimos, o Israelita exercitou a sua fé e que tendo sido obediente à maneira de Deus perdoar, o seu pecado tinha sido perdoado de fato. As últimas palavras de Deus para o povo de Israel relativo a este ritual eram estas: Lv 4:35 "... assim o sacerdote por ele fará expiação dos seus pecados que cometeu, e ele será perdoado."Aceitando as palavras de Deus pela fé, este homem voltou à sua tenda crendo que a separação entre ele e Deus tinha sido removida. Mas, como poderia ser removida pela vida de um animal em favor da vida de um homem, era algo que ele não pôde entender. Ele só soube que ele tinha feito o que Deus havia ordenado. No decorrer da revelação de Deus, depois ficou claro que foram cobertos os pecados de todos os que tiveram fé no sistema expiatório, e foram definitivamente pagos pelo sangue de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como uma dívida renegociada ano a ano (através de cheques trocados), em troca do perdão, mas que um dia precisa ser paga por completo. Como um banco, o céu, por exemplo, teve que pagar todos esses cheques. No céu (que é um banco), Cristo, o Cordeiro de Deus, pagou por completo toda a dívida. O livro de hebreu deixa isto muito claro: Heb 10:4-10 " Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados. Por isso, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, Mas corpo me preparaste; holocaustos e oblações pelo pecado não te agradaram. Então disse: Eis aqui venho (No princípio do livro está escrito de mim), Para fazer, ó Deus, a tua vontade. Como acima diz: Sacrifício e oferta, e holocaustos e oblações pelo pecado não quiseste, nem te agradaram (os quais se oferecem segundo a lei).Então disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo. Na qual vontade temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus morreu no altar da cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Tipo de Cristo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio Jesus sofreu o fogo de ira de Deus no altar da cruz. Jesus disse, " Ninguém toma a minha vida, mas eu de mim mesmo a dou. Ele escolheu ir para o lugar de abandono e humilhação total e se oferecer pelo pecado, o alvo de toda a ira de Deus. Os seus discípulos fugiram, e as multidões gritaram, "Crucifica-o, " a aristocracia judaica tinha escarnecido dele e O tinha desprezado, os soldados romanos riram d'Ele, o mundo inteiro meneou suas as cabeças, e para que o plano de Deus se cumprisse, Ele teve que O abandonar naquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele foi consumido completamente, de modo que Ele poderia ganhar para Ele uma noiva, e pagar a dívida por completo. O fogo de ira de Deus tinha alcançado Jesus, e de boa vontade, de braços abertos Ele disse, "está consumado" que era um grito de vitória dos romanos em guerra. Desde o tempo de Adão, o diabo recebeu de Adão o domínio (Lc 4) por causa de Adão e da mulher, e o poder da morte entrou neste mundo, porque o salário do pecado é a morte. Quando Jesus morreu, era a morte de um Homem inocente, porque Ele nunca tinha pecado. Quando Satanás e a morte mataram a Jesus, mal sabiam que cometeram suicídio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus desceu às profundezas, e legalmente tomou as chaves de morte e do hades, do diabo, e libertou aos que haviam crido n'Ele em todos os tempos. Ele morreu para que nós pudéssemos viver. No altar da cruz aconteceu uma grande troca. O inocente pelo culpado. Ele suportou nosso castigo e nós descobrimos a sua inocência e a sua retidão. Então, nós temos a retidão de Cristo pela fé. Isto era o que Deus planejou desde o princípio. Que Ele morreria para aqueles que Ele ama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele sofreu o que nós merecíamos sofrer. Hb 12:2 "Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus."Jo 1:29 " No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo."Hb 13:10 "Temos um altar, de que não têm direito de comer os que servem ao tabernáculo."Hb 2:14 "E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo;" I Pe 1:19 "Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado."Hb 2:9 "Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos."Ef 5:2 "E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave."Jo 19:18-19 "Onde o crucificaram, e com ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio. E Pilatos escreveu também um título, e pô-lo em cima da cruz; e nele estava escrito: JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS."Cl 1:20-22 "E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus. A vós também, que noutro tempo éreis estranhos, e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora contudo vos reconciliou no corpo da sua carne, pela morte, para perante ele vos apresentar santos, e irrepreensíveis, e inculpáveis."Rm 12:1 "ROGO-VOS, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional."&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jesusnet.org.br/tabernaculo/portao.htm"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jesusnet.org.br/tabernaculo/cercal.htm"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="about:blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jesusnet.org.br/tabernaculo/piadeb.htm"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-6748141452265267957?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/6748141452265267957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=6748141452265267957' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/6748141452265267957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/6748141452265267957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/12/licao-11-davi-e-restauracao-ao-culto.html' title=''/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-2928849635233937023</id><published>2009-12-03T15:56:00.000-08:00</published><updated>2010-01-01T02:41:32.912-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O ministro e sua família'/><title type='text'>Lição 10– Davi e o Preço da Negligência na Família</title><content type='html'>De 06 de Dezembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário: Pb Cleber de Amorim / Criciúma SC&lt;br /&gt;E-MAIL: cleberpalavra@yahoo.com.br&lt;br /&gt;MSN: cleber.comjesus@hotmail.com&lt;br /&gt;BLOG: preletorcleberdeamorim.blogspot.com&lt;br /&gt;Contato: 048 34339454&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da Lição nº 10 da Revista da Escola Bíblica Dominical, das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB) Ed. CPAD, RJ, 4º Trimestre de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura Bíblica em Classe: II Samuel 13.2,510-12,14,15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divisão Tópica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – DAVI FRACASSA NA FORMAÇÃO CULTURAL DOS FILHOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Os valores dos filhos do mundo.&lt;br /&gt;2 – Os valores dos filhos do rei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II – DAVI FRACASSA AO NÃO IMPOR LIMITES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Davi não corrigiu o mal comportamento.&lt;br /&gt;2 – Davi não ensinou os valores hierárquicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III – DAVI FRACASSA COMO PAI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Um pai ausente.&lt;br /&gt;2 – Um pai sem afetividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subsídio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz do Senhor aos amados professores (as) da EBD. Neste domingo somos convidados a questionarmo-nos acerca da grande tarefa de conduzir o trabalho do Senhor e nossa família. Com extremo cuidado de não priorizarmos de mais uma estrutura, em detrimento da outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de ser rei, ou em nosso caso um ministro eclesiástico, presbítero, pastor etc, não nos isenta da responsabilidade, de conduzir bem a família como modelo de administração eclesiástica, e prova de nossa competência ministerial (I Timóteo 3.6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esposas e filhos de Davi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esposas das vagueações (I Samuel 27,3; I Crônicas 3.1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abinoã de Jesreel – gerou a Amom (II Samuel 3.2)&lt;br /&gt;Abigail do Carmelo – gerou a Quileabe (II Samuel 3.3)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esposas em Hebrom (II Samuel 3.2-5; I Crônicas 3.1-4)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maaca de Gesur – gerou a Absalão, 3 falecidos, Reoboão, Abias e Tamar (II Samuel 14.27; 18.18; II Cr 11.20)&lt;br /&gt;Agite – gerou a Adonias (II Samuel 14.27)&lt;br /&gt;Abitai – gerou a Sefatias (II Samuel 14.27)&lt;br /&gt;Eglá Mical – gerou a Itreã (II Samuel 14.27)&lt;br /&gt;Obs.: Neste período houve 10 concubinas, cujos filhos não são chamados pelo nome ((II Samuel 5.13; 15.16; I Crônicas 3.9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esposas em Jerusalém (II Samuel 5.13-16; I Crônica 3.5-8; 14.4-7)&lt;br /&gt;Obs.: Alguns nomes não são dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filhos: Ibar, Elisama, Elifelete, Nogá, Nefegue, Jafia, Eliada (II Crônicas 3.6; I Crônica 3.7; 14.7; II Crônicas 11.18).&lt;br /&gt;De Bate-Seba um morreu infante (II Samuel 12.15), depois lhe vieram Siméia, Sobabe, Natã e Salomão (I Crônica 3.5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Família de Davi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como podemos observar nas lições anteriores, principalmente nas de número 9 e 8, onde observamos o descaminho sexual de Davi, a formatação da família real não tinha um caráter convencional como as famílias ocidentais (no oriente a poligamia ainda é uma realidade cultural), e principalmente de fundamentação cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto nosso julgamento sobre esta questão, na família de Davi, deverá se concentrar diretamente em seu relacionamento paterno, ou seja em relação aos seus filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convém destacar aqui, que segundo a cultura daquela época, as mulheres pertenciam a uma classe inferior, sejam elas esposas ou filhas. Nota-se no relato bíblico uma maior exposição dos membros masculinos da família real, que logicamente envolver-se-iam em assuntos pertinentes ao reino como guerras, governo e sucessão monárquica. Esta última a mais complexa de todas as dinastias do mundo.&lt;br /&gt;Um detalhe importante a se destacar aqui é, pai é pai em quaisquer circunstâncias. E filho não escolhe o pai. Seja ele quem for o sentimento de dependência, carência e afetividade existirão na visão do filho. Porém no caso poligâmico de Davi, certamente, muitos de seus filhos receberam tratamento semelhante a dado a bastardos e agregados a sua casa, pelo envolvimento sem afeto com que ele dividia o leito com várias mulheres, o que com certeza não despertava um sentimento maior pelo filho de uma relação como esta. O filho neste caso teria mais ou menos prestígio junto ao rei, certamente pelo grau de importância de sua mãe para com o rei. Certamente Salomão veio a suceder a Davi, pelo impacto do relacionamento do rei com a mãe daquele – Bate Seba, com a qual o rei relacionou-se e herdou uma das mais dolorosas experiências de sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que podemos aprender com Davi nesta lição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reverência pelo matrimônio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem de Deus deve ter uma mulher só. Este é o modelo do homem de Deus no Novo testamento ( I Timóteo 3.1-7). É muito provável que em sendo a cultura Neo Testamentária, desenvolvida em uma cultura oriental, haver a prática da poligamia, principalmente nos gentios recém convertidos, e inseridos a igreja. Porém com o intuito de desconstruir esta cultura, Paulo formata um padrão, pois no homem de Deus (diácono ou presbítero), o exemplo seria dado a aqueles que fossem montar suas famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente hoje, muitos estão casados com uma só esposa, porém uma de cada vez. Não querendo entrar neste mérito, mas em outro – o dos filhos gerados, é que estendemos este comentário. Quando tudo se restringe a marido e mulher, sinceramente a menos demandas a serem abordadas. Porém na existência dos filhos as consequências são mais abrangentes e complexas, e as responsabilidades “perenes e eternas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A responsabilidade paterna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educação, presença paterna, desenvolvimento psicológico e social, relacionamentos, provisão financeira, escolar e profissional. Enfim, tudo o que trata do desenvolvimento humano, e consequentemente necessário ao crescimento de um filho, deve ser posto em questão. Agora, se em casos normais (monogâmicos) a responsabilidade exige esforço homérico, quem dirá de quem tem duas, três a até mais experiências conjugais com herdeiros para administrar. Cremos ser praticamente impossível que isto ocorra sem prejuízos a pessoa humana do filho. Que certamente sentirá a falta dos recursos paternos, quando deparar-se com as exigências impostas por este mundo moderno, quando de sua necessidade de encarar o mercado de trabalho e as responsabilidades do mundo adulto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autoridade paterna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juridicamente existe um direito chamado pátrio poder. Este fala da capacidade paterna de impor o respeito e a ordem dentro de sua casa. Muitos pais têm perdido a noção de suas responsabilidades e tem entregado seus filhos a uma condição de pura sorte, quase igual à condição teorizada pelos evolucionistas chamada seleção natural, onde os mais bem preparados e ambientados sobrevivem. Entregando seus filhos a pura sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os limites e fronteiras servem principalmente para demarcar a soberania de um estado ou nação. Assim no lar, os limites garantem expõe alicerces, os valores e crenças de uma família. Os filhos precisam, mesmo que subjetivamente tentem nos provar e desafiar, entender e compreender o que estes valores significam e representam. Família (de homem e mulher mais filhos), moralidade (caráter, pureza sexual, mental, física e relacional), trabalho honesto, bons costumes, educação de qualidade e doutrinas genuinamente cristãs, são a base sólida de uma vida abençoada diante de Deus e dos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Costumes estranhos a estes pressupostos devem ser condenados e sumariamente rechaçados. São eles que corrompem os bons costumes e a imposição dos limites. Quando falamos de imposição de limites, destacamos que limites são conquistados, portanto impostos. E como tal devem ser defendidos como questão de honra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A humanização paterna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser humano é caracterizado por seus sentimentos em relação aos outros seres viventes. A história humana tem endurecido e deformado a capacidade humana de expor sentimentos. A lição destaca que Davi não fazia conhecido seu afeto pelos filhos. Temos manifestado todo o nosso amor a carinho pelos nossos filhos? Meus sentimentos mais puros e amorosos tem os alcançado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixem-me dar-vos meu testemunho pessoal. Fui criado na cidade de Joinville SC. Meu pai foi uma pessoa cheia de traumas, ficou órfão muito cedo de pai e mãe, e enfrentou a vida sozinho. Infelizmente caiu no alcoolismo, e acabou se escondendo, fechando igual ao repolho. O problema foi a transferência de seus problemas para nós os filhos. Violência física e psicológica, ações que geraram muitos traumas e mágoas. Porém veio Cristo, com seu maravilhoso evangelho, poderoso, abrangente, redentor, curador, justificador e acima de tudo salvador, quebrando as maldições empregadas pelo diabo! Fiquei livre, “destraumatizado”, sem nenhum indício depressivo ou violento. Mas deus me deu o maior presente que eu queria ma minha relação pai e filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Papai ficou enfermo de câncer, aceitou a Jesus em seu leito de morte, faleceu, porém não sem antes me olhar nos olhos e me pedir perdão (pela primeira vez na vida) e dizer que sempre me amou, que eu era o filho mais lindo do mundo, e que ele sempre sentiu orgulho de mim. Que palavras! Que maravilha! Ali percebi que o verdadeiro amor de um pai por seu filho, também e devem ser tutelados pelo amor de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pai, mãe, sejam humanos, revelem seus sentimentos sem medo de parecerem moles, permissivos e lenientes. Amor é coisa divina, e não desencadeia desgraça, permissividade e libertinagem. O amor constrói, une e consolida a família cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor, Deus te abençoe e boa aula amado. Não esqueça de quando acessar este blog de enviar seus comentários e perguntas. Atenderemos os amados com o maior prazer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-2928849635233937023?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/2928849635233937023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=2928849635233937023' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/2928849635233937023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/2928849635233937023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/12/licao-10-davi-e-o-preco-da-negligencia.html' title='Lição 10– Davi e o Preço da Negligência na Família'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-1187160799275848364</id><published>2009-12-01T09:02:00.000-08:00</published><updated>2010-01-01T02:42:18.213-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Restauração Espiritual de Davi'/><title type='text'>Lição 09– A Restauração Espiritual de Davi</title><content type='html'>Lição 09– A Restauração Espiritual de Davi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 29 de Novembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário: Pb Cleber de Amorim / Criciúma SC&lt;br /&gt;E-MAIL: &lt;a href="mailto:cleberpalavra@yahoo.com.br"&gt;cleberpalavra@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;MSN: &lt;a href="mailto:cleber.comjesus@hotmail.com"&gt;cleber.comjesus@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;BLOG: preletorcleberdeamorim.blogspot.com&lt;br /&gt;Contato: 048 34339454&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da Lição nº 9 da Revista da Escola Bíblica Dominical, das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB) Ed. CPAD, RJ, 4º Trimestre de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura Bíblica em Classe: Salmos 51. 1-4, 7-12, 17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divisão Tópica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – A RESTAURAÇÃO E A PALAVRA DE DEUS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Davi e a palavra de Deus.&lt;br /&gt;2 – O cristão e a palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II – A RESTAURAÇÃO E A INFLUÊNCIA DE FATORES EXTERNOS EM NOSSAS DECISÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – A influência do meio.&lt;br /&gt;2 – Nossa responsabilidade moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III – A RESTAURAÇÃO E A ATITUDE DIANTE DO PECADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Reconhecendo a misericórdia de Deus.&lt;br /&gt;2 – Reconhecendo a nossa pecaminosidade e a santidade de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subsídio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz do Senhor aos amados professores (as) da EBD. Neste domingo vamos perceber na vida de Davi, seja como homem comum, seja como o grande rei de Israel, um grande rompedor de paradigmas. A Lei Mosaica é vigente nesta época onde o reino de Davi parece ser um dos maiores de sua época sem contar com a indiscutível independência e reconhecimento perante outros reis da terra. Então como Davi pauta seu reino à direção divina, logo a lei tem uma aplicação ampla e inconteste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Davi, o ministério profético goza de liberdade sem precedentes, os levitas são honrados mais do que nunca, e a adoração faz parte da vida cúltica da nação. Por tudo isso, Davi até hoje é reconhecido como homem quebrantado e, contudo, entretanto, porém (desculpe o trocadilho) temente a Deus. Talvez por isso viva a graça em pleno tempo da Lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Restauração, o tema desta lição, hoje em dia é tema complexo, porém atual e abrangente quando contextualizado as nossas realidades atuais e demandas da vida “moderna” e seus temas. O que Deus perdoa e quem ele perdoa, quando perdoa, são questões pertinentes a esta lição. Também vamos perceber que o perdão restaura, concerta e renova as alianças e pactos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Deus vamos perceber a prontidão para o perdão, porém as conseqüências são nossas, dependendo a quem, quando e onde pecamos. O pecado é realizado a alguém que se ofende em oportunidades distintas e em lugares que poderão ou não prejudicar mais ou menos a nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outra lição, já comentamos que há diferentes pecados e juízos descritos na escritura. Isso percebemos pelas diferentes ofertas: Holocaustos, libação, pacíficas etc. Que se destinam a fatos e ocasiões distintas. Na Lei Mosaica que difere vários pecados. No Novo Testamento que ensina que há pecados de morte e outros não. Jesus em Mateus 11 fala de diferentes juízos a Sodoma, Tiro e Sidom, em relação à Betsaida, Corazim e Cafarnaum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe o fato da época em questão, a posição de Davi como rei, e aqui vimos a ética divina no trato de assuntos hierarquicamente elevados dentro do governo de seu povo. Aqui Deus tem de escolher prioridades, e agir por estratégia de decisões e não por conveniência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Davi, seu pecado, sua época e sua posição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a Pecado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a considerações sobre pecado, os irmãos poderão buscar subsídios no comentário da lição anterior. Mas podemos aqui destacar que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi rápido&lt;br /&gt;Premeditado&lt;br /&gt;Fruto da arrogância real&lt;br /&gt;Escondido&lt;br /&gt;Covarde&lt;br /&gt;Só foi revelado, quando Jeová interveio no processo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecido com o que a gente vê hoje? Qualquer semelhança não é mera coincidência! Aprendi na EETAD, no livro de bibliologia, que a palavra de Deus não muda por que foi feita para o homem, e como sua natureza pecaminosa também não muda, ela sempre se renova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a Época e Posição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à época podemos destacar o perigo da influência da sociedade em nossa vida. Também que Davi era o segundo rei de todo o Israel, pois Isbosete ainda reinou no reino do norte depois da morte de Saul, quando o reino se dividiu por um tempo. A figura do rei era apenas consequência da independência da nação. Deus mesmo já havia predito que isto seria fato (Deuteronômio 17.14 – 20), porém o rei do povo de Deus deveria ser diferente. Hoje o mundo moderno tem seu estilo, modo de vida, conceitos e valores; nem por isso tudo o que o mundo considera bom serve ou é conceito para Deus e sua igreja. Quando uma norma ou conduta ofendem a santidade de Deus, devemos agir como Pedro: “Melhor é servir a Deus do que a homens”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito real, no oriente neste tempo, conferia a majestade quase uma divindade. Podendo este realizar praticamente tudo que desejasse. Porém Israel era de Deus e não do rei, e Jeová entra em cena para colocar a casa em ordem. Podemos extrair daqui outra verdade que seria a influência da ética vigente. Qual o mal dos governantes hoje? Corrupção. Qual o mal da sociedade hoje? Modismos, sensualidade, irreverência, obstinação, incredulidade, prostituição, vícios, libertinagem dentre outros milhares de aspectos que poderíamos abordar. E nós como cristãos, vamos sucumbir diante de tudo isto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversava com um obreiro amigo meu nesta semana, quando comentávamos a temática geral da maioria dos pregadores evangélicos de hoje. Chegamos à conclusão de que a maioria parece ter lido todos os compêndios de auto-ajuda, de neurolingüística e marketing. É muita psicologia e pouca Teologia! Outro dia, escutei com muita tristeza um destes “grandes pregadores” em sua fala em um evento muito grande deste Brasil dizer com todas as letras: “Eu não sou pregador, sou apenas um grande contador de histórias (estórias?)”. Não pregamos fábulas, pregamos a palavra de Deus! Há ainda a má formação da maioria dos pregadores de hoje, que os força a buscar inspiração e subsídios em qualquer teologia, quando não, vivem de pregar mensagens de outros. Daí vem o perigo, pois seja qual for a Teologia, como é pura repetição, ela será repetida. Daí vermos tanta confissão positiva, triunfalismo, determinismo, teologia da prosperidade, aquela interação chatíssima: Toca nele, diga pra ele, profetiza pra ele! Meu Deus... e bíblia nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ensinadores parecendo querer introduzir na igreja todos os conceitos aplicados da pedagogia moderna e falando em um nível acadêmico tão elevado, que parecem os sacerdotes da inquisição falando em latim aos pobres índios brasileiros; tratando o povo com desdém, pois se moldam aos padrões acadêmicos e não espirituais.&lt;br /&gt;E nossos cantores? Na sua maioria parecem não são mais levitas, os adoradores do culto, mas sim artistas gospel. Pois quem faz show quer aparecer. Inclusive tem até fãs, e se alegram por isso! E na adoração quem aparece é Deus. Hoje nos shows vimos muita luz e pouca glória, muita música e pouco louvor, muito humano e pouco divino, é muito vinho novo e pouca teologia “velha” e redentora, muita letra e pouca bíblia, muito barulho e poucos milagres, muita chuva (faz chover), muita trombeta, muitos cabelos coloridos e descoloridos, é muita corrente, cruz, jóias, adornos, ouro, prata, tatuagens etc. Porém pouca salvação, libertação...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A boa cultura evangélica da música autenticamente sacra, da erudição dos instrumentos, dos hinários, dos corais, do cantor cristão, vem sendo descaracterizada e vilipendiada pelo eletrônico estridente, retorcidos grotescos e musicalmente falando o herético Rock, pagode, hip hop e outros flagelos musicais modernos. Quando a inspiração acaba, essa gente recorre aos bons e baratos hinos da Harpa (sem direitos autorais), para compor CD’s aos milhares, pois hoje o que vale é o comércio, o business. O mundo moderno não é capitalista, globalizado, da produção em massa e em escala?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente Davi se deixou levar pelo padrão de reinado de seus vizinhos (mundo), ou seja, se deixou influenciar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Davi e a palavra de Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Davi estivesse pautado pela palavra de Deus, neste caso principalmente ele teria outra postura, pois estava inexplicavelmente ocioso, andando sobre o muro, nas alturas de sua altivez momentânea (lembra de Nabucodonosor?) meditando na grandeza de seu reino, e foi pego pela cobiça. Certamente não meditava ele na Lei de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém a palavra de Deus profética vem direta, e rapidamente a seu encontro: “Este homem pecador és tu!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você crê em profecia nos dias atuais? Eu creio! Não acredito que existam “profetas”, mas o Espírito Santo levanta pessoas pelo seu poder para profetizar aquilo que Deus quer, e que seja urgente e pertinentemente ético e saudável para corrigir, consolar e instruir a igreja ou uma pessoa em específico. Em casos urgentes, extremos e especiais, Deus se manifesta sim e revela a sua vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora não podemos reduzir à profecia a mediocridade de manifestações carnais, meninices e exageros. A verdadeira profecia descortina mistérios, prevê fatos e alerta. Não foi assim com Davi, pois senão vejamos o texto de II Samuel 12. 1 – 15. O pecado foi descoberto (adultério escondido), e depois predição da morte do filho de seu pecado (predição futura). Quando consola seu efeito é no presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante é ressaltar como Davi recebe a palavra. A liberdade para as manifestações proféticas e cúlticas em seu reinado é total. Imagine isso com Acabe, Manasses, Jeroboão! O profeta certamente morreria. Mas Davi tinha esta tendência adoradora e confessa: “Eu pequei contra o Senhor” (II Samuel 12. 13). A confissão é o princípio da restauração. O reconhecimento da santidade de Deus também. Por isso tudo contribuiu para um final feliz para o rei, coração sincero, humilhado, contrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo verso o profeta declara o perdão de Deus ao rei. Que inusitado para uma época como aquela não? Daqui surgirão algumas questões das quais destaco uma – quanto tempo Deus leva para perdoar? Segundo texto deixa transparecer é na hora da confissão. Então pessoas que pecam não merecem serem disciplinadas? Pelo contexto parece que sim. No comentário sobre pecado, abordado no começo deste subsídio falamos de tipos de pecados e as diferentes consequências destes atos. Davi foi perdoado e restaurado, porém disciplinado com a morte do filho de seu pecado (II Samuel 12. 14). Por que disto? Porque o nome do Senhor poderia ter sido blasfemado pelos ímpios diz o contexto. Mas alguém poderia dizer, mas não foi, pois o pecado era oculto, o que tinha a ver este inocente com o pecado do rei? Isto pertence à esfera da soberania de Deus. Ele como Senhor de tudo e de todos prefere e pretere. As escolhas pertencem a Ele. Ninguém pode o contestar por isso! Só a eternidade nos revelará estas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que padecermos tudo isto que o rei padeceu? Por pecar para depois ser perdoado? Creio que entre a mentalidade dos mais fracos na fé, e dos mau formados, exista o pensamento de que poderão pecar, se desviar e na última hora Deus os perdoará. Pensamento este bem paralelo ao universalismo, que declara que o juízo divino é corretivo e não destrutivo. Que no fim todos se salvarão! Este discurso é belo, carregado de filosofias, agradável aos ouvidos, porém incerto e não conclusivo. Cuidado irmãos com a Leniência com o pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lição nos mostra outra versão, fala da misericórdia divina não operante em uma regra uniformizada. E sim individualizada e dependente da sinceridade do coração do pecador. Deus julga o pecador em sua individualidade. E que não o perdão, mas sim o ato em si do pecado tem conseqüências, e as vezes irreparáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor, Deus te abençoe e boa aula amado. Não se esqueça de acessar o blog preletorcleberdeamorim.blogspot.com, e pôr ali seus comentários e perguntas. Atenderemos os amados com o maior prazer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-1187160799275848364?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/1187160799275848364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=1187160799275848364' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/1187160799275848364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/1187160799275848364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/12/licao-09-restauracao-espiritual-de-davi.html' title='Lição 09– A Restauração Espiritual de Davi'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-2153595661421898364</id><published>2009-11-16T17:55:00.000-08:00</published><updated>2010-01-01T02:46:09.633-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Valeu Pr Ciro Zibordi'/><title type='text'>Valeu Pr Ciro Zibordi</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_di9U9gUx_jo/SwIDTcONk0I/AAAAAAAAEOw/vpGhFbMD_R4/s1600/Minhas+imagens.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5404886135326217026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_di9U9gUx_jo/SwIDTcONk0I/AAAAAAAAEOw/vpGhFbMD_R4/s400/Minhas+imagens.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://cirozibordi.blogspot.com/"&gt;http://cirozibordi.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhando para para extensionar o Magistério de Cristo na Terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-2153595661421898364?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/2153595661421898364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=2153595661421898364' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/2153595661421898364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/2153595661421898364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/11/valeu-pr-ciro-zibordi.html' title='Valeu Pr Ciro Zibordi'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_di9U9gUx_jo/SwIDTcONk0I/AAAAAAAAEOw/vpGhFbMD_R4/s72-c/Minhas+imagens.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-935117925368734635</id><published>2009-11-16T15:52:00.000-08:00</published><updated>2010-01-01T02:43:15.978-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Pecado e suas Consequências'/><title type='text'>Lição 08– O Pecado de Davi e suas Consequências</title><content type='html'>Lição 08– O Pecado de Davi e suas Consequências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 22 de Novembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário: Pb Cleber de Amorim / Criciúma SC&lt;br /&gt;E-MAIL: cleberpalavra@yahoo.com.br&lt;br /&gt;MSN: cleber.comjesus@hotmail.com&lt;br /&gt;BLOG: preletorcleberdeamorim.blogspot.com&lt;br /&gt;Contato: 048 34339454&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da Lição nº 8 da Revista da Escola Bíblica Dominical, das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB) Ed. CPAD, RJ, 4º Trimestre de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura Bíblica em Classe: II Sm 11. 2,4,5, 14-17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divisão Tópica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – Davi e a Tentação Antes do Pecado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – A realidade da tentação.&lt;br /&gt;2 – As fontes da tentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II – Davi e o Seu Pecado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – O pecado camuflado.&lt;br /&gt;2 – O pecado descoberto e exposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III – Davi e as Consequências do Pecado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Consequências emocionais.&lt;br /&gt;2 – Consequências espirituais e físicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subsídio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz do Senhor aos amados professores (as) da EBD. Nesta lição vamos aprender de Deus mais um pouquinho. Tenho dito aos meus estimados alunos de minha classe de Jovens aqui na sede de Criciúma, que parece que Davi foi um de nossos líderes, e que sua história aconteceu a dias atrás, tamanhos a atualidade dos ensinos que sua vida, saga e reinado nos remetem. Liderança, autoridade, estratégias, hierarquia, ética, política, reconhecimento, juízos, decisões, conflitos internos e externos etc. Assuntos atualíssimos no mundo corporativo, secular e porque não ministerial eclesiástico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste domingo teremos a oportunidade de expandir nossos conceitos e conhecimentos de Deus na pessoa de Davi, agora como um modelo de pecador consciente, voluntário e grotesco. Porém nele observaremos a graça, a tão maravilhosa graça propagada nos ensinos neo testamentários, que se contrapõe ao rigor e temeridade da justiça da Lei de Moisés, bem como a interpretação farisaica da mesma nos dias do amado Nazareno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A misericórdia divina dirigida a Davi, em forma de justiça, não o isentou de consequências que o seguiram pelo resto de sua vida e fim de seu reinado, como consequências emocionais, espirituais e conflitos familiares. Mesmo tendo experimentado do favor divino ainda na antiga aliança, Davi pode perceber que a graça de Deus não lhe foi, e jamais será barata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como subsídio para esta lição abordarei os seguintes temas: Pecado e Tentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pecado. Quais foram os pecados de Davi nesta ocasião?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos dois: Homicídio e adultério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homicídio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém pode dizer: Mas Davi nunca havia matado antes? Sim seria a resposta. Porém em outras oportunidades seja como defensor da honra de Jeová perante inimigos deste e de seu povo, ou como monarca de Israel, ele guerreava as batalhas do seu Deus, e jamais em causa própria. Aqui no caso de Urias, ele goza da plenitude de seu reinado, tanto que não foi à guerra, tamanha era o preparo de seu exército. Homicídio aqui, por que em primeiro lugar ele mata uma pessoa que lhe era fiel (traição), e agregada a seu povo (Urias era hitita/heteu) que também guerreava em favor do Deus de Israel. Jeová sempre fez justiça aos estrangeiros que andaram e habitaram em Israel. Urias não era inimigo, e sim aliado. Outro sim, havia interesses escusos neste ato (cobiça).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adultério&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o adultério, fica claramente exposto nas páginas sagradas que um rei tinha, não por desejo de Deus (Deuteronômio 17.17) e sim por conveniência, muitas esposas derivadas de acordos com reis de povos subjugados, que em demonstração de lealdade ao monarca dominante dava sua filha em sinal de aliança extrema de lealdade e junção de povos, raças, sangue etc. Certamente Deus não via com bons olhos estes procedimentos. Quanto às concubinas, não vejo outra forma de comentários a não ser aos meus olhos, ser uma forma de demonstração extrema de poder e arrogância. Mas mesmo nestas ocasiões, havia a cerimônia e oficialização do matrimônio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso mesmo, fica mais evidente o adultério de Davi com a esposa de Urias, neste contexto. Pois ele como servo do rei tinha até onde se sabe apenas uma mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No contexto deste cenário poderíamos descrever vários pecados periféricos por assim dizer, que perfazem este relato, porém os que mais se destacam aqui seriam o homicídio e o adultério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos definir tentação, em primeiro lugar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) “Ação ou efeito de tentar/ Desejo imperioso/ Atração pelo que é proibido, censurável etc./ Pessoa ou coisa que é o objeto de tentação”. Ximenes, Sérgio – Dicionário, 2ª Ed. 2000 SP Ediouro.&lt;br /&gt;2) “Indução para o mal por sugestões do diabo ou da sensualidade” Boyer, Orlando. Enciclopédia Bíblica , 9ª Ed. 1987 SP Soc. Bíblica do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocábulos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Massah (hb), Teste, provação. Deuteronômio 4,34; Salmos 95,8 e 9; dentre outros.&lt;br /&gt;2) Peirasmos (Gr), Submeter a prova. Mateus 6.13; 26,41 dentre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tiago 1.12,13 deixa bem claro que Deus não tenta ninguém a fim de saber se este lhe é fiel. Agora analise I Coríntios 10.13. Aqui Paulo explica aos Coríntios que a tentação não vem de Deus, mas por outros meios, e mesmo assim Ele não permitirá que ela seja maior que o nosso limite de suportar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tentação como verbo, deverá ter um agente desta ação. Biblicamente o agente da tentação desde a antiguidade é o Diabo (tentador). Ele usa meios como seres humanos (amigos, parentes, inimigos etc), intempéries, eventos, flagelos, mentiras, injúrias, escárnios, afrontas e na maioria dos casos a sedução pela luxúria, prazeres, glutonarias eventos e festas e por aí vai. Porém de uma coisa Deus nos guarda nas investidas do tentador, a saber, o mal. Jesus orou por isso (Mateus 6.13; João 17,15). Mal aqui vide como a possibilidade de praticarmos o que é mal e répobro aos olhos do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Jó o mal seria morte, para os cristãos autênticos da época de Roma seria a negação a Cristo, que lhes facultaria a morte eterna, visto que morreram. Enfim logo deduzimos que o mal aqui descrito seria a pior das possibilidades, ou intensidade de tentação a que um cristão individualmente poderia passar. Ou ainda um conceito, um padrão ou condição moral, física e espiritual da igreja em uma época ou tempo. A tentação subentende-se então como uma condição que desafia o cristão em sua individualidade ou responsabilidade coletiva, a agradar a Deus mais do que ceder a chamados satânicos, seculares e carnais, mesmo que as convenções sociais permitam ou mesmo incentivem práticas como vemos hoje de homossexualismo, fornicação e adultério, divórcio, drogas e etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes tempos modernos, hodiernos e pós modernos, Satanás o grande agente da tentação, parece que nem está mais precisando ser temerário como no passado quando incentivava os poderosos a imolarem cristãos. A situação está tão cômoda, que a própria programação das mídias, os costumes e convenções sociais e em seu modernismo, já patrocinam um estilo de vida totalmente alienado da graça divina, induzindo o povo a perdição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realidade é tão crítica, que nem líderes têm sido poupados da desgraça, e caindo tem escandalizado a muitos, e os fazendo cair. Que Deus tenha misericórdia de seu povo e nos livre do mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos analisar ainda a afirmação de Cristo quando diz: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação” Mateus 26.41. Existem tentações que nos sobrevêm em momentos inesperados, porém existem aquelas de que somos atraídos e engodados (Tiago 1.12,13) por nós mesmos, e entramos por um caminho às vezes sem volta! Foi assim com o Rei Davi, em um momento de “descontração”, irreverência a sua posição, e quem sabe de “onipresença” vide arrogância etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos aqui abrir espaço para a discussão do momento, hora e ocasião em que se dá a tentação, mas para não nos delongar ficaremos por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definição de Pecado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então vamos analisar os termos originais para pecado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo tem em sua raiz etimológica, várias vertentes, porém sempre com conotações negativas, ex: do grego:&lt;br /&gt;1) Armatia indica errar o alvo, fracassar;&lt;br /&gt;2) Anomia significa desregramento, geralmente no sentido moral (I João 3.4);&lt;br /&gt;3) Asebeia significa impiedade (II Pedro 2.6);&lt;br /&gt;4) Parabasis = Transgressão (Mateus 6.14);&lt;br /&gt;5) Paranomia é a quebra da lei (Atos 23.3; II Pedro 2.16);&lt;br /&gt;6) Paraptoma fala de passos em falso (Mateus 6.14; Efésios 2.1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pecado pode ser um ato ou um estado, e o NT o mostra de várias maneiras, porém sempre de forma negativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma análise bíblica sobre o fermento nos ensinará que a abordagem veterotestamentária do termo é simplesmente literal, e que ensinos brotam daí por interpretação. O fato é que não se usou fermento nos pães na véspera da páscoa pela apressada saída Israelita do Egito (Êxodo 12.11); que o fermento era proibido em todas as ofertas feitas ao Senhor pelo fogo (Levítico 2.11; 6.17). Já no NT o termo é usado de forma metafórica simbolizando, por exemplo, a doutrina corrupta dos Fariseus, Saduceus (Mateus 16.6) e o pecado como no caso em apreço nesta lição (I Coríntios 5.6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais desagrada a Deus, além de pecarmos é claro, é o fato de como escondemos nossos erros. Todo pecado em primeiro plano é escondido, depois conformado, depois aceito e por fim estereotipado. É um processo, com começo meio e fim. Psicologicamente falando seria a negação, a aceitação e a exposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém situação constrangedora é quando Deus levanta um profeta como no caso Natã, para expor a hipocrisia de Davi. Pois até ali seu erro estava encoberto dos homens, em conluio com Joabe e mais ninguém. Porém a vara disciplinadora de Jeová, pois termo a atitude do rei, e concertou sua vereda, para que seu fim não fosse trágico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consequência do Pecado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biblicamente é a morte (Romanos 3.23; 6.23). Alguns falam das consequências como um castigo, uma paga. O pecador que não conhece a lei peca sem saber (Números 15.28), e quando ouve o evangelho e crê; seus pecados são perdoados e se torna uma nova criatura, onde as coisas velhas passam na visão de Deus (II Coríntios 5.17) sem nenhuma condenação (Romanos 8.1). Cremos que toda maldição da velha vida e da velha criatura é por Cristo desfeita na Cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém o que acontece depois que pecamos após conhecermos o evangelho? Dentro da doutrina do pecado existem graus de pecado. Não há pecado que não seja perdoado, porém não há como não diferenciarmos uma discussão, por exemplo, de um homicídio. Para um basta um conselho, porém para outro as consequências serão penais, legais e fatalmente gerarão prisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos ver com certeza, que a vida de Davi teve duas divisões, antes e depois do adultério. Depois deste Davi sofre com sua família e chora o estupro de sua filha Tamar, a mortes de Amon e Absalão seus filhos, a tomada de seu reino por Absalão dentre muitos outros fatos. Também me admiro a forma como Deus na mesma hora em que repreende Davi o perdoa, e como consequência lhe tira o filho que Bate-Seba gerou com o rei deste adultério. Davi com certeza experimentou a graça na antiga aliança, talvez por isso, graça e misericórdia divinas, mais um coração quebrantado, puderam gerar uma das mais reluzentes pérolas da poesia hebraica, o Salmo 51.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor, neste domingo, com amor e misericórdia, ensinemos o bom caminho da obediência a Deus, em contraponto a uma vida de permissividade e leniência com relação ao pecado. Ensinemos o povo, alertando-o que vale a pena ser fiel, e que Deus tem um caminho mais excelente para nós!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa aula, e que Deus seja louvado!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-935117925368734635?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/935117925368734635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=935117925368734635' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/935117925368734635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/935117925368734635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/11/licao-08-o-pecado-de-davi-e-suas.html' title='Lição 08– O Pecado de Davi e suas Consequências'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-8202652874997344798</id><published>2009-11-10T12:59:00.000-08:00</published><updated>2010-01-01T02:43:38.381-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Expansão do Reino Davídico'/><title type='text'>Os subsídios voltaram!!!</title><content type='html'>Lição 07 – A Expansão do Reino Davídico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 15 de Novembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário: Pb Cleber de Amorim / Criciúma SC&lt;br /&gt;E-MAIL: cleberpalavra@yahoo.com.br&lt;br /&gt;MSN: cleber.comjesus@hotmail.com&lt;br /&gt;BLOG: preletorcleberdeamorim.blogspot.com&lt;br /&gt;Contato: 048 34339454&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da Lição nº 7 da Revista da Escola Bíblica Dominical, das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB) Ed. CPAD, RJ, 4º Trimestre de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura Bíblica em Classe: II Sm 5.6-10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divisão Tópica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – A Nova Sede de um Reino Novo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Jerusalém e sua posição estratégica.&lt;br /&gt;2 – Jerusalém e sua importância histórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II – Um Reino Crescente Desperta Inimigos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Período de Conquistas.&lt;br /&gt;2 – Reconhecimento lá Fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III – Novo Reino, Novos Alvos a Alcançar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Adoração ao Senhor&lt;br /&gt;2 – Um projeto de Construção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subsídio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz do Senhor aos amados professores (as) da EBD. Nesta lição vamos aprender de Deus mais um pouquinho. Tenho dito aos meus estimados alunos de minha classe de Jovens aqui na sede de Criciúma, que parece que Davi foi um de nossos líderes, e que sua história aconteceu a dias atrás, tamanhos a atualidade dos ensinos que sua vida, saga e reinado nos remetem. Liderança, autoridade, estratégias, hierarquia, ética, política, reconhecimento, juízos, decisões, conflitos internos e externos etc. Assuntos atualíssimos no mundo corporativo, secular e porque não ministerial eclesiástico? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora Davi é Rei de todo o Israel, e a plenitude da promessa de Deus começa a ser realidade na vida do servo do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características de um líder, que vemos em Davi nesta lição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Consciência de sua vocação. Ele fora ungido, esperou em Deus e certamente ansiou por este dia. Temos de saber o que o Todo Poderoso quer e requer de nós, e acima de tudo desejar isso pra nossa vida. Não consigo entender facilmente, essas pessoas que tem medo do ministério, do futuro, das provações. (privações?). Penso que Deus se responsabiliza por quem Ele comissiona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Projetos. Tão logo é coroado, Davi avança em busca de tudo aquilo que é de fato do povo de Deus. Jebus era uma cidade fortificada, e edificada bem no meio do Reino Israelita. Por que ainda não havia sido conquistada? Porque Israel, em tempos de Josué, não havia a conquistado. Um bom líder, não aceita dividir seu território, sua equipe, suas ferramentas etc. O projeto de Davi é o mesmo de Deus, conquistar. Temos conquistado? Ou pelo menos projetamos nossa conquista? Almejamos algo pelo menos? Se não temos este sentimento, alguma coisa está errada conosco, pessoalmente ou como Igreja de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Estratégias. Primeiro dominar toda terra prometida a Moisés. Onde está Israel hoje, alguns chamam de Palestina, porém este nome é dado depois dos tempos bíblicos, e remete-nos a subjetivamente aceitar que ali é terra de Palestinos. Palestina foi um nome dado pelos Romanos aquela região quando da diáspora dos Judeus, quando decretaram: Aqui é Palestina, que em latim quer dizer, terra de Filisteus. Claro que isso com o objetivo de apagar a lembrança e qualquer vestígio de Israel daquele lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Deus é maior, Roma se foi, e Jerusalém e Israel estão lá hoje, para provar que existe um Deus no céu. Enfim, A terra de Cannaã, com limite do grande mar (mediterrâneo)  até ao Eufrates (Hoje Irã, Arábia Saudita etc). Quando entraram em Jerusalém, Davi e seus soldados surpreenderam os Jebuseus, entrando pela fonte de Gion, subterraneamente. Quando viram, os Jebuseus já estavam derrotados por Davi. Sem estratégias, não haverá conquistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – Delegar funções. Acima de delegar, precisamos confiar. Os homens que conquistaram Jerusalém com Davi receberam promessas de serem capitães. Por que isso? Por que quando conquistamos, teremos mais territórios, logo mais líderes devem ser constituídos. Se eles foram confiáveis para lutar (e talvez morrer), por que não recompensá-los com a glória da vitória. O bom líder, delega, reparte, confia e cumpre sua palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem muitos ministérios e ministros, que tem uma visão mesquinha da obra, por isso acabam sozinhos, e ainda por cima prejudicando o Reino de Deus. Já ouvi de pastores dizerem que em sua cidade ou circunscrição eclesiástica, quem tinha ministério era ele, os demais auxiliares eram seus cooperadores e etc, etc e etc. Não concordo muito com esta “filosofia”, agora como dizem os mais modernos “visão”. Isso ainda quando só privilegiam os de sua casa. Davi tinha Reino, para sua casa, pra seus generais  e para quem se achegasse a ele, pois era automaticamente abençoado por Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – Temor a Deus. Um jovem me perguntou neste trimestre: “Irmão Cleber, se Davi pecou tanto, por que ele foi chamado de homem segundo o coração de Deus?” Respondi enfaticamente: “Porque ele sabia o caminho até o coração de Deus, sabia se achegar diante do Todo Poderoso e rasgar sem hipocrisia seu coração. Ele temia ao seu Deus e acima de tudo dependia D’Ele, e o louvava como forma de adoração. Isto bastou para Jeová o chamar assim. Isso não fala de perfeição humana, pois quem obedece a Deus, também anda segundo o coração D’Ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei muito oportuno na introdução da lição em apreço, o comentário feito sobre os conflitos internos da casa de Davi, entre seus familiares. Muitos acham que Pastores e líderes estão alheios ou imunes a problemas familiares. Por serem homens de Deus, fica-se erroneamente subentendido que sua família deverá ser perfeita. Ora se a salvação é individual e pela fé, como poderei forçar que meu filho sirva ao meu Deus? Poderei orar, interceder, dar o bom exemplo, instruir e mais nada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três coisas podem acontecer aos nossos filhos: Serem salvos (João 3.3), se afastarem da Igreja (pois se fossem salvos ficariam. Não podemos reputar por “desviados”, quem nunca foi salvo. Pois filho de crente não é crente), ou se tornarem cristãos nominais, ou tradicionais como queiram e entendam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente existem muitos obreiros de sucesso em seus ministérios que não conseguiram ganhar seus filhos para o Senhor, ou pelo menos parte deles. E nem por isso deixaram de ser servos de Deus. Assim como existem obreiros fracassados, que tem quando não, todos os seus filhos servindo a Deus. Isto só na eternidade se alcançará a resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cumprindo o desejo de Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conquistar é um verbo preponderante na vida dos servos de Deus, e que devemos conjugar e praticar em nossas vidas e na Igreja do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossas conquistas devem ser guiadas e aprovadas por Deus. Em muitas atitudes de Davi, parece-nos salutar compará-lo ao Messias de Israel. Quem amou Jerusalém foi Deus (Ezequiel 16), porém Deus na vida de Davi conquista para si aquela cidade, sem tanta importância para a política de Saul, dos Juízes, e de Josué. Porém em Davi, Deus escolhe sua cidade, para habitar com os homens na terra. Através de Moisés, Deus disse que mostraria o lugar onde Ele ajuntaria seu povo para as santas celebrações (Deuteronômio 16.16), ajuntou por muitos lugares nas jornadas de Israel no deserto, porém agora, em Jerusalém (casa de paz) a capital de Israel é por Deus constituída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lição fala, com propriedade da posição geográfica estratégica, de Jerusalém, para o Reino de Davi. Geograficamente podemos dizer que Jerusalém é o centro do mundo, tanto terrestre como espacial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém hoje ela é o centro magnético da fé das três grandes religiões monoteístas do mundo, o Judaísmo, o Cristianismo (A Igreja católica tem pervertido esta característica ao inserir santos na adoração direta a Deus) e o Islã. Portanto sua importância geo política é imensa, pois os olhares de 60% da população mundial, estão atentos a tudo que se passa ali. Ademais, temos as inferências proféticas que fazem de Jerusalém o cenário central da escatologia cristã e apocalíptica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali o Messias vem em glória (Zacarias 14), ali o templo Judaico será reerguido, ali haverá a grande batalha do Armagedom, dali o Messias reinará no milênio etc. Enfim, o futuro do mundo passa por Jerusalém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consequências do sucesso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente inimigos não nos faltarão quando as promessas de Deus cumprir-se em nós. Tanto internos como externos. Quem tem a visão de Deus, sabe que isto não é novidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lição também aborda sobre o reconhecimento. Internamente, dentro de nossa família e Igreja, também precisamos de reconhecimento, para que nossa força seja completa. A Bíblia mostra que Maria mãe de Jesus quando ao buscá-lo no templo depois de sumido na vinda da Páscoa, viu em Jesus a presença de Deus e guardava aquilo dentro de seu coração (Lucas 2.51). No dia da Boda de Caná da Galiléia, ela disse para os homens obedecer a Ele (Jo 2.5), pois sabia quem Ele realmente era. Até a mãe de Jesus precisou crer nele, Aleluia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desprezo também faz parte deste processo. Olhe o que o texto a seguir fala: “Pois nem mesmo seus irmãos criam nele” (João 7.5). É terrível, mas é assim que também pode acontecer em nossas vidas. Pessoas sendo curadas, libertas, salvas, vendo Deus em nossas vidas, e os nossos parentes não nos aceitarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também o caso do reconhecimento mundano, secular. É complexa esta relação, Davi soube politicamente manter a distância segura entre a glória de Deus, e o convívio dos reis subjugados com suas culturas, ritos e cultos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salomão por sua vez perdeu-se neste relacionamento. Hoje vemos cantores e até mesmo pregadores, muito bem aceitos pelo mundo. Quase se comparam a celebridades, ídolos de uma geração. A fama, o sucesso e as riquezas tem lhes alcançado, e infelizmente os tem seduzido. Ao invés de influenciar, estão influenciados. Houve tempos em que nós os crentes, éramos vistos como pessoas separadas, incompatíveis, e por muitos fomos desprezados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta semana, vi uma cena que me impressionou. Um sujeito em um carro, no semáforo, sem camisas, fumando, cheio de correntes  e com o som a todo volume tocando uma música Gospel bem conhecida de todos. Será que nossa pregação está fazendo bem ou mal a esta geração?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica a pergunta: O santo é para este mundo profano? O santo prospera ou enriquece? O levita adora ou faz show (apresentação em inglês)? Nosso evangelho transforma ainda, ou é mero apelo comercial (business)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenhamos cuidado, pois os programas de TV, os políticos e os aproveitadores tem visto o potencial e o futuro da Igreja, e nela tem se aninhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus falou do reino de Deus como uma árvore grande e frondosa onde “muitas aves se aninhariam” (Mateus 13.31-32), e que o inimigo semearia muita semente (gente mesmo) de erva daninha na obra de Deus (Mateus 13. 36-43). Que Deus nos guarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queridos, aconselho que cada um dos professores tenham em casa pelo menos uma enciclopédia do Pr Orlando Boyer. Ali no verbete Jerusalém, você terá riquíssimos subsídios para sua aula. Quanto ao tema adoração do último tópico da lição, já fizemos pequena menção em tópicos acima, neste comentário, não nos detendo muito neste tema, por ser ele só um profundo e imenso assunto, que nos tomaria mais tantas e tantas páginas. Quero ficar por aqui, pois me foquei mais no tema “liderança de Davi”, e ser adoração para mim aqui, assunto periférico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus lhe abençoe, ótima aula, e não deixe de entrar em contato conosco por e-mail, MSN, blog etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquem todos na Paz de Cristo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-8202652874997344798?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/8202652874997344798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=8202652874997344798' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/8202652874997344798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/8202652874997344798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/11/os-subsidios-voltaram.html' title='Os subsídios voltaram!!!'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-5304095524635045416</id><published>2009-05-21T18:16:00.000-07:00</published><updated>2009-05-21T18:18:47.750-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Considerações Acerca do Casamento'/><title type='text'>Lição  nº 07- 2º Trimestre 2009 - Considerações Acerca do Casamento</title><content type='html'>Lição 07 – Considerações Acerca do Casamento&lt;br /&gt;De 17 de Maio de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário: Pb Cleber de Amorim / Criciúma SC&lt;br /&gt;E-MAIL: cleberpalavra@yahoo.com.br&lt;br /&gt;MSN: cleber.comjesus@hotmail.com&lt;br /&gt;BLOG: preletorcleberdeamorim.blogspot.com&lt;br /&gt;Contato: 048 34339454 – 91024300 - 88436842&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da Lição nº 7 da Revista da Escola Bíblica Dominical, das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB) Ed. CPAD, RJ, 2º Trimestre de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura Bíblica em Classe: I Co 7.1-5,7,10,11.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divisão Tópica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – Casamento ou Celibato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Casar ou não casar (vv 1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II – A Necessidade do Casamento (vv 2-5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Obrigações recíprocas (7.3,4)&lt;br /&gt;2 – Abstinência temporária (7.5,6)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III – O solteiro (vv 7-9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Cada um tem de Deus o seu próprio dom (v 7)&lt;br /&gt;2 – O conselho de Paulo aos solteiros que desejavam permanecer neste estado (v 8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV – Os Compromissos Cristãos no Casamento (vv 10,11)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – A mulher e o marido não devem se separar&lt;br /&gt;2 – Conversão do cônjuge após o casamento (7.12-16)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz do Senhor Jesus Cristo aos abnegados professores (as) da maravilhosa Escola Bíblica Dominical. Você tem um imenso valor no Reino de Deus, pois a EBD lança seus conteúdos e abordagens sobre a família cristã, em todas as faixas etárias, e também no discipulado cristão, atendendo os novos conversos tão carentes da sabedoria de Deus. Seu trabalho ecoará por toda a eternidade, e suas obras te seguirão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste domingo iremos abordar um tema muito rico e abrangente, lindo em seu contexto e inserido no contexto da vida humana, e responsável direto pelo equilíbrio familiar, social e espiritual de uma sociedade, chamado matrimônio ou casamento, porém nesta lição dentro da visão Paulina exposta aos coríntios, o que deve ser entendida por seu contexto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capítulo sete de primeira Coríntios é sem dúvida, um dos mais ricos textos bíblicos sobre o tema em apreço, fornecendo conselhos aos solteiros celibatários, viúvos, casados crentes e mistos (cristão/não cristão).&lt;br /&gt;Vamos dividir o comentário em três instâncias: O casamento, o celibato e o estado dos solteiros (virgens?) e viúvos. Fornecendo assim uma visão holística do tema, não nos concentrando apenas em nuances sobre o mesmo, mas no bojo, sempre usando como base o ensinamento bíblico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Etimologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do grego Gamus significando tanto a união entre um homem e uma mulher, bem como a boda (festa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matrimônio é um termo latino que fala do papel da matriarca como reprodutora, dentro do casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definições:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A união moral, contratual e religiosa entre um homem capaz e uma mulher idônea. É a união de vidas, de almas, de corpo e corações, deve ser também, antes de tudo social”. João Pereira de Andrade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“União entre homem e mulher, segundo as leis civis e religiosas; matrimônio” Minidicionário Luft.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principais características&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Criado por Deus não no formato civil de hoje, mas na síntese da gênese humana (Gn 1.27,28; Mt 19.4). Pelo simples fato de na criação não haver a instituição da lei civil, descobre-se aqui, que a lei do matrimônio é divina, intrínseca e inata ao gênero humano, portanto superior a qualquer conceito humano ou convenção social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Entre homem e mulher, macho e fêmea, pai e mãe (Gn 1.27; Mt 19.4; Mc 10.6,7;), havendo uma clara regra contra o homossexualismo em Lv 18.22 “Com homem não te deitarás como se fosse mulher, é abominação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Um estado definitivo dentro da vida humana (até que a morte os separe) indissociáveis entre partes (Mt 19.6b). “Portanto o Deus ajuntou não separe o homem”, é a afirmativa de Jesus, dando a entender que o ser humano não tem a prerrogativa de adulterar esta lei. Deus ajuntar, não é uma afirmativa de que todo casamento é dirigido por Deus, mas que a união em si é criação divina, e que os noivos precisam buscar esta direção, para a plena felicidade. Por extensão entendemos que somente a morte pode interferir findando este pacto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Uma união espiritual e milagrosa, pois dois se tornam uma só essência (uma só carne) (Gn 2.24; Mt 19.5,6). A união conjugal impreterivelmente expõe o casal a uma intimidade sem precedentes entre todas as instâncias da vida. União esta de substância (carne) com todas as suas consequências genéticas e biológicas. A vida da carne está na alma, subentendendo-se por extensão união de corpo, alma e espírito. União emocional, financeira, intelectual etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) É o projeto de Deus para a perpetuação da raça humana (Gn 1.28). Hoje em dia com a multiplicação da ciência genética, espera-se que a fertilização em vitro suplante a necessidade do casamento e da união entre marido e mulher para a formação de uma família, abrindo assim um precedente moderno a família homossexual. &lt;br /&gt;Porém o gênero masculino e feminino não podem ser desprezados, por ser uma realidade tanto antes como depois da fecundação. Hoje a ciência corre atrás da tecnologia para até mesmo se escolher o sexo do bebê na fecundação artificial por esta técnica. Como se vê, o homem busca apropriar-se de uma autoridade divina, governado assim seu destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Deve ser de livre e afetuoso consenso entre partes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Originalmente o modelo divino para este estado era a monogamia (um casal) tendo por exemplo Adão e Eva. Isso é provado pela genética uniforme do gênero humano, advinda de uma ancestralidade comum. O gênero humano dividi-se em raças, com diferenças puramente estéticas, porém com interiores totalmente iguais, denotando que a humanidade tem uma origem comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Variações: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o passar dos tempos por causa da obstinação humana, este formato original foi-se deformando surgindo assim várias modalidades de casamento como a Poligamia, o Concubinato e até mesmo a Poliandria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Poligamia é o casamento de um homem com duas ou mais mulheres. Exemplos bíblicos são vastos como Abraão, Jacó, Davi e Salomão dentre outros. Deus criou este estado? Não. Supomos que Ele suportou este negócio, pela dispensação em que viviam, e a situação como a dos Reis que herdavam as filhas dos Reis subjugados em guerras, fazendo com que Salomão tivesse 700 mulheres e 300 concubinas (I Re 11.3). Davi teve como esposa Mical (I Sm 14.29), Ainoã, Abigail, Maaca, Hagite, Abital, Eglá e Bate-Seba (I Cr 3.1-9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro aqui a poligamia não era considerada um pecado contra o 7º mandamento (Não adulterarás Ex 20.14). Pois a poligamia era plenamente aceita na cultura oriental naquela época, e inclusive hoje em dia. Davi por exemplo pecou quando adulterou com Bate-Seba &lt;br /&gt;(mulher de Urias), cobiçando-a, e quando se tornou homicida, quando ordena a morte de Urias. Salomão pecou quando adorou os Deuses de suas esposas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O concubinato era praticado quando as servas das mulheres dos patriarcas (chefes tribais como Abraão) lhe prestavam favores sexuais. Um homem então tinha quantas mulheres pudesse sustentar, e mais as servas de sua esposa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembremos aqui, que em ambos os casos – poligamia e concubinato, a mulher não exercia um papel de relevância social, às vezes sendo tratada como um bem, uma possessão. Alguns dizem que em épocas passadas devidos as grandes baixas de homens em guerras, havia a necessidade de restabelecimento demográfico da nação, justificando assim a poligamia como ato de importância social (sustento de viúvas desamparadas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poliandria, era o casamento de uma mulher com mais de um homem. Esta prática era externa a cultura hebréia, porém observada em povos pagãos. Também não devemos conotar esta prática com a narrativa dos Evangelhos (Mt 22.23-33; Mc 12.18-27; Lc 20.27-40) quando os saduceus falam de uma viúva e seus sete casamentos com irmãos de seu marido. A questão aqui era a ressurreição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biblicamente: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visão Veterotestamentária A.T.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moisés. Narra o Gênesis, escreve a Lei dos Judeus e nela expõem em Deuteronômio 24.1-4 as condições de divórcio, e em Levítico 18 uma lista de pessoas que não podiam contrair matrimônio entre si. Os patriarcas eram de antes da Lei Mosaica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juízes, Profetas e Livros Históricos. Narram do cotidiano dos israelitas, expondo fatos inerentes de seu tempo, onde se observa &lt;br /&gt;que a monogamia não era um ideal hebreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visão Neotestamentária&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus. A visão de Jesus sobre o casamento é clara e contundente. Ela está exposta nos textos de Mt 5.31,32; 19.3-12; Mc 10.2-12; Lc 16.18.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lendo atentamente, notamos de forma cristalina que Jesus condena o divórcio contundentemente, aceita apenas uma condição para a dissolução do casamento – o adultério (relação sexual ilícita/com outra pessoa fora do casamento, seja solteiro ou casado). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Note que Ele abre esta porta para o divórcio, porém não abre outra porta para um novo casamento, nem deixa subentendido que isso seja aceito por Ele. Note como esta inflexibilidade é entendida pelos discípulos: “Se esta é a condição referente à mulher, não convém se casar” Mt 19.10. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja essa, os fariseus afirmam que Moisés “mandou” dar carta de divórcio e repudiar (Mt 19.7). Jesus, porém diz que Moisés “permitiu” (Mt 19.8) repudiar a mulher pela dureza dos “vossos” corações, igualando os fariseus aos judeus incrédulos da época de Moisés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por fim a afirmação de Lucas 16.18 é cabal: “Quem repudiar sua mulher e casar com outra adultera; e quem casar com a repudiada também adultera”. Como se vê, para Jesus o casamento é indissolúvel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo. Paulo fala aos coríntios na primeira epístola no capítulo 7, abordando a temática da prostituição, e a eminente vinda de Jesus, levando assim a igreja a viver esta expectativa como prioridade, acima de demandas cotidianas. Para ele os solteiros e viúvas tinham mais condições de servir a Deus, do que os casados, que dividem a sua vida ao servir a Cristo e a família. Ele não condena o casamento, pelo contrário ratifica, afirmando que cada um tenha o seu próprio cônjuge (I Co 7.2), e que cada um dos cônjuges retribua o que é de direito sexualmente falando ao outro (I Co 7.4,5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Paulo, o divórcio não era aceito, porém se acontecesse que os cônjuges ficassem sós ou se reconciliassem (I Co 7.10,11). Como se Vê não há segundo casamento, enquanto um dos cônjuges viver. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Paulo um dos sinais dos fins dos tempos era a proibição do &lt;br /&gt;casamento (I Tm 4.13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celibato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos Coríntios Paulo afirma que sua condição celibatária (a Bíblia nada fala sobre Paulo ser casado, e seu estado parece ser este) é a melhor forma de servir a Cristo. Porém para Timóteo ele afirma que os Presbíteros e Diáconos devem ser maridos de uma só mulher. Ele afirma que quem não governa bem a sua casa não pode governar bem a Igreja. Para ele o celibato era um dom! (I Co 7.7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao que tudo indica João Batista também era celibatário. Há os que afirmam que Jesus e João batista tiveram a influência dos essênios (praticantes de uma “pureza elevada”), e muito conhecidos dos estudiosos bíblicos, que praticavam o celibato, porém como uma forma de purificação da alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe a posição dos gnósticos gregos que afirmavam que o corpo é a sede de todos os males, logo para uns todo o prazer que a carne pudesse dar, deveria ser utilizada. Para outros quanto mais longe destes prazeres melhor para a vida da alma. O certo nesta discussão é que o sexo é uma benção, para o gênero humano, e que sua deturpação é obra diabólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus fala de três classes de eunucos (Mt 19.12), os que nasceram os que se fizeram (pelo reino de Deus), e os que foram forçados a ser (por vários noivos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja Católica ensina o valor do Celibato segundo seus conceitos, pela teoria do duplo padrão, onde se declara que os celibatários monásticos e chamados pela vocação ministerial, são pessoas especiais em relação aos “comuns”. Como se vê, o que se precisa ter bem claro é uma consciência em relação ao sexo, pela lógica divina, onde ele é santo, uma benção trazendo benefícios ao ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solteiros e viúvos (as)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe termo hebraico para solteiro no VT, para o hebreu a fertilidade era uma benção divina, e o estado solteiro não era louvado como virtude, e sim uma fase da vida a ser superada. O Salmo 128 é &lt;br /&gt;o grande ideal da família de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No NT Jesus é o símbolo do noivo ideal, e a Igreja é o estereótipo da noiva ideal – sem mancha, sem mácula, vestida de linho branco finíssimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exemplo de José com Maria, quando da concepção de Jesus é base clara, que o sexo antes do casamento era proibido entre a cultura &lt;br /&gt;Judaica no NT. Muito diferente dos padrões expostos pela sociedade &lt;br /&gt;atual, onde o sexo livre é defendido ou tolerado abertamente pela sociedade. O jovem cristão deve permanecer puro, se estiver em estado de dificuldade com este tema deve se casar (I Co 7.9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doutrina bíblica sintetizada por Paulo aos Coríntios deixa claro que o casamento é santo como instituição, benéfico à sociedade, aos cônjuges evitando a proliferação da prostituição e das consequências dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não devemos questionar neste tema a salvação de quem passou por problemas conjugais, esta atitude pertence a Deus! Cremos que a salvação é pela graça e só Deus pode perdoar os pecados, eleger quem entra ou não no céu. O certo é que o Bispo, ou o Diácono não deve ser divorciado! Deve zelar pelos santos laços do matrimônio, para poder ensinar e pregar o santo evangelho sem contradições e limitações. Nem ser ele casado com uma mulher de “cada vez”. E sim com uma mulher a vida toda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio evangélico se considera a condição dos incrédulos que se convertem a Cristo trazendo uma sem conta de problemas incluindo aí o divórcio, conferindo-lhes a oportunidade de viver uma nova vida em Cristo, começando tudo do zero, a partir da forma como foi chamado (escravo, livre etc). Já para os da fé é vedado qualquer oportunidade de desfazer o compromisso sem arcar com as custas espirituais do divórcio. Seja como for, a lei do amor deve reger este tema, para um fim proveitoso a cada casal, e para a glória de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus abençoe!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmãos enviem perguntas e sugestões por nossos contatos acima. Se algum abençoado tiver sugestões para as próximas lições, postaremos com o maior prazer citando a fonte, assim desenvolvendo em conjunto com todos, o magistério de Cristo na Terra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-5304095524635045416?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/5304095524635045416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=5304095524635045416' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/5304095524635045416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/5304095524635045416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/05/licao-n-07-2-trimestre-2009.html' title='Lição  nº 07- 2º Trimestre 2009 - Considerações Acerca do Casamento'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-6396994444233728148</id><published>2009-05-05T09:12:00.000-07:00</published><updated>2010-01-01T02:44:43.865-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Amor Cristão'/><title type='text'>Lição 06- 2º Trimestre 2009 - Demandas Judiciais entre os Irmãos</title><content type='html'>Lição 06 – Demandas Judiciais entre os Irmãos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 10 de Maio de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário: Pb Cleber de Amorim / Criciúma SC&lt;br /&gt;E-MAIL: &lt;a href="mailto:cleberpalavra@yahoo.com.br"&gt;cleberpalavra@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;MSN: &lt;a href="mailto:cleber.comjesus@hotmail.com"&gt;cleber.comjesus@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;BLOG: preletorcleberdeamorim.blogspot.com&lt;br /&gt;Contato: 048 34339454 – 91024300 - 88436842&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da Lição nº 6 da Revista da Escola Bíblica Dominical, das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB) Ed. CPAD, RJ, 2º Trimestre de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura Bíblica em Classe: I Co 6.1-9.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divisão Tópica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – Falta de Comunhão Fraterna na Igreja Coríntia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – As discórdias pessoais (vv 1).&lt;br /&gt;2 – A falsa espiritualidade.&lt;br /&gt;3 – Imaturidade diversa (vv 1, 5-7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II – Uma Igreja que Desconhecia a Sua Importância (vv 2-4)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – A igreja como juiz futuramente.&lt;br /&gt;2 – Não sabeis? (vs 3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III – Ensinos Finais Sobre Litígios e Inimizades (vv 5-8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – As causas das contendas.&lt;br /&gt;2 – O cristão e a justiça secular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Paz do Senhor Jesus Cristo aos abnegados professores (as) da maravilhosa Escola Bíblica Dominical. Você tem um imenso valor do Reino de Deus, pois a EBD lança seus conteúdos e abordagens sobre a família cristã, em todas as faixas etárias, e também no discipulado cristão, atendendo os novos conversos tão carentes da sabedoria de Deus. Seu trabalho ecoará por toda a eternidade, e suas obras te seguirão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este domingo será especial, pois teremos a grata oportunidade de abordar um tema importantíssimo, o amor cristão. Embora o tema seja as demandas judiciais entre membros de uma mesma congregação cristã, a extensão do mesmo nos fará observar temas afins como a justiça humana, secular, bíblica doutrinária e a de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisemos então em primeira instância o tema Justiça, seja no âmbito bíblico como secular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justiça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definições&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do latim “Jus” significando direito, lei; do grego “dikaios” significando retidão. A justiça requer atos de retidão e não só de palavras. O justo deve ser altruísta; a justiça consiste em conformidade com uma conduta reta. Envolvem qualidades de caráter como retidão, equidade, santidade, correção e razoabilidade. É então a excelência moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerações filosóficas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos sofistas. Mera convenção social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Platão. Uma realidade dos mundos invisíveis; a justiça do mundo é mera imitação da verdadeira, a de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sócrates. Conceitos de questões éticas, da mente universal. Ou seja, a expressão de leis inatas da alma humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aristóteles. A interferência do pertencente ao todo, da coletividade, ou seja, do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em matéria de fé, devemos distinguir claramente a função do Estado como defensor dos interesses da coletividade, e suas obrigações básicas como saúde, educação e segurança. Seja ele qual for o seu sistema de governo como Monarquia, República ou Império; e seus poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário (de onde se faz a justiça aplicando as leis), e o Reino de Deus, que nas palavras de Jesus a Pilatos: “Não é deste mundo” (Jo 18.36); e consequentemente não tem uma conotação governamental humana, nem tais pretensões. O cristão vive pela lei do Espírito da vida, que nos rege pelas Leis ditadas por cristo Jesus nosso Senhor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notemos aqui que a fé, nos leva a basear nossas atitudes por padrões elevadíssimos vindos de Deus, e conferidos pela sua palavra (Bíblia). E estes padrões por serem divinos e elevados, suplantam os padrões humanos, por serem limitados e finitos. Isaías diz que nossas justiças são trapos de imundícia (Is 64.6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém não será por isso que devemos desprezar o Estado e sua legislação. Devemos sim obedecer à lei e viver livres e em paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo nesta lição de maneira alguma despreza a Lei humana, pelo contrário, ele quer nos ensinar que o Cristão vive num padrão muito superior ao do mundo, e como tal terá capacidade de julgar futuramente, no seu Reino, o de Deus, as iniqüidades deste mundo como sistema, bem como as obras dos seres espirituais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este tema não é uma invencionice Paulina, mas uma realidade abordada por Cristo aos seus discípulos: “...Vós os que me seguistes, quando, na regeneração, o filho do homem se assentar no trono de sua glória, também vos assentareis em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel” (Mt 19.28). Em Apocalipse 20.4 diz: “Vi também tronos, e sentaram-se sobre eles, aqueles a quem foi dada autoridade para julgar...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justiça de Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definições&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A justiça de Deus é a execução da retidão” - Bancroft&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A lei é obrigada a punir o transgressor, tanto quanto o transgressor é obrigado a obedecer à lei – a lei não tem opção. A justiça tem apenas uma função. A necessidade da penalidade é tão grande como a necessidade da obrigação. A própria lei está sujeita a lei” – Shedd.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A justiça de Deus é a santidade em ação; é a santidade de Deus manifesta ao tratar com suas criaturas” – Pearlman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua realidade Bíblica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não fará justiça o juiz de toda a terra” (Gn 18.5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Senhor é justo no meio dela; Ele não comete iniqüidade; manhã após manhã Ele traz o seu juízo a luz; não falha; mas o iníquo não conhece a vergonha” (Sf 3.5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Senhor está no seu santo templo; nos céus tem o Senhor o seu trono; os seus olhos estão atentos, e as suas pálpebras sondam os filhos dos homens. O Senhor põe à prova ao justo e ao ímpio; mas o que ama a violência a sua alma o abomina. Fará chover sobre os perversos, chuva de fogo e enxofre, o vento abrasador será a parte de seu cálice. Por que o Senhor é justo, Ele ama a justiça; os retos lhe contemplarão a face.” (Sl 11.4-7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade bíblica, a justiça é um atributo de Deus. Existem os atributos naturais (do ser): Espiritualidade, Infinitude, Unidade, Onipotência, Onipresença, Onisciência, Sabedoria e Soberania. E os Morais (relacionais com as suas criaturas): Santidade, Justiça, Fidelidade, Misericórdia, Amor e Bondade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então moralmente falando (moral foi um assunto abordado no comentário da lição 5), notaremos a manifestação deste atributo quando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1)    Quando livra o inocente e condena o ímpio (Is 11.3).&lt;br /&gt;2)    Quando perdoa o penitente (Sl 51.14; I Jô 1.9).&lt;br /&gt;3)    Quando castiga e julga seu povo (Is 8.17).&lt;br /&gt;4)    Quando salva o seu povo (Is 46.13).&lt;br /&gt;5)    Quando dá vitória aos servos fiéis (Is 50.4-9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As responsabilidades do Cristão como ser de padrão elevado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmãos, segundo Paulo nós iremos julgar, portanto seremos juízes. Você já viu como é escandaloso quando um juiz é julgado, e a repercussão que isso tem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma quando um crente deixa a desejar, ou quando por infelicidade ele tem que se deparar com um tribunal, seja por qual motivo for? Isso não é normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus esteve perante o tribunal do Sinédrio (dos judeus), e de Pilatos, porém, como alguém acusado injustamente e mesmo assim “levado a força”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo exigiu ser levado a tribunais Romanos por diversas vezes, de forma estratégica, para não ser condenado pelos Judeus, interrompendo assim sua meta de chegar até César em Roma, para lhe pregar o evangelho, ou seja, atingir o coração do sistema governamental mundial da época (que ousadia!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós segundo os padrões cristãos devemos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1)    Vigiar em nossos relacionamentos sejam eles comerciais, sociais ou profissionais.&lt;br /&gt;2)    Ser justos em nossos negócios obedecendo a leis, regras e normas legalmente constituídas.&lt;br /&gt;3)    Estar preparados para suportar as perdas que eventualmente poderão ocorrer.&lt;br /&gt;4)    Basear nossas decisões pelo princípio do amor cristão.&lt;br /&gt;5)    Não gerar escândalos desnecessários.&lt;br /&gt;6)    Mesmo em questões seculares sejam elas quais forem, devemos pedir a unção do Espírito Santo para tomadas de decisões, ou seja, ser espirituais em tudo, não carnais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A justiça e o litígio devem ser os últimos recursos a serem tomados por um crente. Não desprezamos a justiça terrena, relegando a sua importância a segundo plano, porém não a usamos como recurso para obtenção de vantagens, nem como instrumento de justiça, pois a verdadeira justiça será sempre feita pelo Senhor (Dt 32.35; Rm 12.19; Hb 10.30).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em questões de litígio na verdade todos saem perdendo, não havendo vencedores. As marcas são perenes, e a comunhão cristã se perde. Porém quando há perdão, pelo menos um lado sai ganhando (o do cristão autêntico), e o nome de Jesus é glorificado. A lei em que a verdadeira justiça se baseia é o amor. Os apóstolos, os pais da Igreja, os mártires sofreram danos, opressões e injustiças, porém todos ganharam o Reino, e entrarão na cidade pelas portas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus te abençoe e te guarde!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anexo- Reunião Departamento da Escola Dominical - Criciúma -SC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lição 6 – Demandas Judiciais Entre os Irmãos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta lição será riquíssima e de grande valor para nós, pois abordará um dos extremos mais complexos em uma relação cristã, o envio ao judiciário de nossas questões pessoais, e relacionais.&lt;br /&gt;O caso aqui não é de se somente abordar o litígio em si, mas também as suas causas, a sua origem. E o decorrer destas demandas chegarem até o juiz ímpio, gerando escândalos a Igreja de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo expõe o fato de a Igreja estar predestinada a julgar (6.2,3), e para isto acontecer a Igreja deve ter um senso de sabedoria muito amplo. Paulo condiciona também o perdão aos irmãos de Corinto, quando fala em aceitar o dano, a perda, o sofrimento até mesmo em amor ao irmão que infelizmente não cumpriu a sua parte no negócio ou trato, causando pesar e tristeza ao outrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós como cristãos a exemplo de Cristo devemos agir pautados pela lei do perdão. Porém, devemos agir de formas a prevenir certas situações como empréstimos financeiros (a cobrança de juros, a usura não são de Deus!), a compra de imóveis ou bens duráveis ou supérfluos devem seguir regras muitas vezes até mesmo contratuais, o matrimônio deve ser zelado pelo amor e respeito, pois em dias modernos como os nossos, o divórcio só será estabelecido perante uma corte etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que a Igreja não está acima da lei, porém a lei civil não está apta a julgar causas espirituais e muito menos apta para discernir o juízo segundo as leis do Reino de Deus! Pois também há corrupção e imoralidades e distorções, interesses etc, no reino dos homens. E os juízes também carecem de salvação, por isso devemos dar um bom testemunho e evitar as contendas e as porfias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pb Cleber de Amorim&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-6396994444233728148?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/6396994444233728148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=6396994444233728148' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/6396994444233728148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/6396994444233728148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/05/licao-06-2-trimestre-2009-demandas.html' title='Lição 06- 2º Trimestre 2009 - Demandas Judiciais entre os Irmãos'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-8073091906028142044</id><published>2009-05-05T09:04:00.000-07:00</published><updated>2010-01-01T02:45:39.663-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Imoralidade em Corinto'/><title type='text'>Lição 05- 2º Trimestre 2009 -A Imoralidade em Corinto</title><content type='html'>Lição 05 – A Imoralidade em Corinto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 03 de Maio de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário: Pb Cleber de Amorim / Criciúma SC&lt;br /&gt;E-MAIL: &lt;a href="mailto:cleberpalavra@yahoo.com.br"&gt;cleberpalavra@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;MSN: &lt;a href="mailto:cleber.comjesus@hotmail.com"&gt;cleber.comjesus@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;BLOG: preletorcleberdeamorim.blogspot.com&lt;br /&gt;Contato: 048 34339454 – 91024300 - 88436842&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário da Lição nº 5 da Revista da Escola Bíblica Dominical, das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB) Ed. CPAD, RJ, 2º Trimestre de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura Bíblica em Classe: I Co 5.1-6, 9-11.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divisão Tópica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – Escândalo na Igreja&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – O transgressor precisa ser confrontado (vv 1-5).&lt;br /&gt;2 – Lançar fora o fermento velho (vv 6-8).&lt;br /&gt;3 – Aplicação da disciplina na Igreja (vv 9-11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II – A ação Pastoral Disciplinar na Igreja (vv 9-11)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Ação Pastoral e eclesiástica sobre o pecado.&lt;br /&gt;2 – O fermento do erro (vs 6).&lt;br /&gt;3 – A motivação para uma vida Santa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III – Relacionamentos do Crente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – O relacionamento com os não crentes (vs 10).&lt;br /&gt;2 – O relacionamento do crente vivendo em pecado.&lt;br /&gt;3 – A disciplina sofrida pelo infrator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz do Senhor Jesus Cristo aos abnegados professores (as) da maravilhosa Escola Bíblica Dominical. Você tem um imenso valor do Reino de Deus, pois a EBD lança seus conteúdos e abordagens sobre a família cristã, em todas as faixas etárias, e também no discipulado cristão, atendendo os novos conversos tão carentes da sabedoria de Deus. Seu trabalho ecoará por toda a eternidade, e suas obras te seguirão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta lição, Paulo faz um tratado ético, com abordagem quase cirúrgica, sobre um tema crítico como o pecado de imoralidade, que exige uma tomada de decisão que envolverá a separação do anátema da congregação, pelo perigo da expansão do problema para todo o corpo de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreendemos claramente a influência do ambiente social Corinto, imoral e pervertido sobre o imaginário cultural das pessoas daquela cidade, com extensões certamente sobre os crentes novos convertidos, carentes da doutrina cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato: Um filho que mantinha um caso imoral sexual com a madrasta, mesmo congregando-se com o povo de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo compara este pecado ao fermento, e nós sabemos que esta alegoria fala claramente da fermentação da massa pelo fermento, aludindo assim a possibilidade do pecado como fermento expandir-se por toda a igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então vamos analisar os termos originais para pecado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo tem em sua raiz etimológica, várias vertentes, porém sempre com conotações negativas, ex: do grego:&lt;br /&gt;1) Armatia indica errar o alvo, fracassar;&lt;br /&gt;2) Anomia significa desregramento, geralmente no sentido moral (I Jo 3.4);&lt;br /&gt;3) Asebeia significa impiedade (II Pe 2.6);&lt;br /&gt;4) Parabasis = Transgressão (Mt 6.14);&lt;br /&gt;5) Paranomia é a quebra da lei (At 23.3; II Pe 2.16);&lt;br /&gt;6) Paraptoma fala de passos em falso (Mt 6.14; Ef 2.1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pecado pode ser um ato ou um estado, e o NT o mostra de várias maneiras, porém sempre de forma negativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma análise bíblica sobre o fermento, nos ensinará que a abordagem veterotestamentária do termo é simplesmente literal, e que ensinos brotam daí por interpretação. O fato é que não se usou fermento nos pães na véspera da páscoa pela apressada saída Israelita do Egito (Ex 12.11); que o fermento era proibido em todas as ofertas feitas ao Senhor pelo fogo (Lv 2.11; 6.17). Já no NT o termo é usado de forma metafórica simbolizando por exemplo a doutrina corrupta dos Fariseus, Saduceus (Mt 16.6) e o pecado como no caso em apreço nesta lição (I Co 5.6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pecado deforma o caráter, e por consequência afeta toda uma congregação (abordamos isso na lição sobre Acã no trimestre passado). Por isso o confronto era eminente, entre a Santidade divina e o pecado na igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em Santidade, devemos nos reportar aos ensinos da Teologia Sistemática que abordando a doutrina de Deus, mostra-nos a Santidade como um atributo “moral” de Deus. Ora, o que é realmente um atributo moral? É aquela qualidade que se destaca no relacionamento entre a pessoa em questão e o mundo a sua volta, neste caso o relacionamento de Deus com as suas criaturas. De sorte que as pessoas que se relacionam conosco é que poderão, afirmar quem verdadeiramente somos. Ou as nossas obras revelam quem somos realmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moralidade é a moral em ação, de sorte que o prefixo “i” denota falta, a não existência. Logo imoralidade é a falta de moral. A moral também é abordada pela filosofia histórica e contemporânea. Diz a mesma ciência que a moral é sinônimo da ética. Porém, percebemos que o termo imoralidade muito comumente está relacionado à prostituição e pecados sexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Etimologicamente sua raiz vem do grego moris que significa costume, vontade ou uso. Sinônimo da palavra grega ethos, que denota ética. Ou seja, modernamente falando a moral é construída pela cultura, meio em que vivemos, padrões mentais constituídos, tradições etc. E a moral é a ética em ação. Nossos hábitos e costumes devem subordinar-se ao evangelho de Cristo, e a conduta por ele indicada (santificação), para a consolidação da salvação. Logo também se entende que não existirá ética, moral e santidade sem relacionamentos que garantam este fato. Precisamos interagir com todos os universos sejam eles os de Deus, os do mundo social, espiritual, humano, acadêmico, familiar etc. Onde estivermos nosso procedimento deverá ser o mais salutar possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que percebemos na doutrina Paulina sem dúvida é o ensino da diferenciação da igreja em relação ao mundo. E a igreja como corpo místico de Cristo deve ter seus padrões de santidade e velar por eles, mesmo que para isso devam ser tomadas decisões temerárias (não arbitrárias), como por exemplo, a disciplina do infrator, que significaria a sua exclusão do corpo. Hoje em dia se fala muito em liberdade humana, e a proibição de julgamentos a membros de congregações com o pretexto de não expor ao ridículo o membro. Irmãos a igreja tem suas normas de conduta com base na lei do Espírito da vida, que não precisam de estatutos ou parágrafos em atas de assembléia interna. As leis de Deus estão intrinsecamente posicionadas na alma humana, perfazendo um conjunto de normas, chamada de consciência. Não precisando de muito esforço para serem compreendidas. O problema do pecado é compreendido pela maioria das culturas humanas, sejam cristãs ou não. E diversas formas de combate têm sido sugeridas para a cura da alma humana. Porém só o sangue de Cristo poderá curar esta chaga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus nos ajude nesta luta, que não deve ser hipócrita e subjetiva, e sim sincera, abnegada e idealista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus nos guarde do pecado, e nos de a sua graça para sermos sal e luz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus abençoe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anexo- Reunião Departamento Escola Dominical - Criciúma - SC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro professor, um código de conduta que impõe ao homem limites e regras que contribuem para uma vida sadia e que agrega o homem a uma sociedade, se chamará ética. A ética é este conjunto de valores que formam um caráter e padrões de vida e conduta, que visam o bem estar pessoal e coletivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moral é a utilização prática destes valores, que nos caracterizam em nossas relações externas. Quem se relacionar conosco, ou com a Igreja em que congregarmos, é que verdadeiramente poderá afirmar quem somos através das impressões que nossa conduta e moral refletirem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biblicamente o cristão demonstra sua moral por princípios que mesmo em alegoria, nos ensinam o quão produtivo deve ser relacionar-se com um crente, vejamos: Sal (Mt 5.13); Luz (Mt 5.14) Ramos da videira, que devem dar fruto (Jo 15.1-5; Gl 5.22,23) etc.&lt;br /&gt;Porém o prefixo “I” denota a falta de ou alguma coisa. Portanto a imoralidade significa a falta de moral. Geralmente este termo tem conotações negativas no sentido sexual. Paulo fala de imoralidade tal que nem entre os incrédulos se via! (I Co 5.1), como isso seria possível? Pela falta de senso moral de toda uma congregação. Como uma Igreja toleraria isso sem nenhum tipo de restrições?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo, porém adverte a Igreja que uma postura curativa deveria ser tomada urgentemente, e esta postura deveria ser disciplinar, e dar exemplo tanto para a Igreja como para o mundo. Tem pessoas hoje em dia que são contra a disciplina, que acham esta atitude radical demais, e ainda usam a Bíblia dizendo que “não é por força nem violência, mas pelo Espírito!” que na hora certa o pecador vai se arrepender e etc. Paulo chama o pecado de fermento, e todos sabemos que poder e efeitos têm o fermento sobre o todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ação pastoral deve ser incisiva sobre o mesmo, não permitindo o crescimento (inchasso) da massa devido à ação do erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lição além de falar sobre os pecados, também adverte em caráter preventivo, sobre os nossos relacionamentos tanto dentro da Igreja como fora, e nos remete ao testemunho com os de fora, e com a separação com aqueles que não querem nada com Deus, dando um testemunho deveras negativo. A estes, Paulo aconselha até mesmo evitar, pois conhecem a verdade e não se sujeitam a ela, podendo nos fazer cair e pecar como tais.&lt;br /&gt;Como vimos à disciplina tem valor prático, curativo, regulador e restaurador dentro do convívio eclesial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pb Cleber de Amorim&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-8073091906028142044?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/8073091906028142044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=8073091906028142044' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/8073091906028142044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/8073091906028142044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/05/licao-05-2-trimestre-2009.html' title='Lição 05- 2º Trimestre 2009 -A Imoralidade em Corinto'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-2510949435889544899</id><published>2009-05-05T08:55:00.000-07:00</published><updated>2010-01-01T02:47:30.869-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Essência do Ministério na visão paulina'/><title type='text'>Lição 04- 2º Trimestre 2009 - Despenseiros dos Mistérios de Deus</title><content type='html'>Lição 04 – Despenseiros dos Mistérios de Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 26 de Abril de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário: Pb Cleber de Amorim / Criciúma SC&lt;br /&gt;E-MAIL: cleberpalavra@yahoo.com.br&lt;br /&gt;MSN: cleber.comjesus@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz do Senhor aos amados professores (as) da EBD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos estudar nesta lição de domingo próximo, à essência do ministério na visão Paulina, e consequentemente aproveitando a temática, lançar-nos-emos superficialmente pelas escrituras, principalmente as do Novo Testamento, onde o grego abre-nos uma visão muito ampla sobre o tema em questão, pela diversidade de terminologias e figurações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo fala aos Coríntios que os crentes têm um papel importantíssimo no reino de Deus: Servir. Sim, Paulo usa a figura do ministério para nos ensinar o proceder como obreiros de Jesus Cristo. “&lt;em&gt;Que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus”&lt;/em&gt; (I Co 4.1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar analisemos os termos gregos que envolvem a temática:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a)&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#996633;"&gt;&lt;strong&gt;Huperetas &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;= Remador de barco (Galela), que remava no andar de baixo das embarcações, sempre regido pelo ritmo dado por um supervisor.&lt;br /&gt;b)&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;Diaconéu &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;= Serviçal tanto de tarefas civis como religiosos. Biblicamente tem haver com servir mesas. Tem haver com o diaconato.&lt;br /&gt;c)&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Doulos &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;= Literalmente escravo. Douleu, serviço de escravo.&lt;br /&gt;d)&lt;em&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;Leiturgo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;= Serviço civil e religioso pago pelo estado. Praticamente servidor público. Ou trabalhador assalariado. Geralmente indicando o serviço sacerdotal, o culto, o ritual, o levirato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a palavra despenseiro, o grego fornece o termo oikomonos, que remete direto a administrador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem como podemos ver tomando como ponto de partida dos termos originais das escrituras, perceberemos que em nenhuma terminologia encontraremos o obreiro, o ministro como alguém com suprema autoridade, revestido de uma aura imperial inatingível e inacessível. Pelo contrário as Escrituras nos mostram o ministro (servo, obreiro, escravo, mordomo, servidor de mesas, administrador etc.) como alguém que trabalha em função de outrem. Imbuído na tarefa de resguardar o bem alheio, e dar até mesmo sua vida pela causa do Mestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam bem, as atitudes do ministro devem ser altruístas, desapegadas e desinteressadas. Em Lucas 12.37 há um grande exemplo disso: “Bem-aventurados os servos (Doulos – Escravo) a quem o Senhor, quando vier, os encontre vigilantes; em verdade vos afirmo que ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa, e aproximando-se, os servirá (Diaconei)”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio Senhor nos afirma ser ele mesmo servidor de mesas, nos dando exemplo de como proceder no Reino de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Igualmente, devemos notar que os servos devem ser chamados por Deus (JO 15.16).&lt;br /&gt;A chamada é um tema muito sugestivo para esta lição, pois dela advém o sucesso no ministério Cristão, afinal renunciar a si mesmo e tomar a Cruz de cada dia não é para qualquer pessoa.&lt;br /&gt;Dou aqui alguns exemplos de homens chamados como Moisés nos capítulos 3 e 4 de Êxodo, Abraão em Gênesis 12, Samuel em I Sm 3, e no caso da lição em apreço o próprio Saulo de Tarso no momento de seu encontro com o Cristo da igreja em seu pleno Poder (Atos 9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chamada deve ser confirmada por Deus! Como no caso do Espírito Santo enviar missionários na Igreja de Antioquia (Atos 13). Com milagres e obras divinas e dons ministeriais. Hoje em um mundo fortemente evoluído, ciências humanas como Psicologia, Medicina, Engenharia, Administração etc. já provém métodos para gerenciamento de qualquer atividade humana e social. Devemos fugir destes preceitos puramente técnicos, e não olhar a Igreja e sua missão com olhos estatísticos, administráveis e técnicos! A Igreja de Jesus não é uma empresa, e por conseqüência não deve ser administrada como tal. O ministro não é um profissional, sua formação secular o capacita, o condiciona o ser melhor, e neste caso o Senhor também tem mais condições de usá-lo. Moisés foi educado por certo nas melhores Universidades do Egito, e teve condições de escrever sobre a Gênese do mundo, das espécies, dos astros etc. Paulo era versado, catedrático com uma mente brilhante, e isso o capacitou a falar de Cristo perante autoridades, filósofos, ricos etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderemos abordar também hierarquia eclesiástica. No caso neotestamentário, se observa claramente duas classes ou posições: Os Bispos (Presbíteros ou Anciãos) e os Diáconos (Servidores de mesa), consagrados posteriormente devido as grandes demandas dos necessitados, pobres e principalmente viúvas, para liberar os Bispos à oração e a Palavra de Deus (Atos 6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dons ministeriais são ministrados sobre os ministros (Servos), vide Efésios 4.11. Ali Paulo relata que o Cristo dá dons aos homens (no genérico) e a uns Ele faz Apóstolos, outros Profetas, Evangelistas, Pastores e Mestres.&lt;br /&gt;Percebemos claramente estes não como títulos ou graus hierárquicos e sim capacitações de Deus para uso no cotidiano Eclesiástico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, ministério fala de serviço! Muito trabalho na obra de Deus. O escritor aos Hebreus diz: “&lt;em&gt;Ninguém tome essa honra para si, se por Deus não for chamado como Arão!”&lt;/em&gt; (Hb 5.4). Porém vimos com preocupação, a inversão de valores de hoje em dia quando muitos são consagrados ao “ministério” por conveniências, acordos, hereditariedade etc. A Igreja não é um Reino, ela faz parte do reino de Deus. Portanto não é uma empresa ou uma Dinastia. Onde está o chamado de Deus? As provas da chamada? Os milagres, a cooperação Divina nos ministérios?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos Juízos descritos nesta lição, a intenção do apóstolo Paulo era isentar-se do juízo de muitos naquela Igreja de que Paulo não era apóstolo de Cristo. Paulo afirma a eles que nem mesmo ele se julgaria, pois a chamada era de Deus, e Deus é quem o julgaria então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora o ministro deve ter em mente que, mesmo trabalhando de forma altruísta, e renunciosa ele jamais fugirá do julgamento de seu serviço, seja aqui na terra pelos homens, pela Igreja e por Deus. Como também deverá prestar contas de seu trabalho ali na glória também. Porém lá, o julgamento não será de aprovação, e sim de recompensa, com a entrega de galardões e da coroa (II Tm 4.8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus te abençoe meu irmão, e boa aula!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anexo - Comentário Reunião Departamento Escola Dominical - Criciúma- SC&lt;br /&gt;Pb Cleber de Amorim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os despenseiros ou ministros Cristãos devem ser prioritariamente pessoas abnegadas e dedicadas ao Reino de Deus, e não as suas conveniências. Deus nos tem chamado para sermos servos! Perceba, Deus chama, e isto deixa claro que antes de desejarmos ser o Senhor precisa nos permitir ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele é o dono da obra, e no caso de seu serviço Ele tem a primazia de escolha. A Timóteo, Paulo declara que Deus conhece os que são seus (II Tm 2.19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto importante é que homens podem interferir nos planos divinos, tomando para si a honra que não lhes é devida, pois Hebreus 5.4 diz claramente que ninguém deve tomar para si a honra de ser um obreiro se Deus não o chamar! Que tristeza, a Bíblia é tão clara, mas ainda vemos pessoas não muito humildes tentando ser aquilo que de fato todos vêem, menos ele, que Deus não está no negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministério é árduo, espinhoso, difícil. Só mesmo os chamados resistem. Segundo o texto explorado para esta lição, a dois vocábulos são usados por Paulo: Uperetas e oikonomos significando remador e administrador respectivamente. Todos os dois no sentido de serviço laborioso, organizado e sistemático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ministros deverão ter chamada específica e caracterizar-se por Fidelidade, piedade, responsabilidade, integridade e ter familiaridade com a palavra de Deus. Hoje em dia é muito fácil encontrarmos obreiros administradores, construtores e sistemáticos dentro de padrões humanos. Porém a obra carece de obreiros que distribuam os mistérios, as revelações, as dádivas, diretamente de Deus aos corações, e isto será feito a partir da utilização de dons que destacam o lado espiritual da obra de Deus, em contraste com as obras meramente humanas como construções, aquisições e conceitos baseados na lógica e ciência puramente humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verdadeiro obreiro também será aquele que sabe conviver com responsabilidade de seu chamado, as críticas que advirão desta chamada. Somos vitrine, expostos a juízos: de Deus, da Igreja, de nós mesmos e da sociedade como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fuçamos das palavras de Paulo a Timóteo nosso lema: “Procura apresentar-te a Deus aprovado!” (II Tm 2.15)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-2510949435889544899?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/2510949435889544899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=2510949435889544899' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/2510949435889544899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/2510949435889544899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/05/licao-04-2-trimestre-2009.html' title='Lição 04- 2º Trimestre 2009 - Despenseiros dos Mistérios de Deus'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-1495584650116019667</id><published>2009-04-13T20:15:00.001-07:00</published><updated>2010-01-01T02:48:22.428-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partidarismo na Igreja'/><title type='text'>Lição 03- 2º Trimestre 2009 -Partidarismo na Igreja</title><content type='html'>Lição 3 – 2º Trimestre/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19 de Abril de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partidarismo na Igreja &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário: Pb Cleber de Amorim AD Criciúma SC&lt;br /&gt;Contatos: 048 34339454 e 91024300&lt;br /&gt;E-mail rodopack@rodopack.com.br; MSN cleber.comjesus@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz do Senhor queridos e abnegados professores (as) da EBD. Este tema é deveras importante para a saúde da Igreja. É abrangente, atual e pertinente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A epístola deixa claro da existência de pelo menos quatro grupos principais entre os crentes Coríntios. Os de Paulo, Pedro, Apolo e os de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destacamos aqui que a causa principal do partidarismo e divisicionismo estão claramente indexados a figuras humanas que com seu caráter, procedimentos e carisma assumem influência sobre pessoas e grupos com pensamentos afins, que se aproximam por semelhanças de caráter, temperamento e ideologias. Isto é naturalmente conhecido pela sociologia e psicologia moderna. Grandes grupos sociais são basicamente formados por frações pequenas de pessoas com tendências comuns. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos então, claramente subentender, que as características de cada um destes líderes Cristãos era estereotipada em cada uma destas ramificações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos então classificar Paulo como o Apóstolo dos gentios (Rm 1.13). Isto implica certo distanciamento da Lei de Moisés e seus ritos e normas, caracterizando certo “liberalismo” teológico do apóstolo. Sua mensagem certamente tinha um viés modernista e progressista. Além de claro ser fundador da Igreja naquela cidade, o que denotava certamente autoridade do Apóstolo sobre aquela congregação, e orgulho em seus seguidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apolo por sua vez, chega à cidade no capítulo 18 de Atos, com uma retórica e oratória que deixava perplexos seus ouvintes. Paulo teve muitos problemas com os judeus de Corinto, Apolo por sua vez os convencia (At 18.28). Apolo certamente agradava os cultos, filósofos e sábios da congregação, que necessitavam de mais refino das idéias para poder as compreender. Seu caráter, porém, se comprova no fato de não permanecer na cidade, o que o caracterizava mais por Evangelista do que Pastor, o que, &lt;br /&gt;aliás, é característica dos grandes oradores.&lt;br /&gt;Pedro, porém, tem sua imagem indexada fortemente ao judaísmo (Gl 2.7,8), em Atos 10 na conversão de Cornélio isto fica claro, quando de sua dificuldade em compreender a visão do lençol e dos animais imundos, simbolizando os gentios. Talvez fosse admirado por Judeus de Jerusalém que estivessem morando ali, pois ao que tudo indica Pedro nunca esteve em Corinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os discípulos de Cristo certamente eram os mais “espirituais”, devido ao fato de não se submeterem à autoridade apostólica, e reenvidicarem uma administração mais espiritual da Igreja, recorrendo a dons, visões e artifícios metafísicos para a perfeita vida cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então logo subentendidos os aspectos mais preponderantes de cada líder, compreenderemos o pensamento e demandas dos grupos, e de seus seguidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema então é: Quem está certo? Como fazer para que os demais se submetam a “verdade”? Como preservar a unidade? Isto não parece estar acontecendo ainda hoje nas Igrejas? Não seria este o caso de tantas divisões ministeriais? Será que a Igreja está se preparando para viver sobre o prisma da convivência entre idéias antagônicas, que mesmo diferentes convergem para a mesma Cruz? Em uma época caracterizada por “Era da Informação”, onde as pessoas exercitam livremente a razão, deveríamos lutar pela multiplicação do saber e dos dons, para o crescimento pessoal dos membros e coletivo da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que deve ficar claro nesta lição, é que cada obreiro tem seu valor na obra de Deus. E que estes jamais devem pelejar por interesses individuais, obtendo assim dividendos para si mesmo. Antes visar o bom andamento da obra do Senhor aceitando o tempo, o momento e a ocasião em que Deus queira recompensá-lo. E acredite, o galardão do homem de Deus está no céu (II Tm 4.8), e não aqui na terra. Quem quiser a coroa aqui, corre sério risco de não a obter ali!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anexo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lição 3 – Partidarismo na Igreja&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unificando esta lição com a primeira, podemos notar claramente as conseqüências da manifestação do “Fervor” humano, caracterizado pelo carisma humano e dotes naturais que muitas vezes confundem-se com atributos espirituais como eloqüência, retórica, oratória, aparência, liderança etc.&lt;br /&gt;O foco no homem gera o antropocentrismo. Desta forma o que valerá são normas e códigos objetivos e subjetivos das estruturas puramente humanas. Desta forma o que poderá valer é o que afirma a ciência, a sociologia e a psicologia apenas, sem maiores preocupações com a palavra de Deus. Quando o homem entra em evidência surgem logo situações de risco a Igreja, pois códigos humanos regerão as mentes e formarão um código de senso comum, mais parecido com coletividades animais do que com a coletividade humana civilizada e catequizada.&lt;br /&gt;Imaginemos no caso da lição como não seriam humildes os discípulos de Cristo! Não obedecendo a líderes humanos, pois eram extremamente espiritualizados recebendo os conceitos de obediência “direto” do céu. E os de Paulo, mais evangelizadores e teologizados dos que os de Pedro, aquele “ignorante” e influenciável pescador da Galiléia, que mesmo andando com o próprio Cristo, não tinha a capacidade de pregar com a veemência e eloqüência de Apolo, que discursava dentro dos melhores conceitos de homilia helenística, o que muitas vezes colocava a homilética do grande Paulo em cheque. Que coisa irmãos, não parece que nos dias de hoje vivemos a mesma coisa?&lt;br /&gt;A lição no ponto 2, destaca a diversidades de ministérios, justamente um tema que nos anima a ser seres humanos, a diversidade. Somos todos únicos e ao mesmo tempo gregários. Não é lindo isto? As nossas diferenças servem para nos unir, e contribuir para o nosso desenvolvimento como sociedade e consequentemente Igreja de Cristo. E nisto se manifesta a multiforme sabedoria de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus abençoe a todos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-1495584650116019667?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/1495584650116019667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=1495584650116019667' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/1495584650116019667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/1495584650116019667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/04/licao-03-2-trimestre-2009-partidarismo.html' title='Lição 03- 2º Trimestre 2009 -Partidarismo na Igreja'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-7845208642642936028</id><published>2009-04-13T20:09:00.000-07:00</published><updated>2010-01-01T02:49:27.245-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Mensagem da cruz de Cristo'/><title type='text'>Lição 02- 2º Trimestre -  A Superioridade da Mensagem da Cruz</title><content type='html'>Lição 02 – A Superioridade da Mensagem da Cruz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 12 de Abril de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário: Pb Cleber de Amorim / Criciúma SC&lt;br /&gt;e-mail: rodopack@rodopack.com.br&lt;br /&gt;msn: cleber.comjesus@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graça e Paz a todos os amados professores (as) da amada EBD. Hoje estaremos abordando um tema por demais importante para o cristianismo: A mensagem da cruz de Cristo. Que fique bem claro a cruz não tem significado algum sem Cristo, e também não significa nada sem Ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem falando em cruz, logo lembramos de condenação, maldição e morte. Biblicamente a primeira menção sobre condenação e exposição por pecados está em Deuteronômio 21.22,23, porém ali a palavra cruz não aparece, pois o hebraico bíblico veterotestamentário não possui uma palavra específica para cruz. Mas o que fica aqui exposto é a síntese da condenação: Morte e exposição pública. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não cabe aqui uma discussão se Jesus morreu em uma cruz ou em uma estaca, baseado em etimologia de palavras, mas sim por testemunhos e achados arqueológicos e dos pais da Igreja que confirmam a cruz. Este assunto pode até ser polêmico para grupos como as Testemunha de Jeová, por no NT a palavra grega para cruz ser stauros que também significa madeiro. Porém veja as palavras de Tomé: “Se eu não ver os sinais dos cravos em suas mãos, e não puser o dedo no lugar dos cravos” (Jo20.25); note o plural “dos cravos”. Ele confirma serem dois cravos e não um, denotando assim que cada mão foi pregada a parte. Notemos também que Jesus foi crucificado no ano 18 do reinado de Tibério César, portanto dentro do império Romano, que assim como os gregos haviam copiado este modo de execução dos Fenícios, notórios historicamente por sua violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como podemos ver o propósito da execução pela cruz tinha caráter até mesmo pedagógico, pois expunha o erro, o condenado, e sua Família ao escárnio e desprezo. E afirmar que quem usasse dos mesmos expedientes, seriam condenados da mesma forma, gerando assim um controle sobre o povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No NT a cruz tem um significado muito belo, por ser o símbolo da obra redentora de Cristo em favor da humanidade. Nela Cristo converge toda a humanidade para si (Jo 3.14). O que devemos destacar não é a cruz, e sim a sua mensagem, e eficácia sobre o coração daquele que crer nela. Muitos até usam a cruz como símbolo, amuleto, adereço etc. Porém nós não devemos desprezá-la como objeto, como também não supervalorizá-la com intuitos supersticiosos e místicos, atribuindo a ela poderes ou emanações de que ela não possui como implícito está no imaginário popular. O catolicismo adota a cruz como símbolo de seu cristianismo, há também igrejas evangélicas tanto tradicionais como pentecostais (e agora também neo pentecostais... ufa!) que também adotam esta como símbolo. Como também há várias nações e famílias que a adotam como símbolo em seus brasões e estandartes. Porém seja como for, o entendimento da mensagem é o que deverá realmente importar. Pois  quem faz a obra não é a cruz e sim o Cristo que nela esteve (não está mais, glória a Deus!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exporemos aqui alguns efeitos da cruz de Cristo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Substituição pelos pecadores. A cruz era o nosso Lugar, porém Cristo morreu a nossa morte (Hb 2.9).&lt;br /&gt;2) Sofrimento vicário (substituto). Jesus era o único capaz de nos substituir, por não ter pecado (Hb 2.10; II Co 5.21)&lt;br /&gt;3) Na cruz Jesus estabelece paz entre Deus e os homens, por meio de seu sangue (Cl 1.20).&lt;br /&gt;4) Fez de Cristo nosso único intercessor. Por analogia entendemos que Cristo de braços abertos com uma mão segura o homem, e com a outra o liga a Deus (I Tm 2.5,6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A muitos outros efeitos da cruz no ministério messiânico (vide Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia de R N Champlin seção de A a C pgs 1025 e 1026). Aconselhamos aqui também o comentários sobre o tema exposto no Dicionário VINE da CPAD, que trará a visão hebraica e grega do tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a lição, fica claro aos professores que a mensagem da cruz deve ter relevância e nortear nossas mensagens, para que nosso ministério seja profícuo e abençoado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a paz esteja com todos, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa aula.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-7845208642642936028?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/7845208642642936028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=7845208642642936028' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/7845208642642936028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/7845208642642936028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/04/licao-02-2-trimestre-superioridade-da.html' title='Lição 02- 2º Trimestre -  A Superioridade da Mensagem da Cruz'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-1660116436008953160</id><published>2009-04-13T20:05:00.000-07:00</published><updated>2010-01-01T02:50:31.495-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Problemas inerentes a Igreja'/><title type='text'>Lição 01- 2º Trimestre Corinto – Uma Igreja Fervorosa, mais não Espiritual</title><content type='html'>Lição 1 - Trimestre 2/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corinto – Uma Igreja Fervorosa, mais não Espiritual.&lt;br /&gt;Comentário: Pb Cleber de Amorim AD Criciúma SC&lt;br /&gt;Contatos: 048 34339454 e 91024300&lt;br /&gt;E-mail rodopack@rodopack.com.br; MSN cleber.comjesus@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz do Senhor amados!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciamos aqui mais um trimestre de estudos de nossas lições bíblicas. Neste, trataremos de problemas inerentes a Igreja, que tão propriamente são apontados por Paulo no seu trato com os crentes de Corinto, expressos em sua primeira epístola endereçada aos mesmos, e que são à base de nossos estudos neste trimestre. Os problemas da Igreja Corintiana serviram para uma das mais completas abordagens pastorais do apóstolo. Sua abrangência é imensa, tratando de temas dos mais variados desde o partidarismo, imoralidades, litígios, casamento, dons espirituais e a gloriosa vinda de Cristo e o estado dos mortos em Cristo. A primeira epístola aos coríntios, não se trata de um tratado teológico, e sim um tratado pastoral com abordagem ética, definindo padrões de comportamento e convivência do cristão, com os irmãos, a sociedade e principalmente em seu relacionamento com Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro vamos nos localizar e nos contextualizar com a Igreja de Corinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corinto era a capital da Acaia, na península do Peloponeso no sul da Grécia, neste tempo uma província do Império Romano. Corinto era uma cidade portuária, cosmopolita, de forte comércio e com uma população estimada em 600.000 habitantes dos quais quase 400.000 sendo escravos. Nos tempos de Paulo, Gálio era o governador desta província (At 18.12 – 18).  Corinto era também, muito conhecida por seu modo de vida exageradamente libertino, costume talvez adquirido pelo fato de haver o culto a Afrodite, com sua prostituição institucionalizada como culto sagrado à fertilidade. Diz-se que eram em torno de 1000 sacerdotisas que prestavam estes serviços de prostituição no próprio templo, como adoração a divindade. Por isso o modo de vida dos Coríntios era tão admirado, e gerava expressões como “corintianzar” (se deixar levar pelo modo de vida corintiano), “a donzela de Corinto” (iniciante) e a “enfermidade de Corinto” (doenças venéreas). Foi neste cenário que Paulo morou provavelmente um ano entre o ano 50 e 51 da era Cristã. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos aqui então um dos primeiros objetivos da lição que é o de descrever o contexto histórico cultural de Corinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece bem claro na epístola, que a influência do modo de vida daquela sociedade, gerava pessoas problemáticas demais, o que por conseqüência acabava influenciando a igreja. Fica bem claro que os crentes de Corinto eram permissivos e tolerantes com várias questões e práticas que não cabiam dentro do evangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, entretanto e, porém, além de serem assim, os membros da igreja tinham a fama de muito fervor e fé. Destacavam-se pelos seus cultos barulhentos e afogueados recheados de manifestações de dons espirituais, o que lhe dava uma conotação de igreja perfeita. Porém os problemas também tinham espaço entre seus membros, e na maioria em excesso. Precisamos ser muito espirituais para compreendermos como Deus ainda trabalha em meio a situações assim. Talvez por misericórdia, longanimidade e por interesses de salvação Ele insistisse com estes crentes. Paulo com certeza estava sendo usado por Deus para a correção destes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que aprenderemos nesta lição, é que toda igreja precisa ter uma boa relação entre dons espirituais e frutos do Espírito Santo. Quando somos usados em algum dom de Deus, naquele momento somos instrumentos. E como nesta analogia não podemos ser inanimados, sem iniciativa e participação no processo espiritual. Daí damos vazão a inércia espiritual e não estaremos a altura de servos, permitindo que toda e qualquer ignorância acerca das coisas de Deus atrapalhe nossa convivência com Deus, irmãos e a sociedade. Daí seremos neófitos, meninos na fé e imaturos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando atingimos a maturidade, diz-se que realmente somos espirituais, pois agora somos não somente instrumentos, mais servos e amigos de Deus. Neste estágio da vida cristã, descobrimos a voz de Deus e sua vontade. Não analisamos mais as coisas por princípios racionais ou naturais, e sim pelo espiritual. Andamos na lei do Espírito obedecendo e sendo abençoados, gerando frutos para a glória de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aluno, este comentário não tem por objetivo referenciar todos os versículos e tópicos da lição, isto você certamente já fez. Nosso intento é apenas esclarecer o tema e dar novas abordagens ao mesmo, com o objetivo de enriquecer sua aula. Seja criativo abordando dados históricos sobre corinto, sua localização geográfica, sua cultura, sua economia etc. Deus vai lhe abençoar com certeza!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço forte em Cristo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-1660116436008953160?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/1660116436008953160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=1660116436008953160' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/1660116436008953160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/1660116436008953160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2009/04/licao-01-2-trimestre-corinto-uma-igreja.html' title='Lição 01- 2º Trimestre Corinto – Uma Igreja Fervorosa, mais não Espiritual'/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2739376424113627890.post-3019562192584456051</id><published>2008-02-20T13:30:00.000-08:00</published><updated>2008-05-02T18:35:10.696-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Como Desenvolver Uma Boa Aula'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#663300;"&gt;Como Desenvolver Uma Boa Aula de E.B.D&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;1- As lições são divididas por tópicos. Logo devemos destinar um período de tempo, pré-estabelecido para cada um deles. Este tempo pode ser maior ou menor, conforme a importância que o professor der ao assunto proposto no tópico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Não esquecer de “usar” um relógio, e não ser dominado por ele. &lt;/span&gt;&lt;a title="Clicar para visualizar: Relógio em Aço " onclick="imagePopup('viewphoto.asp?i=bracelete_aco.jpg&amp;amp;f=objectos/relogios');" href="javascript:void("&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Clicar para visualizar: Relógio em Aço " onclick="imagePopup('viewphoto.asp?i=bracelete_aco.jpg&amp;amp;f=objectos/relogios');" href="javascript:void("&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;3- Os tópicos são subdivididos, devemos extrair das subdivisões os pontos a ser enfatizados em nossa aula, e aplicar ali a nossa didática com mais ênfase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Nunca esquecer o objetivo pré-estabelecido pelo autor da lição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- Ser coerente com o objetivo da lição. Não cabe a nós, colocar a nossa opinião acima do plano de curso da lição. Se o assunto não nos agrada, esforcemo-nos para dar o melhor de nós em prol da classe. E não fazer outro tema e descaracterizar a lição, como muitos infelizmente o fazem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6- Contextualizar (localizar-se) com os temas abordados. Quanto mais conhecimentos e fontes o professor ter e usar, mais segurança e domínio sobre o assunto ele terá. Uma base sintetizada de Teologia Sistemática, é de fundamental importância ao professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7- Não devagar sobre o assunto. Os alunos percebem a sutileza de alguns professores, que literalmente fogem do tema em apreço. O problema é como a classe interpretará atitudes acintosas de fuga por parte do mestre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8- Para um domínio completo “da lição”, indicamos o estudo diário de partes da mesma .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9- Sempre visando os objetivos da lição, e não pretendendo ter o domínio total do assunto exposto por ela, o que não é o seu objetivo. Pois seria muita pretensão de nossa parte, pois sempre haverá espaços para a ampliação da compreensão das verdades bíblicas, visto a eternidade e infinitude da revelação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10- Os recursos didáticos e pedagógicos devem ser sabiamente escolhidos pelo mestre, adequando-os a realidade e de sua congregação (físicas), aos objetivos da lição e seu público alvo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2739376424113627890-3019562192584456051?l=preletorcleberdeamorim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/feeds/3019562192584456051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2739376424113627890&amp;postID=3019562192584456051' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/3019562192584456051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2739376424113627890/posts/default/3019562192584456051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://preletorcleberdeamorim.blogspot.com/2008/02/como-desenvolver-uma-boa-aula-de-e.html' title=''/><author><name>.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16902813955288300347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_di9U9gUx_jo/R7YZJZbZRxI/AAAAAAAAAAg/QhxH7x4w9_g/S220/Digitalizar0013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
